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Commodities

Biden vai usar as reservas de petróleo: Como fica a gasolina no Brasil?

Os Estados Unidos da América anunciaram que vão usar as reservas de petróleo. A decisão foi do presidente Joe Biden. Veja como fica no Brasil

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Os Estados Unidos da América anunciaram que vão usar as reservas de petróleo. A decisão foi do presidente Joe Biden. Vão ser liberados 50 milhões de barris da reserva estratégica dos EUA. Com isso, a medida pode reduzir o preço do petróleo.

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Reservas de Petróleo

O anúncio da liberação dos barris de petróleo foi feito nesta terça-feira, 23. É uma tentativa de diminuir os preços. A medida foi anunciada por Joe Biden em um momento em que o presidente dos EUA está com altos índices de rejeição.

O pedido do presidente é que os países que fazem parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) e aliados liberem mais petróleo. Porém, o pedido do presidente foi rejeitado pela Opep+. Um nova reunião entre os países participantes da organização está prevista para 2 de dezembro.

Apesar disso, até agora não existe nenhuma previsão de que a Opep+ possa mudar de ideia. Por isso, o presidente anunciou a liberação da Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA. Nesse sentido, a previsão é de que 32 milhões de barris de petróleo sejam emprestados nos próximos meses.

Enquanto isso, Biden anunciou que vai continuar na tentativa de negociações com parceiros internacionais. Até agora a Grã-Bretanha permitiu a liberação de 1,5 milhão de barris de reservas privadas. A Coreia do Sul ainda não disponibilizou nenhum barril.

Já Tóquio deve anunciar o que pretende fazer ainda nesta semana. Assim, a tentativa dos EUA é aumentar a oferta para baixar o preço da gasolina.

Apesar disso, nas bombas brasileiras, não se tem qualquer previsão de mudança nos preços. Isso porque, aqui no país, os combustíveis também sofrem influência do preço do dólar. Dessa forma, com a desvalorização da moeda brasileira, as medidas adotadas pelos EUA não devem alterar o preço pago nos combustíveis aqui no país.

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Ações, Units e ETF's

BTG coloca no mercado seu 1º fundo de índice de ações de commodities do país

Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras

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O BTG colocou no mercado seu primeiro fundo de índice de ações de commodities do país. Trata-se do ETF BTG Pactual Teva Ações Commodities Brasil Fundo de Índice (CMDB11), que replica o índice Teva Ações Commodities Brasil, negociado em bolsa.

O movimento se dá em parceria com a Teva Indices, e o ETF reúne 29 empresas brasileiras de commodities responsáveis por 97% das exportações do setor.

Segundo o BTG, o ETF é composto por empresas que atuam em mineração e metalurgia, alimentos de carnes e derivados, papel e celulose, açúcar e álcool, extração de petróleo e produção agrícola.

Sócio e head de renda variável da BTG Pactual Asset Management, Will Landers disse que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de commodities no mundo, que segue com tendência de alta puxada pela recuperação da demanda internacional.

Ele ressaltou que o ETF CMDB11 nasce como ótima alternativa doméstica para diversificar os investimentos, apostando em um setor atrelado à economia global, com receita dolarizada.

Colheita de soja

BTG – Commodities

De acordo com o BTG, entre julho de 2016 e outubro de 2021 o índice acumulou uma performance de 254,4% ante 98,2% do Ibovespa no mesmo período. Atualmente, as commodities representam 65% das exportações brasileiras. No mercado global, o Brasil representa 50% do comércio mundial de soja, 13,4% da produção global de carnes e 4% da produção de petróleo.

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Commodities

Se pandemia ‘deixar’, valorização de commodities deve continuar

Forte demanda por países em recuperação econômica explicaria alta do segmento

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Crédito: caep

Se o novo problema pandêmico (ômicron), ainda localizado, não se agravar, existe uma boa chance de o ciclo de alta das commodities se manter, ao longo dos primeiros meses de 2022, avaliam especialistas.

Maioria da receita – No caso brasileiro, em valor, as commodities subiram mais de 35% em outubro último – em comparação com igual mês do ano passado – mas caíram 2,9%, em volume, no mesmo comparativo, conforme dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Hoje, elas respondem por 70% da pauta de exportações brasileira.

Demanda reage – O entendimento de analistas é de que o momento é propício a investimentos em companhias produtoras de commodities, uma vez que, após o fechamento da economia (por conta da pandemia, no ano passado), a demanda voltou a crescer no mundo inteiro, descambando no atual ‘choque de oferta’, epicentro da escalada inflacionária global.

‘Retomada vibrante’ – “Esse processo de retomada econômica muito vibrante resulta em choque entre oferta e demanda, o que vem causando uma disrupção na cadeia de suprimentos e, evidentemente, pressionando os preços”, explica o analista da Empiricus, Matheus Spiess.

Pressão de alta – Outro argumento levantado pelo mercado é que alguns países estariam ensaiando sua retomada econômica, o que manteria as commodities em ‘pressão de alta’. Exemplo disso é o anúncio recente, pelo governo estadunidense, de um megapacote de US$ 1,2 trilhão de investimentos em diversos setores, além de infraestrutura, na primeira semana deste mês.

