Conecte-se conosco

Finanças

Veja o que não fazer se o Nubank parou de aumentar seu limite do cartão de crédito

Pagar a fatura do roxinho em dia e usar serviços do Nubank são algumas das ações que auxiliam na conquista de mais crédito.

Publicado

em

Limite Nubank

O Nubank é uma das fintechs queridas dos brasileiros. O primeiro e principal produto lançado pela startup foi um cartão de crédito internacional com zero anuidade. Porém, embora esteja sempre em busca de novas soluções para os seus consumidores, muitas reclamações têm sido feitas sobre o limite do cartão de crédito Nubank. 

Segundo relato de usuários na comunidade do Nubank, NuCommunity, existe certa resistência em elevar o limite do roxinho. Em alguns casos, são apresentados aumentos significativos no limite durante certo período, mas depois é registrada estagnação ao longo de anos. Outros relamam que, mesmo seguindo todas as recomendações de boa utilização da ferramenta, não conquistam acréscimo no limite do cartão. 

“Vivo adiantando faturas, compro uma média de 2,9k por mês, tenho quase 3k na NuConta, meu score é bom, compro tudo no crédito, assinei Rewards e tudo mais, porém não adianta! Quase 1 ano, já gastei pra caramba e nada”, disse um cliente.

Assim como em outras empresas, o Nubank utiliza parâmetros exclusivos para definir o limite de crédito do cartão de cada cliente. Para te ajudar com isso, listamos algumas dicas que podem favorecer no aumento do poder de compra:

  • Pague as faturas sempre em dia, assim como outros boletos;
  • Evite pagar o mínimo ou parcelar a fatura;
  • Não deixe o score de crédito reduzir;
  • Não solicite por várias vezes seguidas o aumento de limite pelo aplicativo, principalmente se tiver parcelas a vencer;
  • Não peça tantos cartões com igual bandeira;
  • Use os seus serviços (conta digital, programa de pontos Nubank Rewards e seguro Nubank Vida, por exemplo).

Publicidade
Comentários

Bancos

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

Publicado

em

Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

Continue lendo

Finanças

Entenda o que é amortização e saiba como calcular

Com a amortização, o valor das parcelas é constituído por um valor fixo mais encargos, que são calculados de acordo com o saldo devedor.

Publicado

em

Dívidas

Muitas vezes, as empresas precisam recorrer a empréstimos, seja para pagar dívidas, adquirir matérias-primas e mercadorias ou mesmo para investir no crescimento do negócio. Contudo, os juros sobre a operação podem acabar elevando muito o valor total do empréstimo, prejudicando as finanças da empresa.

Uma opção para reduzir o valor dessa dívida é a amortização. Trata-se da flexibilização desse pagamento, que será realizado de forma parcelada, em valores fixos, durante um determinado período. Desta forma, a cada mês o saldo devedor fica menor, ou seja, é amortizado.

A amortização é calculada a partir do valor principal da dívida, ou seja, o valor que foi originalmente emprestado ou financiado, e as parcelas incluem encargos como taxas e juros. Atualmente, um dos métodos mais utilizados para a amortização de dívidas é o Sistema de Amortização Constante (SAC).

O SAC é muito comum em financiamentos de longo prazo, principalmente de imóveis. Neste método, o valor das parcelas é reduzido, à medida que a dívida é paga. Como a amortização é constante, o devedor irá pagar mensalmente o mesmo valor do principal da dívida.

Contudo, o valor dos juros varia de acordo com o saldo devedor, isto é, no que ainda falta pagar. Por isso, as parcelas são maiores no início do financiamento, e com o tempo ficam mais baratas.

Para calcular o valor da amortização, basta dividir o valor total da dívida pelo número de parcelas, e em seguida, somar os juros. Considere como exemplo um empresário que tomou um empréstimo no valor de R$ 100 mil, parcelado em 60 meses, com juros de 0,68%.

  • Valor constante da amortização: R$ 100 mil ÷ 60 meses = R$ 1.666,67;
  • 1ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 680 de juros (R$ 100 mil x 0,68%) = R$ 2.346,66;
  • 2ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 668,66 de juros (R$ 100 mil – R$ 1.666,67, valor da parcela paga, x 0,68%) = R$ 2.335,33;
  • 3ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 657,33 de juros (R$ 100 mil – R$ 3.333,34, valor das parcelas pagas, x 0,68%) = R$ 2.324,00;

E assim por diante. Depois dos 60 meses, o valor total de juros pago será de R$ 20.739,99.

Para escolher o método de amortização mais adequado para você ou sua empresa, é necessário estar atento ao prazo para pagamento da dívida, ao impacto dessa dívida no seu orçamento e suas condições financeiras, a fim de evitar prejuízos no futuro.

Continue lendo

Finanças

Nubank seleciona primeiros 3 mil colombianos para receber cartão de crédito sem anuidade

Projeto do Nubank na Colômbia pretende criar produtos únicos baseados nas necessidades observadas na fase de testes.

Publicado

em

Cartão Nubank

O Nubank está selecionando aleatoriamente 3 mil colombianos para receber cartões de crédito sem taxa de administração, com custo zero para emissão do plástico e isento de juros em todas as compras pagas em uma parcela. A fintech busca prestar um serviço financeiro simples e com cobranças justas. 

Catalina Bretón, gerente geral do Nu Colômbia, explicou que a seleção será feita a partir de um universo de 250 mil peticionários do cartão que estão na lista de espera: “Quando lançamos no Brasil, havia 10 mil na lista de espera. No México temos 50 mil e na Colômbia, um país menor, temos esse número que nos enche de entusiasmo ”, disse Bretón em entrevista à Semana. 

Segundo a gerente do banco que vai operar 100% através do aplicativo, “a Colômbia ansiava por serviços financeiros mais simples, transparentes, justos e humanos”.

O projeto do cartão para os primeiros selecionados foi feito a partir da escuta do próprio povo colombiano: “Não se trata de copiar a experiência de outro país e colar aqui”, ressalta Bretón. Por isso, na etapa inicial, conhecida como fase Beta, os usuários vão ajudar a “co-criar” os serviços ao consumidor do país. 

Os cidadãos selecionados vão receber um código de convite que chegará ao e-mail cadastrado. “Isso vai acontecer a qualquer momento, a partir desta quarta-feira, 24 de fevereiro.” Depois, o usuário deve baixar a versão mais atualizada do aplicativo da fintech e efetuar o registro. 

Dessa forma, o cliente pode começar a escolher as melhores opções para seu controle financeiro, incluindo prazos, valor máximo de crédito necessário, entre outros. 

Atualmente, o Nubank tem 35 milhões de usuários com atuação em três países e escritórios em seis nações. 

Continue lendo

MAIS ACESSADAS