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Automobilística

Vem aumento por aí! Preço médio da gasolina deve subir em 12 estados; Saiba quais são eles

Condutores sentirão os impactos das novas escaladas a partir do dia 16 de setembro, tanto no litro da gasolina quanto do etanol hidratado.

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Consumidores de 11 estados brasileiros, além do Distrito Federal, devem se atentar para as novas altas da gasolina. Isso porque um novo Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) foi divulgado na última sexta-feira, 10. E tem aumento chegando!

Leia mais: Distrito Federal deve ter gasolina mais cara do Brasil em setembro

Segundo o texto publicado no Diário Oficial da União (DOU), a Gasolina Comum (GAC) e o Álcool Etílico Hidratado Combustível (AEHC) terão novas escaladas a partir do dia 16 de setembro no seguintes estados: RN, RJ, PR, PB, AP, AM, AC, TO, SP, SE, RO e DF. Nas demais unidades federativas, os valores cobrados pelo litro do combustível devem permanecer inalterados.

No estado do Acre, por exemplo, o preço médio do combustível ficará cerca de cinco centavos mais caro, subindo de R$ 6,49 para R$ 6,54. Já no Paraná, outro estado com alta prevista, o álcool subirá de R$ 4,35 para R$ 4,42, um acréscimo de sete centavos.

Por sua vez, o óleo diesel e o Diesel S10 também ficarão mais caros em nove estados, porém mais em conta em outros três. No restante, o valor praticado permanecerá o mesmo. Para conferir a tabela com os valores, acesse o DOU na íntegra.

O preço médio final dos combustíveis é calculado de acordo com as informações enviados pelos governos de cada estado, responsáveis por cobrar o ICMS, tributo no qual corresponderá um percentual do PMPF. Ou seja, é sobre o valor do PMPF que cada estado cobra seu ICMS. Sendo assim, quando o preço médio cai, a taxa ICMS também é proporcionalmente reduzida.

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Automobilística

Projeto de Lei visa criar CNH específica para dirigir carro automático

Condutor que fosse flagrado pilotando carro com câmbio manual receberia multa gravíssima e teria o carro apreendido. É o que determina o texto.

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Um Projeto de Lei (PL) prevê habilitação específica para condução exclusiva de carros automáticos. Dessa forma, o motorista poderia incluir essa condição na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O PL foi sugerido no Senado e aguarda a designação de um relator responsável.

Leia mais: SUV elétrico da Volvo no Brasil se assemelha a superesportivo

A proposta é de autoria do senador Eduardo Gomes (MDB-TO). De acordo com o texto, a pessoa poderia fazer a opção de dirigir apenas veículos automáticos.

Assim, o motorista com registro apenas para veículos automáticos não poderia pilotar carros com câmbio manual. Caso seja flagrado infringindo a regra, o ato acarretaria multa gravíssima e retenção do veículo. O automóvel seria liberado apenas para outro motorista com CNH própria para câmbio manual.

Alteração da Lei

O PL sugere, portanto, a alteração do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503, de 1997). Só assim poderia ser possível a escolha de efetuar exame específico para obtenção da CNH. Contudo, o condutor poderia realizar nova prova para incluir a pilotagem de carros com câmbio manual.

Eduardo Gomes justifica que a legislação de trânsito precisa acompanhar a evolução tecnológica dos veículos. Ele assegura que o crescimento das vendas de carros com câmbio automático se dá a passos largos no Brasil.

O senador diz que esse mercado respondeu por 49% dos emplacamentos totais em 2018. No entanto, afirma o parlamentar, os exames de direção veicular são obrigatoriamente realizados em veículos com câmbio manual. É o que informou a Agência Senado.

“De fato, a condução de veículos equipados com câmbio manual requer maior destreza e habilidade, razão pela qual o Contran exige que o candidato realize as provas no modelo manual. No entanto, diante do fato de que enorme parcela dos condutores hoje dirige apenas veículos automáticos, não há razão para que o exame de direção veicular não acompanhe este cenário”, defende o senador na justificativa da matéria.

Apreciação na Câmara

Caso o texto seja aprovado pelo Senado, seguirá para avaliação da Câmara dos Deputados. Ao ser apreciados pelos parlamentares, o PL retornará para revisão dos senadores.

Se for aprovada sem alterações, a matéria seguirá para sanção presidencial. O projeto dá prazo de 180 dias, a partir da eventual sanção, para permitir que o Contran regulamente o tema. Além disso, o prazo também inclui os centros de formação de condutores, que devem se adaptar à determinação.

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Automobilística

SUVs crescem em vendas nos últimos 10 anos; Veja a lista dos mais vendidos

Conforto, maior espaço e distância maior do solo fazem destes modelos sucesso de vendas. Além disso, eles são visualmente mais atrativos.

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O gosto do brasileiro para carro tem mudado ao longo da última década. Os SUVs, por exemplo, foram o segmento que mais cresceu em comercialização, passando a integrar a lista dos modelos mais vendidos no país.

Leia mais: Ainda existe carro popular? Veículos de entrada já superam os R$ 60 mil

Fazendo um comparativo entre os anos de 2010 e 2020, o ranking dos carros mais desejados pelos consumidores mudou, tendo os SUVs recebido bastante destaque. Os motivos estão relacionados ao conforto, maior espaço e distância maior do solo que os carros desta categoria costumam oferecer. Além disso, os SUVs são visualmente mais atrativos.

Sendo assim, mesmo sendo mais caros em comparação aos hatches e os sedãs, os modelos mostram que vieram para ficar e conquistar de vez mais espaço entre o público.

