Conecte-se conosco

Agronegócio

Apex-Brasil qualifica empresas para iniciar no mercado de exportação

Por meio do Programa de Qualificação para Exportação (Peiex), as empresas brasileiras podem adquirir conhecimento para iniciar o processo de exportação de forma planejada e segura

Publicado

em

SLC Agrícola e Terra Santa Agro confirmam combinação de negócios

O Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo. O país ainda fica em segunda colocação a vender mais grãos para outros países, além de outros produtos.

Em meio ao cenário internacional, os números do agro brasileiro impressionam. O país exportou cerca de 101,04 milhões de toneladas de soja, além de movimentar cerca de US$ 35,24 bilhões em 2020. As exportações do agronegócio alcançaram um total de US$ 100,81 bilhões apenas no ano passado.

Além do comércio de diversas outras culturas, como o milho, açúcar e café, no ano passado, o Brasil ficou entre as primeiras colocações no ranking mundial em relação às exportações de carne, com cerca de US$ 17,16 bilhões.

A Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, através da participação em feiras, missões comerciais e internacionais, faz conexão das empresas rurais com o mercado de exportação, a fim de promover produtos e serviços do nosso país no exterior e qualificar os empreendedores brasileiros para o mercado internacional.

Por meio do Programa de Qualificação para Exportação (Peiex), as empresas brasileiras podem adquirir conhecimento para iniciar o processo de exportação de forma planejada e segura.

Para participar do mercado internacional, os técnicos do projeto irão até a empresa identificar os pontos que precisam ser ajustados e orientar sobre os pré-requisitos necessários para o negócio.

Para qualificar as empresas e definir estratégias práticas para vender para mercados internacionais, como os Estados Unidos, Europa e China, uma série de eventos e encontros online com inscrição gratuita são disponibilizados através do Agro Meet & Export.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Commodities

Governo capixaba e Vibra Energia dão início à privatização da ES Gás

Caberá ao BNDES avaliar e modelar leilão da concessionária de gás

Publicado

em

Crédito: Panorama Offshore

Com a expectativa de levantar recursos em torno de R$ 1,2 bilhão (segundo estimativas preliminares do mercado), o leilão da ES Gás deverá ocorrer no início de 2020, conforme prevê contrato assinado, nessa sexta-feira (24) pelo governo do Espírito Santo, a Vibra Energia e sócios da concessionária.

Redução de custo – A preferência do governo capixaba é por um comprador que seja uma grande empresa, de modo a ampliar a malha de distribuição da ES Gás, com vistas a reduzir o custo do insumo e atrair indústrias interessadas no uso intensivo do gás natural.

Fornecedora de insumo – No momento, o Espírito Santo detém o controle acionário da companhia (51% das ações ordinárias e 2% das preferenciais), enquanto o restante das ações pertence à Vibra Energia. A expectativa do governador do estado, Renato Casagrande, é de que “a (nova) empresa possa importar gás para ser distribuído em todo o país, além de atuar como fornecedora (do insumo) das empresas que queiram se instalar aqui”.

Destravando o mercado – Na avaliação de Casagrande, após a aprovação da Nova Lei do Gás pelo Congresso, no início deste ano, a perspectiva é de que esse mercado se ‘destrave’, viabilizando o investimento de empresas estrangeiras no país, além de contribuir para acirrar mais a competição no setor.

Codesa é a próxima – Sem contar a ES Gás, também está sendo preparada a privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), prevista para o primeiro semestre de 2022, após a publicação do respectivo edital, nos próximos meses.

Continue lendo

Agronegócio

Fogo consome Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Chamas se deslocaram de Cavalcante (GO) para dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Publicado

em

As queimadas que atingem a Chapada dos Veadeiros chegaram à área central do Parque Nacional. As chamas consomem a região há pelo menos 14 dias.

Segundo major João Henrique, do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o fogo veio de Cavalcante (GO) e atingiu a área de preservação ambiental. “Estamos combatendo o incêndio florestal com nossas equipes em uma área próxima ao Paralelo 14. Nesse momento, nossas equipes se encontram em campo, combatendo as chamas”, informou uma nota divulgada pela corporação.

De acordo com o Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMBio), o incêndio na Chapada dos Veadeiros já queimou cerca de 36 mil hectares de vegetação. Deste total, 18 mil estão dentro do Parque Nacional.

A Polícia Civil já abriu inquérito para apurar o incêndio que consome a região. Três suspeitos já foram identificados. Entre eles, um fazendeiro, que teria ateado fogo para desmatar parte da área de uma propriedade. As chamas teriam saído do controle e se espalhando por 10 mil hectares.

O capitão do Corpo de Bombeiros de Goiás, Luiz Antônio Dias Araújo, disse que tudo leva a crer que o incêndio é resultado de uma ação criminosa. “Há ação de incendiários aqui na região. Hoje a gente tem essa convicção de que há alguém colocando fogo de forma criminosa às margens das rodovias”, disse.

A situação levou a Prefeitura de Alto Paraíso de Goiás a decretar estado de emergência ambiental. A expectativa do Corpo de Bombeiros de Goiás é de que as chuvas previstas para os próximos dias ajudem no combate ao incêndio. Nesta quinta, foram registradas precipitações isoladas na região.

 

Imagens registradas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF):

Continue lendo

Agronegócio

Granizo causa danos agrícolas em áreas produtoras de Santa Catarina

Os produtores rurais que tiveram prejuízos devem procurar os escritórios da Epagri em seus municípios para conhecer e adotar as medidas necessárias

Publicado

em

Segundo Levantamento da Epagri, entre os dias 17 e 21 de setembro, a ocorrência de granizo causou danos agrícolas em áreas produtoras de Santa Catarina. De acordo com a Epagri, as pastagens, trigo, tabaco, milho, pêssego, ameixa, nectarina e erva-mate, foram as culturas afetadas nas regiões do Extremo Sul, Oeste, Meio Oeste e Alto Vale do Rio Itajaí.

Os produtores rurais que tiveram prejuízos devem procurar os escritórios da Epagri em seus municípios para conhecer e adotar as medidas necessárias.

No Extremo Sul, cerca de 80 produtores já acionaram o seguro antigranizo. A região foi uma as mais afetadas, com grandes perdas na produção de tabaco. Morro Grande, São João do Sul, Meleiro e Balneário Gaivota foram os municípios mais atingidos. Além disso, as produções de milho também foram atingidas, porém em menor proporção, devido a fase inicial de desenvolvimento.

No Meio-Oeste do Estado, 10 hectares de alho e 12 de cebola registraram danos com perdas de 10% e 5%. Já na região Oeste, foram registradas perdas de 15% no cultivo do tabaco, sendo Coronel Freitas o município mais atingido pelo granizo. Os municípios de Vitor Meireles e Rio do Campo na região do Alto Vale do Rio Itajaí, tiveram lavouras de fumo afetadas.

De acordo com o gerente estadual de extensão da Epagri, a agricultura não foi fortemente impactada em relação ao contexto estadual, “mas os agricultores que tiveram seus cultivos atingidos sofreram perdas significativas”, afirma.

No estado, 611 hectares de tabaco foram atingidos, registrando perdas entre 20% e 40% nas lavouras afetadas, segundo a Epagri. As pastagens sofreram com a ocorrência do granizo, registrando perdas em 500 hectares. Já no caso do milho, 63 hectares sofreram com o granizo, com prejuízos de 15%. A erva-mate registrou perdas de 20% e 200 hectares. As perdas na fruticultura chegaram a 85%, com 49 hectares de pêssego, ameixa e nectarina afetados.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS