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Economia

Quem pode solicitar o novo auxílio emergencial de R$ 600? Veja aqui

Novo benefício estadual começa a ser depositado a partir do dia 14 de outubro para famílias de baixa renda.

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Moradores do estado de Minas Gerais terão acesso a um novo benefício no valor de R$ 600 a partir do dia 14 de outubro. O auxílio emergencial estadual já havia sido anunciado há alguns meses, e mira as famílias em situação de vulnerabilidade que não estão inscritas no Bolsa Família.

Leia mais: Auxílio emergencial: Liberação da 7ª parcela começa neste mês e programa chega perto do fim

“Este será o maior benefício até então já pago pelo estado durante a pandemia”, disse o governador Romeu Zema durante o anúncio do programa.

A secretária de estado de Desenvolvimento Social, Elizabeth Jucá, afirmou que o repasse dos valores será único e contemplará família cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) até o dia 22 de maio. De acordo com os cálculos da pasta, a medida deve atender cerca de um milhão de famílias mineiras.

A plano é liberar os pagamentos junto com o fim do auxílio emergencial, que está previsto para este mês.

Terão prioridade as mães solo que não recebem Bolsa Família. Para esse grupo, o dinheiro cairá na conta entre 14 a 21 de outubro. Já as demais família receberão os depósitos entre 22 e 29 de outubro.

Calendário de pagamento

  • Famílias prioritárias
Mês de aniversário do RF Data de Pagamento 
janeiro e fevereiro  14/10/2021
março e abril  15/10/2021
maio e junho  18/10/2021
julho e agosto  19/10/2021
setembro e outubro  20/10/2021
novembro e dezembro  21/10/2021
  • Famílias não prioritárias
Mês de aniversário do RF Data de Pagamento 
janeiro e fevereiro  22/10/2021
março e abril  25/10/2021
maio e junho  26/10/2021
julho e agosto 27/10/2021
setembro e outubro 28/10/2021
novembro e dezembro  29/10/2021

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Bancos

Presidente do Bundesbank pede demissão após dez anos no cargo

O executivo alegou razões pessoais para se afastar do banco alemão; a notícia deve influenciar os mercados neste dia

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O presidente do Bundesbank pediu demissão nesta quarta-feira (20) após dez anos no cargo. Jens Weidmann alegou “razões pessoais” e sua saída terá efeito a partir de 31 de dezembro.

O movimento ajuda a desanimar ainda mais as bolsas europeias neste dia, visto que os mercados começaram a quarta sem tendência definida e operando no campo misto. Principalmente porque a Alemanha é, atualmente, a economia mais forte da zona do euro.

Weidmann se dirigiu ao presidente alemão Frank-Walter Steinmeier a quem solicitou a saída do cargo que ocupa desde maio de 2011.

Em carta aos funcionários do banco, ele elencou o seguinte: “estou convencido de que mais de dez anos é uma boa medida de tempo para abrir outro capítulo para o Bundesbank, mas também para mim pessoalmente”.

Presidente do Bundesbank pede demissão após dez anos no cargo

Bundesbank

Para o executivo, “o ambiente em que operamos mudou muito e as tarefas do Bundesbank cresceram. A crise financeira, a crise da dívida soberana e finalmente a da pandemia levaram a decisões políticas e monetárias que terão um efeito duradouro”.

Também destacou que nos últimos dez anos considerou importante que “a voz clara orientada para a estabilização do Bundesbank continuasse a ser claramente audível”.

Ele agradeceu aos membros do Conselho do Banco Central Europeu (BCE), sob a liderança de Christine Lagarde, pelo “ambiente aberto e construtivo nas discussões por vezes difíceis dos últimos anos”.

Além disso, sublinhou o papel estabilizador da política monetária durante a pandemia, bem como a modificação bem-sucedida da estratégia do BCE.

E, por fim, disse acreditar que para o futuro será decisivo para o BCE “não só olhar unilateralmente para os riscos de deflação, mas também não perder de vista os perigos da inflação”.