Investimento em infraestrutura – “São vários pacotes de estímulo que vão engajar a economia nos próximos anos. Vão demandar investimento, entre eles, de infraestrutura que demandam naturalmente commodities”, reforça Spiess, acrescentando que “o Brasil se beneficiaria disso naturalmente pela sua exacerbada potencialidade de fornecimento de matéria-prima para o mundo”.

Demanda aquecida – Na avaliação do especialista em renda variável da EWZ Capital, Guilherme Martins, a demanda aquecida também acabou elevando a participação das commodities na exportação. “As commodities vêm ganhando espaço com o passar dos anos. Nos anos 2000, tinham cerca de 50% de participação. Neste ano, a participação chegou a máxima histórica desde que passou a ser medido”, frisa

Ibovespa turbinado – Ao lembrar que as companhias ligadas a commodities poderão contribuir para turbinar o desempenho do Ibovespa, a estrategista de ações da XP Investimentos, Jennie Li, calcula que mineradoras e siderúrgicas respondem hoje por cerca de 35% do valor de mercado do índice.

Cadeias normalizam – Na previsão de analistas, a tendência é de que, no próximo ano próximo, as commodities caminhem para aumentos mais moderados, à medida que as cadeias de produção igualmente forem se normalizando”.

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Commodities

União deve arrecadar até US$ 285 bi com venda de petróleo do pré-sal até 2031

De 2022 até 2031, a produção de petróleo na camada Pré-sal brasileira deve atingir a marca de 8,2 bilhões de bdp.

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De 2022 até 2031, a produção de petróleo na camada Pré-sal brasileira deve atingir a marca de 8,2 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) acumulados, sendo que 1,5 bilhão são da União, pelo regime de partilha. A comercialização desse óleo vai gerar US$ 116 bilhões no período, além de US$ 92 bilhões em royalties e US$ 77 bilhões em impostos. Ou seja, o total de receitas para os cofres da União gerados pela exploração do Pré-sal será de US$ 285 bilhões até 2031.

Leia mais: Petrobras encontra petróleo em poço pioneiro no pré-sal da Bacia de Santos

Os dados foram apresentados hoje (24) pelo diretor-presidente da Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. (Pré-sal Petróleo S.A – PPSA), Eduardo Gerk, no 4º Fórum Técnico Pré-sal Petróleo. A PPSA atua na gestão dos contratos de partilha de produção, gestão da comercialização de petróleo e gás natural e a representação da União nos acordos de individualização da produção.

Gerk destaca que, com o passar do tempo, aumenta conhecimento sobre os campos em fase exploratória e também em produção, tornando as projeções mais apuradas. Com isso, do ano passado para cá, a estimativa de produção de óleo para a União aumentou em 500 milhões de boe.

Na década de 2021 a 2030, a estimativa era de 1 bilhão de barris. Quando passamos de 2022 a 2031, ou seja, adiantamos um ano nesse período de tempo, essa produção estimada passou para 1,5 bilhão de barris, devido à pujança desses projetos e o aumento da produção concreta”.

O estudo leva em conta os contratos já em vigor e também os campos de Atapu e de Sépia, que serão licitados no dia 17 de dezembro na Segunda Rodada de Volumes Excedentes da Cessão Onerosa. A estimativa é que a produção diária nesses contratos seja de 3,5 milhões de barris em 2031, com cerca de 1 milhão para a União.

Os investimentos no Polígono do Pré-Sal no período serão de US$ 99 bilhões, sendo US$ 33 bilhões em plataformas de produção, US$ 37 bilhões em poços e US$ 29 bilhões em sistemas submarinos. A estimativa é que sejam contratados 27 FPSOs (navios plataformas) e 416 poços.

Redução das emissões

Outro tema tratado no fórum foram as emissões de gases do efeito estufa e os desafios que a indústria do petróleo tem para reduzi-las. De acordo com o assessor de Planejamento Estratégico da PPSA, Antonio Cláudio Corrêa, a atividade de extração gera em média a emissão de 20kg a 30kg de gás carbônico por barril de óleo equivalente. Já queimado combustível fóssil emite 400kg de CO2/boe.

“Nós vamos tentar fazer o dever de casa e, dentro da indústria de exploração e produção, diminuir essa quantidade de emissões no processo de extração do petróleo. Mas, claramente, a gente vê a necessidade de investir na redução das emissões de uma maneira global, fixando essas emissões na terra e desenvolvendo tecnologias e condições para que a gente consiga fixar mais carbono e diminuir a quantidade de emissões”, explicou.

O gerente-geral de Engenharia de Sistemas de Superfície da Petrobras, Fabrício Soares, afirmou que a empresa assumiu o compromisso de reduzir em 32% as emissões de carbono na exploração e produção até 2025, além de 40% no metano e a reijeção de 40 milhões de toneladas de CO2 retirados dos poços de volta nas jazidas.

“Esses compromissos tem como base o ano de 2025. A partir de 2025 até 2030, [o compromisso é] a redução das emissões absolutas operacionais totais em 25% e a zero queima de rotina em flare [queima do gás natural que sai dos poços junto com o petróleo]. Em setembro nós anunciamos a ambição de atingir a neutralidade das emissões das nossas operações”,disse.

Também foram apresentados no evento a experiência de coparticipação no campo de Búzios, entre a Petrobrás e as empresas chinesas CNODC e CNOOC; e a transformação digital no Campo de Libra. Todos os vídeos estão disponíveis no canal da Agência EPBR no Youtube.

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