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Aneel aprova construção de três grandes hidrelétricas na Amazônia

Dupla Eletrobras-Eletronorte realiza estudos de viabilidade da iniciativa, situada em área de preservação ambiental

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Crédito: plantao24horasnews

Com o ‘sinal verde’, dado essa semana, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o consórcio ‘Tapajós’ – formado pela estatal Eletrobras e sua subsidiária, Eletronorte – após uma espera de uma década, poderá iniciar seu plano de construir três grandes hidrelétricas na Bacia do Rio Tapajós, na Amazônia, em região de preservação ambiental.

Alto risco – A demora para o início do empreendimento se deve ao seu alto risco ambiental, como também devido ao impacto sobre comunidades indígenas, os verdadeiros donos da terra.

Estudos de viabilidade – De acordo com o pedido encaminhado pelas estatais, aprovado essa semana pela autarquia, serão realizados estudos de viabilidade técnica e econômica das usinas de Jamanxin, Cachoeira do Caí e Cachoeira dos Patos que, somadas, possuem potencial de geração de 2,2 mil megawatts, o que equivale ao abastecimento de mais de 3 milhões de famílias. Os estudos citados terão de ser apresentados até 31 de dezembro de 2023.

‘Relevante potencial’ – Do ponto de vista técnico, assinala em nota a Eletrobras, a bacia do rio Tapajós guarda um relevante potencial hidrelétrico, com elevada capacidade natural de regularização das vazões do rio ao longo do ano”, acrescentando que “os estudos das novas usinas ainda necessitam de ações governamentais”.

Projetos viáveis – Por sua vez, a Eletronorte destacou que “todos os projetos são viáveis tecnicamente e trariam grandes ganhos para a população brasileira, por serem empreendimentos de energia limpa, renovável e de custo potencialmente inferior ao de outras fontes de geração”.

Sou um profissional de comunicação com especialização em Economia, Política, Meio Ambiente, Ciência & Tecnologia, Educação, Esportes e Polícia, nas quais exerci as funções de editor, repórter, consultor de comunicação e assessor de imprensa, mediante o uso de uma linguagem informativa e fluente que estimule o debate, a reflexão e a consciência social.

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