Um exemplo disso são as grandes marcas, que deram um jeito de fazer parte do fenômeno dos SUVs. A Toyota, por exemplo, lançou em março o Toyota Corolla Cross, cujo modelo já vendeu mais de 20.171 unidades até o momento. Outro exemplo de sucesso é o Renault Sandero Stepway, hacth com vincos e visual ao estilo SUV.

Renault Sandero Stepway (Imagem: Divulgação)

Lista de 20 carros mais vendidos em 2010 e 2020

2010

  1. Volkswagen Gol: 293.762 unidades
  2. Fiat Uno: 229.300 unidades
  3. Chevrolet Celta: 155.169 unidades
  4. Volkswagen Fox/Cross Fox: 143.768 unidades
  5. Fiat Palio: 137.512 unidades
  6. Chevrolet Classic: 122.152 unidades
  7. Fiat Siena: 120.511 unidades
  8. Fiat Strada: 116.819 unidades
  9. Ford Fiesta: 90.941 unidades
  10. Ford Ka: 84.877 unidades
  11. Volkswagen Voyage: 82.703 unidades
  12. Renault Sandero: 68.827 unidades
  13. Chevrolet Agile: 67.727 unidades
  14. Chevrolet Prisma: 63.091 unidades
  15. Volkswagen Saveiro: 62.198 unidades
  16. Toyota Corolla: 55.018 unidades
  17. Chevrolet S10: 43.181 unidades
  18. Ford EcoSport: 43.037 unidades
  19. Honda Fit: 40.946 unidades
  20. Citroën C3: 39.930 unidades

2020

  1. Chevrolet Onix: 135.351 unidades
  2. Hyundai HB20: 86.548 unidades
  3. Chevrolet Onix Plus: 83.392 unidades
  4. Fiat Strada: 80.041 unidades
  5. VW Gol: 71.151 unidades
  6. Ford Ka: 67.491 unidades
  7. Fiat Argo: 65.937 unidades
  8. VW T-Cross: 60.119 unidades
  9. Jeep Renegade: 56.865 unidades
  10. Fiat Toro: 53.974 unidades
  11. Jeep Compass: 52.966 unidades
  12. Renault Kwid: 49.475 unidades
  13. Chevrolet Tracker: 49.372 unidades
  14. Hyundai Creta: 47.757 unidades
  15. Fiat Mobi: 46.617 unidades
  16. VW Polo: 41.863 unidades
  17. Toyota Corolla: 41.072 unidades
  18. Nissan Kicks: 36.433 unidades
  19. Honda HR-V: 32.511 unidades
  20. Toyota Hilux: 32.394 unidades

Por fim, no comparativo com 2021, a projeções apontam que a mudança será ainda maior. Isso porque em agosto, o top 10 de modelos de carros mais vendidos ficou bastante misto, sendo a presença dos SUVs algo extremamente marcante. Os hatches, por outro lado, estão saindo de cena e dando lugar a outras categorias.

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Automobilística

Ainda existe carro popular? Veículos de entrada já superam os R$ 60 mil

Em 2011, era possível comprar um Chevrolet Celta 0 km por apenas R$ 24,7 mil. Atualmente, o veículo mais barato entre os novos custa perto de R$ 50 mil.

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Carro popular

O apelido “popular” aos carros de entrada vem perdendo gradativamente seu sentido. Afinal, a maioria dos carros 0 km de entrada custam mais de R$ 50 mil. Em dez anos, o preço dos chamados “carros populares” quase triplicou.

Leia mais: SUV elétrico de 693 cv e que anda sozinho será vendido no Brasil

Carro popular

Em fevereiro de 1993, o governo federal assinou a regulamentação do carro popular. A condição era a de que os motores dos veículos não poderiam ter mais do que 1 mil cm³.

Uma vez enquadrado na categoria de carro popular, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) era de apenas 0,1%. Por isso, nessa época o termo “carro mil” ficou bastante famoso. Eram veículos 1.0 e bastante simples, que tinham um preço final reduzido.

Foi daí que surgiram modelos como o Fiat Uno Mille e o VW Gol 1000, por exemplo. A proposta do carro popular, inicialmente, era a de que ele custasse o equivalente a US$ 7 mil. Na conversão, seria como se um 0 km popular custasse algo em torno R$ 35 mil hoje.

A realidade, no entanto, é bem diferente da ideia inicial. Os carros novos mais vendidos de 2021 são mais caros do que os mais vendidos em 2011. Em apenas uma década, o valor médio dos veículos populares triplicou. Aliás, a potência de muitos carros de entrada é maior do que as dos antigos “carros mil”.

Alta nos preços

O ranking apontado pela Fenabrave dos 10 carros mais vendidos em 2011 reunia apenas modelos compactos. Hatchs e sedãs compactos eram os automóveis com maior volume de venda entre os 0 km da época.

Assim, a média de valor dos 10 mais populares de 2011 ficou em R$ 33.3 mil. Bem diferente de hoje, já que a média de valor dos 10 mais comprados chega a R$ 96 mil.

O carro mais barato da lista, em 2021, é a versão simples do Renault Kwid, que já custa quase R$ 50 mil. O preço mais caro fica por conta do Jeep Compass, com valor de R$ 187 mil.

Para quem não se lembra, o preço de um Chevrolet Celta 0 km em 2011 era de R$ 24.7 mil. Não eram raras promoções de carros simples, duas portas, 0km que custavam perto dos R$ 20 mil. Hoje, esses números soam como se fossem de um passado bem distante.

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