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Economia

Alerta Petrobras: Pedidos de combustíveis para novembro estão acima da capacidade de produção

Somente pedidos com muita antecedência conseguirão ser atendidos. Parque de refino está operando com fator de utilização de 90%.

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Em comunicado, a Petrobras declarou que o fornecimento de combustíveis para novembro pode ser afetada em razão de uma “demanda atípica”. De acordo com estatal, a quantidade de pedidos está muito acima em comparação aos meses anteriores e que a capacidade de produção está comprometida. Somente pedidos com muita antecedência conseguirão ser atendidos.

Leia mais:  Vai faltar: Distribuidoras alertam para risco de desabastecimento de combustíveis

Segundo a petroleira, seu parque de refino está operando com fator de utilização de 90% no acumulado de outubro. Em comparação ao primeiro semestre deste ano, conforme explica a estatal em nota, o percentual foi de 79%.

“Na comparação com novembro de 2019, a demanda dos distribuidores por diesel aumentou 20% e a por gasolina 10%, representando mais de 100% do mercado brasileiro”, informou a Petrobras no documento publicado na noite deste segunda-feira, 18.

Medidas para evitar o desabastecimento

Apesar do comunicado, a Petrobras declarou que continua atendendo os contratos vigentes com as distribuidoras, conforme os prazo, termos e capacidade de produção. A estatal também declarou que está maximizando sua produção e entregas ao máximo, trabalhando com alta utilização das suas refinarias.

A companhia ainda frisou que, nos últimos anos, o mercado nacional de diesel foi abastecido por sua produção e por importações realizadas por distribuidoras. O atendimento integral das solicitações domésticas, segundo a estatal, também contou com a participação de terceiros.

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Economia

Fundo do PIS-Pasep: R$ 23,3 bilhões estão esquecidos por trabalhadores

Segundo a Caixa Econômica Federal, cerca de 10,5 milhões de brasileiros ainda não retiraram o dinheiro disponível.

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Liberado desde agosto de 2019, o saque das contas dos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) está esquecido por muitos trabalhadores. Segundo a Caixa Econômica Federal, cerca de 10,5 milhões de brasileiros ainda não retiraram R$ 23,3 bilhões.

Confira ainda: PIS/Pasep 2022: Novo calendário começa em fevereiro; Valor será de até R$ 1.192

Tem direito ao saque quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada entre 1971 e 4 de outubro de 1988. Os interessados devem procurar a Caixa Econômica Federal para retirar o dinheiro. O prazo para o saque vai até 1º de junho de 2025. Após essa data, o dinheiro será transferido à União.

Até maio de 2020, a Caixa administrava apenas as cotas do PIS, destinadas aos trabalhadores do setor privado. No entanto, o Banco do Brasil (BB), que gerenciava o fundo do Pasep, destinado a servidores públicos, militares e funcionários de estatais, transferiu as cotas para a Caixa, o que permitiu a unificação dos saques.

O saque pode ser pedido no aplicativo Meu FGTS, que permite a transferência para uma conta corrente. A retirada em espécie varia conforme o valor a que o beneficiário tem direito. O saldo pode ser consultado no aplicativo, no site do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou no internet banking da Caixa.

O saque de até R$ 3 mil poderá ser feito nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e nos terminais de autoatendimento, utilizando o cartão Cidadão, com senha. Outra opção é nas agências da Caixa. Acima de R$ 3 mil, somente nas agências da Caixa, mediante a apresentação de documento oficial com foto. Para saber se tem direito às cotas do fundo, o correntista deve consultar o endereço www.caixa.gov.br/cotaspis.

Segundo a Lei 13.932, de 2019, os recursos do fundo ficarão disponíveis para todos os cotistas. Diferentemente dos saques anteriores, realizados em 2016, 2017 e 2018, não há limite de idade para a retirada do dinheiro.

A lei facilita o saque por herdeiros, que passarão a ter acesso simplificado aos recursos. Eles terão apenas de apresentar declaração de consenso entre as partes e a declaração de que não existem outros herdeiros conhecidos, além de documentos como certidão de óbito, certidão ou declaração de dependentes, inventários ou alvarás judiciais que comprovem as informações.

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