Conecte-se conosco

Ações, Units e ETF's

Singulare divulga carteira de dividendos para março; veja os ativos

Os impactos da paralisação para conter a Covid-19 sobre têm sido menores que o esperado

Publicado

em

dividendos

A Singulare divulgou carteira de dividendos recomendada para março. O relatório foi encaminhado ao mercado nesta segunda-feira (1).

Singulare divulga carteira de dividendos para março; veja os ativos

Dividendos: veja a tese:

Na nossa visão, os impactos da paralisação para conter o avanço da Covid-19 sobre os resultados da empresa têm sido menores que o esperado: no segmento de toll-roads (responsável por 75% do EBITDA do grupo CCR) a queda do volume de tráfego de veículos equivalentes desde 01/janeiro/21 a 28/janeiro/21 contra igual período do ano anterior foi de 1,9%, desconsiderando os resultados da ViaSul. O segmento mais impacto tem sido o de mobilidade urbana e aeroportos, onde os volumes de tráfego acumulam quedas de 44,4%. Essa visão, combinada com uma queda de mais de 29% nos últimos 12 meses, sustentam nossa visão positiva para as ações da companhia.

  • Banco do Brasil (BBAS3)

Na nossa avaliação, as ações do Banco do Brasil estão descontadas. Vemos o papel negociando a R$ 28,05 contra preço-justo de R$ 46/ação.

Na nossa visão, além do seu valuation descontado, o Banco do Brasil atualmente ocupa uma posição de destaque no seu segmento de atuação, com mais de 40% de sua carteira de crédito concentrada nos segmentos de agronegócio e consignado – fator que deve permitir ao banco continuar entregando um bom resultado no decorrer dos próximos exercícios. No 3T20, o Banco do Brasil reportou lucro líquido ajustado de R$ 3,482 bilhões, aumento de 5,2% quando comparado com o 2T20, porém 23,3% inferior ao apurado no 3T19.

Na nossa visão, o valuation de Vale encontra-se bastante atrativo, com a relação EV/EBITDA 2021 em 3,8x apenas (inegavelmente barato).

Parte da justificativa para o desconto atual do papel se deve a percepção de risco por parte do investidor, principalmente por questões envolvendo segurança das operações da empresa e preocupação com volumes de vendas de minério de ferro. Cabe destacar, porém, que ao longo dos últimos anos, a companhia vive uma notável história de transformação, com a tragédia de Brumadinho tendo exercido forte força sobre o management da companhia, que se mostra ainda mais comprometido com uma agenda de segurança e ESG no longo prazo.

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA – é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil em termos de Receita Anual Permitida (RAP). A empresa é exclusivamente dedicada à construção, operação e manutenção de ativos de transmissão, com 11.062 km de linhas em operação e 2.514 km de linhas em construção, totalizando 13.576 km de extensão e 97 subestações. Além do seu sólido histórico de performance operacional e disciplina financeira, a Taesa destaca-se por seu histórico consistente de pagamento de dividendos, com payout (percentual do lucro líquido distribuído na forma de proventos) de cerca de 90% nos últimos anos.

A Engie Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, com capacidade instalada própria de 10.211MW e 61 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. Com a aquisição da TAG, a Engie é agora também detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios – o que permitirá a companhia explorar uma nova avenida de crescimento no longo prazo.

Vemos as ações da companhia negociando em patamares atrativos, com dividend yield estimado para os próximos 12 meses de 3,92%, a R$ 41,15/ação contra preço-justo de R$ 50/ação – potencial de upside de 21%.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Ações, Units e ETF's

Hotmart e Ebanx preparam IPOs na Nasdaq

Empresas brasileiras registram forte crescimento e presença internacional

Publicado

em

Crédito: Folha UOL

Motivados pela temporada efervescente de lançamento de ações nos Estados Unidos, as brasileiras Hotmart e Ebanx também planejam realizar as respectivas ofertas iniciais (IPOs) na maior bolsa de tecnologia do mundo, a norte-americana Nasdaq.

Renome mundial – Desde o início do ano, a Hotmart prepara sua IPO, que deverá levantar US$ 400 milhões, sob a supervisão dos pesos-pesados JP Morgan, Morgan Stanley e Goldman Sachs, além de ser conduzida por investidores de renome mundial, como a gestora General Atlantic e o fundo soberano de Cingapura GIC.

Aporte da Advent – Já o Ebanx, que deverá fazer sua IPO somente no início do ano que vem (ainda sem estimativa de valores para a operação), recebeu, em junho último, aporte de US$ 430 milhões do fundo de private equity Advent.

Valor similar – Celebrizada por responder pelos pagamentos da empresa de streamig Spotify, a Ebanx poderá captar um valor similar ao da Hotmart. Só em 2020, a paranaense Ebanx, presente em 15 países da América Latina, processou 145 milhões de transações.

