Taxa básica de juros (Selic) sobe de 2,75% para 3,50% ao ano após decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).
Caixa Econômica Federal anuncia megaoperação para congelar taxas de juros de financiamentos imobiliários e oferecer microcrédito.
Ainda que a poupança esteja rendendo mais, a modalidade continua perdendo para a inflação, que em fevereiro teve alta de 5,2% nos últimos 12 meses.
Alta da taxa básica de juros também pode afetar os rendimentos de investimentos de renda fixa, visto que são atrelados à taxa Selic ou DI.
Confira quais são as aplicações de taxa pós-fixada, os custos, os riscos e as rentabilidades.
Aumento da taxa básica de juros (Selic) acarretará em alta do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), índice referência da renda fixa.
Economistas calculam que a taxa em 2021 será de 3,0%, de 2,75% na projeção anterior. Para este ano, permanece a previsão de manutenção nos atuais 2,0%.
Segundo último Boletim Focus do BC, a Selic deve fechar 2021 em 2,75% ao ano, avançando para 6% até 2023.
Após manter taxa básica de juros em 2% ao ano, mercado financeiro prevê cortes da Selic mais adiante.
Equivalente a seis meses da renda mensal, reserva financeira deve ser aplicada em investimentos com liquidez imediata e baixo risco.