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Vale (VALE3): Ferro no sangue e na alma, diz Genial

A projeção para a ação leva em consideração o minério em 2022

Publicado

em

Crédito: O Globo

A Genial Investimentos analisou o ativo Vale (VALE3) em seu portfólio e recomenda Compra com preço-alvo em R$ 91 por ação até o final de 2022.

De acordo com a corretora, a projeção para a ação leva em consideração o minério em 2022 a US$ 90/ton tendendo a US$ 70/ton no longo prazo.

“Acreditamos que os níveis de demanda devem continuar satisfatórios e mesmo com toda a turbulência no mercado chinês projetamos uma ascensão na produção tendo em vista o próprio plano de retomada da companhia, atingindo 318,8 Mt em 2021E e 335,9 Mt para 2022E (+5,4% a.a)”, disse.

E acrescentou: “em um cenário adverso, a empresa deve sofrer menos que seus concorrentes devido à qualidade do minério de Carajás, que supera a faixa dos 65% de sua composição em ferro.”

Para a Genial, o baixo nível de endividamento em relação à sua capacidade de geração de caixa (Dívida Líquida/EBITDA = 0,2x no 3T21) mantém a companhia em níveis saudáveis. “A empresa fechou 2020 com 4,1% de Dividend Yield e projetamos pagamentos de dividendos robustos nos próximos anos, 24,5% em 2021E e 10% em 2022E”.

Vale (VALE3): em linhas gerais

Ainda de acordo com a corretora, em linhas gerais o EV/EBITDA da Vale negocia com desconto em relação aos seus concorrentes mesmo em épocas de alta do minério. Isso se deve em grande parte por se tratar de uma companhia brasileira no qual o mercado naturalmente demanda um prêmio superior, tendo em vista o maior risco-país no qual o Brasil é considerado emergente e frequentemente marcado por instabilidades políticas e fiscais.

O setor de mineração, assim como quase todas as commodities, possui uma dinâmica de oferta e demanda altamente cíclica vinculado sobretudo na formação de preços dos minérios. Embora exista certa regularidade, é uma tarefa difícil estimar o preço do minério por depender de uma série de fatores.

De forma simplificada, quanto maior a demanda frente à oferta, maior o preço do minério. “Uma maneira de observarmos como a demanda se comportará é a partir dos estoques dos principais portos, quando esse número é alto a perspectiva é de redução de demanda nos períodos subsequentes. De forma similar, quando a oferta é alta e a demanda baixa, o preço cai e foi justamente esse choque na expectativa de demanda futura que causou a queda do preço do minério de ferro no 3T21”, destacou.

Vale: investimentos relacionados

Por ser um setor de capital intensivo, a maior parte dos investimentos relacionados ao setor dirige-se à manutenção das minas e da reposição de máquinas quando necessários, enquanto o remanescente é distribuído para a execução de projetos.

Num ambiente de produtores e consumidores globalizados, eventos voluntários ou involuntários podem causar distorções nas condições de equilíbrio, tanto do lado da oferta quanto do lado da demanda. A referência utilizada para o acompanhamento dos preços é o minério de ferro 62% (IO62), ou seja, contém 62% de ferro em sua composição.

O principal minério comercializado e de diversas aplicações é o minério de ferro, cujos principais produtores mundiais são Austrália, Brasil, China e Índia. Apesar da importância dos outros minérios dentro desse contexto, o minério de ferro é o principal componente na produção do aço (composição de ferro e carbono) sendo altamente aplicado dentro de vários segmentos industriais (automobilístico, por exemplo), de infraestrutura (obras de urbanização) e imobiliários (construção civil).

Justamente durante seu intenso processo de urbanização, a China se tornou o maior consumidor global de minério de ferro dos últimos anos. Em 2020, 63% das exportações mundiais foram destinadas à China, enquanto outros países nem sequer atingiram dois dígitos nos níveis de demanda globais.

Veja VALE3 na Bolsa:

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Ibovespa fecha em baixa de 0,87%, aos 101.915,45 pontos

O Ibov acumula perda de 1,53% em novembro, sendo menos 14,37% em 2021 e menos 6,41% em 12 meses.

Publicado

em

Crédito: Agência Brasil

O Ibovespa fechou a sessão desta terça-feira (30) em baixa de 0,87%, aos 101.915,45 pontos. O giro financeiro marcou R$ 46,9 bilhões.

O Ibov acumula perda de 1,53% em novembro, sendo menos 14,37% em 2021 e menos 6,41% em 12 meses

Em Nova York, o Dow Jones caiu 1,86% (34.483,92), o S&P 500 caiu 1,90% (4.566,95), e a Nasdaq caiu 1,55% (15.537,69).

Na Europa, Frankfurt caiu 0,89%; Londres caiu 0,44%; Paris caiu 0,55%; Madri caiu 0,98%; Stoxx 600 caiu 0,62% (464.36).

O dólar, por sua vez, fechou em alta de 0,46%, a R$ 5,6355, e os Treasuries, que são títulos do Tesouro norte-americano, ficou assim: o T-bond de 30 anos recuou a 1,7870% (1,8532%), o T-note de 2 anos subiu para 0,5470% (0,4843%), e o T-note de 10 anos caiu para 1,4380% (1,4979%).

