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Aura (AURA33) apresenta balanço forte e produção recorde, destaca XP

Recomendação de compra com preço-alvo de R$ 95 por BDR

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A XP Investimentos manteve sua recomendação de compra com preço-alvo de R$ 95 por BDR para a Aura Minerals, lista sob o ticker AURA33.

Para a gestora, a companhia reportou fortes números no quarto trimestre de 2020, após divulgação de produção recorde no trimestre, com EBITDA de US$50 milhões, queda de 6% na perspectiva da XP que previa alta de 14% T/T, ou +86% a.a.

“O principal motivo para o EBITDA abaixo da nossa expectativa foi o volume de vendas abaixo da produção no período, que deve ser realizado no primeiro trimestre de 2021, e custos acima do esperado em Aranzazu e San Andres (paralisações devido aos furacões Eta e Iota)”, destacou.

E disse mais: “acreditamos que a empresa esteja bem posicionada para aproveitar os benefícios de seu plano de expansão e destravar valor na medida em que atualize sua base de recursos e reservas.”

Aura (AURA33) apresenta balanço forte e produção recorde, destaca XP

Minério de ferro

Aura: 4TRI20

A produtora canadense de ouro Aura Minerals reportou lucro líquido de US$ 57,5 milhões no quarto trimestre (ou US$ 0,81 por ação) de 2020, o que representa quase o dobro dos US$ 29,7 milhões reportados no mesmo período do ano anterior.

A receita líquida acompanhou a sequência de crescimento dos trimestre anteriores e somou US$ 100,6 milhões, alta de 44% na comparação com o mesmo intervalo de 2019, quando a empresa registrou R$ 69,6 milhões.

Aura Minerals: balanço

Entre outubro e dezembro, a companhia registrou produção total de 64.530 onças equivalentes de ouro (GEO), um avanço de 20,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre janeiro a dezembro, foram 194.675 onças, ante 177.500 reportadas em 2019. Para 2021, a companhia projeta um montante entre 250 mil e 290 mil onças equivalentes.

Em 2020, a Mina EPP (Ernesto/Pau-a-Pique) registrou a maior produção anual com 66.847 onças no total. Segundo a companhia, o aumento foi impulsionado, principalmente, por maiores teores por onça pela mina Ernesto, que entrou em produção comercial a partir de 1º de outubro de 2020, e pela redução da relação estéril-minério.

Aura Minerals: empresa

Por outro lado, para 2021, a Aura espera um recuo na mina Ernesto, principalmente no primeiro semestre. Após esse período, a companhia estima que a mina alcance maiores teores no quarto trimestre de 2021 e no ano de 2022.

Além disso, os gastos com exploração da Aura Minerals aumentaram quase quatro vezes no quarto trimestre do ano passado, para US$ 2 bilhões. “A despesa de exploração para a EPP e Aranzazu representa, principalmente, custos relacionados ao aumento dos esforços para descoberta de novas áreas potenciais de mineração.

Na Gold Road [Estados Unidos], adquirida em 27 de março de 2020, despesas de exploração foram incorridas para detalhar as reservas e recursos da mina”, reiterou a companhia.

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