Economia
Faturamento do setor de máquinas e equipamentos cai 4,8% em outubro
Segundo a Abimaq, atividade recuou 9,8% no ano até outubro e 9,9% em 12 meses
O faturamento líquido total do setor de máquinas e equipamentos brasileiro apresentou a queda de 4,8% de outubro, no comparativo mensal, em decorrência da redução de 21,4% na receita líquida no mercado interno (tomando como referência a base anual), para R$ 16,59 bilhões.
Se considerado o acumulado no período de janeiro a outubro, o recuo chegou a 9,8% e de 9,9%, em 12 meses. Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira (29) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Também no comparativo mensal, em outubro, o consumo aparente de máquinas e equipamentos fabricados no país exibiu declínio de 9,2% e de 19,1%, no comparativo anual. Já no período de janeiro a outubro deste ano, o indicador apurou retração de 10,4% e de 9,8% em 12 meses. Por definição, o consumo aparente de bens industriais corresponde à parcela da produção industrial doméstica que se destina ao mercado interno, adicionada às importações.
Emprego cresce pouco – No que toca ao nível de emprego, o estudo da Abimaq observou crescimento de 0,1% na margem, em outubro, mas redução de 1,9%, no comparativo anual. No acumulado do ano até outubro, também ocorreu queda de 0,4% no emprego, em contraste com a alta de 0,1%, registada nos últimos 12 meses. No cômputo deste ano, de acordo com a associação, foram criados mais de 1,100 postos de trabalho, com destaque para os segmentos de logística e construção de componentes ao longo de 2023.
NUCI fica estável – Em relação ao indicador Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), a indústria de máquinas e equipamentos brasileira concluiu o mês de outubro em 75,5%, o que denota estabilidade ante setembro.
De acordo com informe da entidade, o setor de máquinas e equipamentos, no mês passado, operou em dois turnos, com novo recuo da carteira média de pedidos, ao atingir a média de 9,3 semanas de atividade, em decorrência da piora na demanda de encomendas por parte da indústria de transformação e de construção civil.
Após apresentar um ano fraco, a expectativa do setor espera é de que a receita líquida cresça 2,4% e a produção avance 1,9% em 2024. As projeções positivas tomam por base a tendência de recuperação da indústria no ano que vem, acompanhada por melhorias de desempenho da construção civil e do setor agropecuário, acentuou a diretora-executiva de economia da Abimaq, Cristina Zanella.

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