Em relação aos juros futuros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2023 caiu para 11,870% (de 11,896%); para janeiro de 2024 a 11,660% (11,723%); para janeiro de 2025 a 11,490% (11,595%); para janeiro de 2027 a 11,380% (11,573%); para janeiro de 2029 a 11,410% (11,582%); e para janeiro de 2031 a 11,380% (11,572%).

Foto divulgação

Ibovespa: empresas

  • Confira as 3 maiores altas do dia 30, segundo a Eleven Financial:

    📈#CCRO3 +6,95% (R$ 12,31)
    📈#YDUQ3 +4,35% (R$ 21,83)
    📈#BBAS3 +3,34% (R$ 31,84)

  • Confira as 3 maiores baixas do dia 30:

    📉#LWSA3 -10,09% (R$ 13,19)
    📉#CASH3 -9,12% (R$ 2,99)
    📉#CVCB3 -6,39% (R$ 13,62)

Caged

O Caged mostrou uma geração de 253.083 empregos formais em outubro. No ano, o saldo é positivo em 2,645 milhões de empregos. Já o levantamento referente a outubro ficou abaixo da mediana das estimativas (260 mil), que variavam entre 206.121 e 470.065

Ibovespa: commodities

Do lado das commodities, o barril do WTI para janeiro caiu 5,39% na Nymex, para US$ 66,18, enquanto o Brent para fevereiro perdeu 5,45% na ICE, para US$ 69,23 o barril.

O cobre, por sua vez, recuou com incertezas sobre impacto da Ômicron na demanda por commodities. Na Comex, dezembro caiu 2,23%, a US$ 4,2780/libra-peso; na LME, contrato de 3 meses tinha baixa de 1,40%, a US$ 9.458,50/t.

Já o contrato de ouro para fevereiro, que se tornou o mais líquido na Comex, caiu 0,49%, para US$ 1.776,50 por onça-troy.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou na segunda-feira (29) 114 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 614.428 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 227. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -7% e aponta tendência de estabilidade.

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BTG coloca no mercado seu 1º fundo de índice de ações de commodities do país

Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras

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O BTG colocou no mercado seu primeiro fundo de índice de ações de commodities do país. Trata-se do ETF BTG Pactual Teva Ações Commodities Brasil Fundo de Índice (CMDB11), que replica o índice Teva Ações Commodities Brasil, negociado em bolsa.

O movimento se dá em parceria com a Teva Indices, e o ETF reúne 29 empresas brasileiras de commodities responsáveis por 97% das exportações do setor.

Segundo o BTG, o ETF é composto por empresas que atuam em mineração e metalurgia, alimentos de carnes e derivados, papel e celulose, açúcar e álcool, extração de petróleo e produção agrícola.

Sócio e head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, Will Landers disse que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de commodities no mundo, que segue com tendência de alta puxada pela recuperação da demanda internacional.

Ele ressaltou que o ETF CMDB11 nasce como ótima alternativa doméstica para diversificar os investimentos, apostando em um setor atrelado à economia global, com receita dolarizada.

Colheita de soja

BTG – Commodities

De acordo com o BTG, entre julho de 2016 e outubro de 2021 o índice acumulou uma performance de 254,4% ante 98,2% do Ibovespa no mesmo período. Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras. No mercado global, o Brasil representa 50% do comércio mundial de soja, 13,4% da produção global de carnes e 4% da produção de petróleo.

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Ânima (ANIM3) consolida posicionamento em educação médica, diz XP

A companhia anunciou que a DNA Capital investirá R$1 bi na Inspirali

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A XP Investimentos analisou o ativo Ânima Educação (ANIM3) em seu portfólio e optou por reiterar a recomendação de Compra.

De acordo com a corretora, a companhia anunciou que a DNA Capital investirá R$ 1 bilhão na Inspirali, a vertical de faculdades de medicina, por uma participação de 25%.

Também disse que a transação visa acelerar os esforços de expansão da Inspirali e fortalecer seu ecossistema.

E acrescentou que a Inspirali se tornará uma empresa independente para que a transação prossiga e, ao fazer isso, pode destravar valor ao separar os dois negócios – educação não-médica e educação médica.

“Por fim, a transação ajudará a Ânima em seus esforços de desalavancagem, trazendo a dívida líquida/EBITDA pró-forma para 2,8x (considerando os números do 3T21)”, destacou.

Ânima

Em relação à Ânima, o EV atual da companhia por vaga na escola de medicina é de R$ 3,7 milhões, enquanto o da Afya – outra empresa de faculdades de medicina – é de R$ 3,6 milhões.

“No entanto, é importante destacar que Ânima não é uma companhia puramente de faculdades de medicina, sendo que apenas 37% do seu EBITDA de 9M21 derivou da Inspirali. Consequentemente, nossa visão é que uma avaliação por soma das partes poderá revelar mais valor”, rtessaltou.

E disse mais: “a Ânima apresentou um endividamento líquido (excluindo arrendamentos) de R$ 3,1 bilhões no 3T21, sendo que R$ 2 bilhões desse valor serão alocados na Inspirali no momento da reorganização (consulte a Figura 2). A transação deve trazer a dívida líquida/EBITDA pró-forma para 2,8x (excluindo arrendamentos).”

Veja ANIM3 na Bolsa:

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