Economia
Auxílio Brasil: 3 milhões de famílias serão EXPULSAS do programa
Governo Lula pretende fazer uma limpa no Auxílio Brasil para o próximo ano. Mais de um milhão de famílias podem ficar de fora. Confira o motivo!
Para o ano de 2023, as novidades chegarão ainda muito cedo no Auxílio Brasil. Conforme indicou o futuro presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele realizará um pente-fino no benefício.
Além desta mudança, a equipe do futuro governo decidiu retomar à antiga reformulação do benefício para o venho e já conhecido Bolsa Família.
Na mudança dos benefícios, Lula apontou que a transferência será um pouco mais rigorosa para os repasses que estão sendo realizados de forma individual.
Os casos das famílias que se apresentam com apenas uma pessoa foram maiores entre novembro de 2021, o que resultou em 2,2 milhões de novas famílias até agosto de 2022, mas o número está chegando a 5,3 milhões.
O caso gerou muita dúvida, logo o Ministério da Cidadania precisou entrar com um processo para conferir o aumento de famílias compostas por uma única pessoa.
As 3 milhões que conseguiram acessar o programa desde novembro do ano passado precisam realizar a atualização dos dados no Cadastro Único (CadÚnico) para que o benefício não seja bloqueado.
Conforme indica Vinicius Botelho, ex-secretário de Desenvolvimento Social e Cidadania: “Existe uma agenda de qualificação de cadastro. É uma agenda grande e que apresenta um enorme desafio”.
Atualização no Cadastro Único
É por meio desta ferramenta que mais de 20 milhões de famílias brasileiras conseguem ter acesso aos benefícios concedidos pelo governo. O prejuízo começou a acontecer quando o Cadastro Único passou a ser utilizado para aprovação do Auxílio Emergencial durante a pandemia. Agora o sistema conta com aprovações quase imediatas.
É por isso que alguns beneficiários conseguiram acessar o Auxílio Brasil sem o acompanhamento rigoroso feito pelos Centros de Referências da Assistência Social (CRAS).
Momento delicado para a equipe de transição de governo
A equipe do governo Lula prevê que a maior dificuldade até o momento diz respeito a estes cadastros. Por causa disso, o Ministério da Cidadania ficará responsável por averiguar esses três milhões de casos.
Tereza Campello, líder da assistência social na transição de governo, apontou: “Isso vai impactar o governo. Vamos assumir com um processo sobre o qual não fomos consultados”.
Esses milhões de pessoas podem ser convocadas nos meses de janeiro e fevereiro de 2023 para comparecer ao centros de suas respectivas cidades. “A pessoa não vai receber e o que ela vai fazer? Vai no CRAS tentar saber o que aconteceu. Vamos ter o governo assumindo com um monte de fila”, confirmou Tereza Campello.

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