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Petrobras pode reduzir preços dos combustíveis, diz Chambriard
Companhia é uma empresa de capital misto.
A presidente da Petrobras (PETR3; PETR4), Magda Chambriard, afirmou dia 12 que a estatal pode reduzir os preços dos combustíveis caso os valores praticados no Brasil fiquem significativamente mais altos do que as cotações no mercado internacional. A declaração foi dada em meio à queda dos preços da commodity no mercado externo.
Nos últimos meses, a cotação do petróleo Brent tem registrado forte recuo, sendo negociado em torno de US$ 70 por barril, abaixo dos US$ 83 previstos pela Petrobras em novembro do ano passado. “Da mesma forma, se ficar abaixo, vamos mexer também”, ressaltou Chambriard, destacando que a política da companhia busca manter os preços alinhados ao mercado global.
Política de preços e pressão externa
A Petrobras adota uma política de paridade de importação (PPI), que considera a cotação internacional do petróleo, a taxa de câmbio e os custos logísticos para definir o valor dos combustíveis no mercado interno. No entanto, a estatal tem sido alvo de pressão política para reduzir os preços, especialmente em períodos de queda da commodity, visando aliviar o custo ao consumidor final.
A gestão de Chambriard, que assumiu o comando da estatal recentemente, tem buscado equilibrar a manutenção da rentabilidade com a proteção ao consumidor. Nos últimos anos, a Petrobras tem enfrentado críticas sobre a política de preços, especialmente diante da volatilidade do petróleo e do impacto dos custos para a população brasileira.
Avanços na Margem Equatorial
Além da questão dos preços, Magda Chambriard demonstrou otimismo em relação ao avanço do projeto de perfuração na Margem Equatorial. A executiva comemorou a aprovação, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do plano de limpeza da sonda que será utilizada na região. Apesar de não garantir a licença para a perfuração, ela destacou que a autorização é um sinal positivo.
“Ainda não é uma licença definitiva, mas, no mínimo, é um excelente indicativo de que estamos no caminho certo”, afirmou a presidente. A Margem Equatorial é considerada uma nova fronteira exploratória para o Brasil e pode representar uma oportunidade significativa para a expansão da produção de petróleo e gás no país.

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