Commodities
Soja cai dividida entre ajuste e a tentativa de stop na precificação do Brasil
Semana agitada para a soja se revela em cautela no último dia útil, tirando o peso das últimas altas
A soja se arrasta desde a noite em estabilidade, tendendo a se manter em queda nesta parte da sexta (20).
Os fundos testam um ajuste ou se não é hora de botar um freio no empuxo da safra brasileira 23/24, uma vez que há previsões climáticas melhores para a virada do mês no Brasil Central.
No Sudeste já está melhorando.
Uma coisa é certa, não tem influência nenhuma de financeiro (em aversão ao risco) e de petróleo em alta.
O contrato para vencimento em novembro recua 0,50%, US$ 13,09.
Pode, mesmo, seguir a quinta, quando os tímidos 6 cents de ganho mostraram que os comerciantes resistiram a precificar mais o atraso no plantio do Brasil (ao contrário do que aconteceu com o milho).
As exportações americanas, que ficaram no meio das previsões no relatório semanal do USDA, igualmente não sustentam nesta volta de Chicago, às 9h40 (Brasília).
Os derivados se misturaram (farelo em alta e óleo em baixa) ontem e agora também estão dos dois lados da tabela, sem poder de tração.
A semana foi bastante intensa para a commodity, como trocas de posições expressivas, o que empurra a sexta para uma movimentação mais técnica.

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