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Sustentabilidade em construção: O potencial do cimento ecológico na revolução da indústria
O cimento é um item indispensável dentro da construção civil, pois o mesmo conta com inúmeros benefícios, sendo um recurso barato e forte, além de se tratar de um material extremamente durável.
Segundo os dados, cerca de quatro bilhões de toneladas de cimento são produzidos anualmente, o número corresponde a 50 mil aviões carregados, por exemplo.
Tradicionalmente, o cimento é produzido a partir do esmagamento de algumas matérias-primas, como argila e calcário, também ferro e cinzas volantes, sendo todas aquecidas em um forno que pode chegar até 1500°C.
Porém, uma nova forma de fabricação de cimento foi apresentada, tendo como principais características a não utilização de calor e independe do uso de combustíveis fósseis, chamado de “cimento verde”.
A tecnologia inovadora foi criada pela PhD em eletroquímica Leah Ellis e o professor de ciências de materiais do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Yet-Ming Chiang.
A ideia do cimento utilizando eletroquímica foi dada pelo professor Chiang, quando em 2018, o mesmo fundou uma empresa de baterias de longa duração e trabalhou pela primeira vez com Leah Ellis.
“Às vezes, as pessoas pagam para tirar energia de suas mãos. Em vez de colocar essa energia em uma bateria, e se pudermos usar essa energia renovável extra de baixo custo para fazer algo que, de outra forma, seria muito intensivo em carbono? E o primeiro da lista de coisas que são intensivas em carbono é o cimento”, foi o que afirmou Ellis à CNBC.
O processo de refino do cimento, consiste em substituir as altas temperaturas por alimentação via elétrons, fazendo com que eles empurrem essas reações químicas em temperatura ambiente. Embora seja um procedimento novo, ele não funciona apenas para a fabricação de cimentos, podendo ser utilizada em diversos processos semelhantes.
A descarbonização da fabricação de cimento tende a reduzir as emissões de dióxido de carbono, sendo benéfico também para o meio ambiente, uma vez que essas emissões são responsáveis por cerca de 8% das causas relacionadas ao aquecimento global.
Soluções menos agressivas ao meio ambiente e a utilização de energias renováveis são grandes passos para um futuro mais saudável.

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