Forte crescimento – A posição de destaque de ambas as companhias brasileiras decorre do ‘forte crescimento obtido nos últimos anos, inclusive com operações importantes fora do Brasil’.

Vez do Nubank – Avaliado em torno de US$ 50 bilhões, o Nubank também está perto de listar suas ações, o que deve ocorrer entre outubro e novembro.

Nada a declarar – A Hotmart, por sua vez, informou, em nota, que a empresa “não tomou (ainda) nenhuma decisão, nem tem previsão de anunciar um movimento nesse sentido”.

Continue lendo

Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em baixa de 2,07%, aos 111.439,37 pontos

O dólar encerrou em alta de 0,32%, a R$ 5,2821

Publicado

em

Crédito: Suno

O Ibovespa fechou a sessão desta sexta-feira (17) em baixa de 2,07%, aos 111.439,37 pontos, com volume de R$ 44,6 bilhões.

O dólar, por sua vez, encerrou em alta de 0,32%, R$ 5,2821, com exterior e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), entre a mínima de R$ 5,2524 e máxima de R$ 5,3474.

Conforme o BTG Pactual, o Ibov foi influenciado pela baixa das commodities, bem como pelo desempenho negativo das bolsas lá fora e aumento de imposto no Brasil.

Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,48%, aos 34.582,90 pontos, e o S&P 500 recuou 0,92%, aos 4.432,74. O Nasdaq caiu 0,91%, aos 15.043,97.

Segundo analistas, os mercados europeus seguiram NY de perto e, diante do mau humor de Wall Street, aprofundaram baixas.

Já na Europa, o Stoxx caiu 0,96%, aos 461.48). Em Frankfurt, a bolsa recuou 1,05%. Em Londres, caiu 0,93%. Em Paris, recuou ,79%. Madri subiu 0,40%.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#VIVT3 +1,45% (R$ 42,11)
📈#MGLU3 +1,22% (R$ 16,57)
📈#NTCO3 +1,14% (R$ 48,10)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#BIDI11 -7,02% (R$ 60,01)
📉#GGBR4 -6,82% (R$ 24,60)
📉#GOAU4 -5,59% (R$ 11,48)

Crédito: Suno Research

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou na quinta-feira (16) 637 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 589.277 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 582 –acima da marca de 500 pelo terceiro dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -7% e aponta tendência de estabilidade pelo segundo dia, após 22 dias seguidos em queda.

Também disse que o número de casos registrados em 24 horas, de 35.128, é o maior em quase um mês, mas isso se deve à inserção de uma só vez de mais de 22 mil casos represados por parte de São Paulo, após ajuste no sistema de notificações.

Continue lendo

Ações, Units e ETF's

CSN (CSNA3): BB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

Resultados excelentes em cenário favorável

Publicado

em

CSN (CSNA3): BB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

O BB Investimentos analisou o ativo CSN (CSNA3) em seu portfólio e optou por manter a recomendação de Compra com preço-alvo em R$ 46 por ação.

De acordo com a instituição financeira, o ano de 2021 tem sido bastante positivo para a companhia, que no primeiro semestre apresentou resultados excelentes, aproveitando-se do cenário favorável para os segmentos de siderurgia, mineração e cimentos, com recordes em diversos indicadores.

Também disse que a forte geração de caixa operacional e sua disciplina financeira e de capital levaram a uma redução substancial do seu nível de alavancagem financeira, atingindo antecipadamente suas metas previstas para o final de 2021, que considerávamos ambiciosas quando de sua divulgação.

CSN (CSNA3): BBB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

CSN

Ainda de acordo com o BB, a empresa deu importantes passos em direção às estratégias de crescimento e geração de valor estabelecidas pelo grupo, tais como a independência dos negócios – com o IPO da CSN Mineração – e a forte expansão no segmento de cimento – com a aquisição da Elizabeth Cimentos e a recém-anunciada aquisição da LafargeHolcim, que robusteceram a tese de investimento para a abertura de capital da CSN Cimentos.

“Apesar do cenário de cautela para mineração, com as fortes quedas de preços de minério de ferro, sobretudo pela desaceleração do ritmo da atividade siderúrgica na China, entendemos que as perspectivas são de bons resultados para a CSN nos próximos trimestres, sustentados pelos preços de aço elevados no mercado interno, bem como demanda aquecida no setor de cimento e margens ainda atrativas na mineração, em função dos baixos custos de produção da empresa frente aos pares internacionais”, destacou.

Veja CSNA3 na Bolsa:

CSN (CSNA3): BBB Investimentos recomenda Compra com preço-alvo em R$46

Continue lendo

MAIS ACESSADAS