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Blue Chips e P2P como estratégias para migrar da renda fixa para outros investimentos

Blue Chips e P2P como estratégias para migrar da renda fixa para outros investimentos

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Pandemia, Selic baixa, volatilidade na bolsa, cenário político nacional e internacional caótico. Com tudo isso, os investimentos tradicionais acabaram tendo sua rentabilidade reduzida e a bolsa de valores tornou-se um lugar de incertezas para os menos experientes.

Diante desse cenário, muitos investidores acabaram migrando da renda fixa para outras modalidades de investimentos.

Ao ver seus títulos terem rendimento reduzido, muitos recorreram à renda variável, isto é, apostaram em ações na bolsa de valores.

Apesar de o momento ser de incertezas, há formas de diminuir os riscos, diversificando a carteira. Confira algumas dicas de modelos de investimento para quem quer sair da renda fixa:

Uma boa opção é buscar as Blue Chips, que têm grande valor de mercado, ainda que oscilem em tempos de crise, como é o caso das ações dos quatro principais bancos do país (Banco do Brasil, Santander, Bradesco e Itaú) e de empresas tradicionais e resilientes, como Petrobras e Vale, por exemplo.

Investimentos

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Renda Variável

Isso tudo além de poder contar com a assessoria de uma miríade de consultores e especialistas no assunto que, cada vez mais, procuram o investidor pessoa física para auxiliá-lo no árido terreno da renda variável.

Outra forma de simular – digamos – uma renda fixa é apostar na modalidade P2P (peer-to-peer lending).

Nela, o investidor tem a possibilidade de investir diretamente em uma empresa sem a interferência de um banco.

Em um país onde o spread bancário é elevado, em comparação com as demais nações, esta é uma modalidade que pode oferecer boa rentabilidade.

A Allugator Invest é um bom exemplo de empresa que se utiliza do P2P para financiar seus lotes de eletrônicos para locação. A plataforma promete rendimentos de até 13% ao ano (ou 600% do CDI).

E há os investimentos em commodities ou ativos tangíveis. Estes, que antes eram associados aos “guardadores de dinheiro no colchão”, hoje são modalidades cada vez mais em alta.

Comprar ouro, dólar e até obras de arte ou moedas antigas, tem sido uma opção de investimento considerada confiável por muitos. Contudo, os retornos podem demorar a vir, podendo levar até décadas para trazer algum rendimento.

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Itaúsa (ITSA4) paga R$ 0,02 por ação em juros sobre o capital próprio adicionais até abril

Considerando a retenção de 15% do Imposto de Renda na fonte, o valor pago por ação passará a ser de R$ 0,01768.

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Itaúsa

O Conselho de Administração da Itaúsa (ITSA4) comunicou na última segunda-feira, 18, em fato relevante, que foi aprovada a declaração de juros sobre o capital próprio adicionais no valor de R$ 0,0208 por ação. De acordo com o documento, os valores serão repassados aos acionistas até o dia 30 de abril de 2021.

Vale destacar que, considerando a retenção de 15% do Imposto de Renda na fonte, o valor pago por ação passará a ser de R$ 0,01768, exceto para acionistas pessoas jurídicas comprovadamente imunes ou isentos. Ademais, esse valor será pago com base na posição final acionária final de 22 de janeiro, e a partir do dia seguinte (23 de janeiro), as ações serão negociadas como “ex-JCPs” (Juros sobre Capital Próprio).

A Itaúsa é a holding que controla o Banco Itaú. Entre seus principais investimentos, além do próprio Itaú Unibanco, que representa 90% de seus ativos, estão aplicações em empresas de produção de madeira e papel, calçados, transporte de gás natural, entre outras.

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Conheça as 30 maiores pagadoras de dividendos em 2020

Analistas fizeram um levantamento de resultados em 2020, de acordo com números de 2019.

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Dividendos

Analisar dividendos é importante para os investidores que desejam aplicar pensando em viver de renda. Eles representam o percentual de lucros que a companhia distribui entre os acionistas, como uma espécie de remuneração. Assim, se tiver comprado ação de uma empresa que paga dividendos, o investidor possui direito a grana extra.

Em algumas situações, o dinheiro é pago mensalmente. Já em outras, os dividendos são disponibilizados uma vez a cada trimestre, semestre ou até mesmo por ano. Dessa forma, o período de liberação dependerá dos critérios da empresa. Mas esse não deve ser o único item a ser avaliado ao determinar as melhores e maiores pagadoras de dividendos.

“A carteira de investimentos em dividendos olha muito para o longo prazo, porque você vai buscar ganhar com o lucro que a empresa distribui, e não necessariamente com a valorização dela” destaca o analista de investimentos da Rico, Thiago Salomão.

Portanto, ao decidir por investir em dividendos, é importante selecionar empresas consolidadas, que distribuem bons dividendos e permanecem com a aplicação por longo tempo. 

Veja a lista com as 30 maiores pagadoras de dividendos de 2019:

Empresa

Setor 

Média Div Yld (inic)

5 anos em %

Div Yield (inic)

12 meses Div + JCP

em %

Retorno 12 meses

com DIV e JCP

em %

Cyrela Realt (CYRE3)

Construção civil 5,27 11,04

113,29

BBSeguridade (BBSE3)

Previdência e seguros 7,57 10,14

36,61

Petrobras BR (BRDT3)

Petróleo gás e biocombustíveis 6,97 10,01

30,09

Sid Nacional (CSNA3)

Siderurgia e metalurgia

2,71 9,37

38,30

Itausa (ITSA4)

Intermediários financeiros 6,66 9,00

7,71

Qualicorp (QUAL3)

Serviços médico-hospitalares análises e diagnósticos 6,51 8,36

225,08

MRV (MRVE3)

Construção civil 5,94 7,94

52,12

Telef Brasil (VIVT4)

Telecomunicações 5,87 7,68

30,22

Smiles (SMLS3)

Diversos 6,79 7,55

-15,55

ItauUnibanco (ITUB4)

Intermediários financeiros 5,56 7,48

-3,46

Taesa (TAEE11)

Energia elétrica 10,93 7,34

30,23

BR Malls Par (BRML3)

Exploração de imóveis 2,23 7,05

37,41

Santander BR (SANB11)

Intermediários financeiros 7,43 5,89

-12,02

CCR SA (CCRO3)

Transporte 4,44 5,45

34,84

Bradesco (BBDC3)

Intermediários financeiros 4,47 5,38

-5,12

Cemig (CMIG4)

Energia elétrica 6,24 5,25

15,02

Bradesco (BBDC4)

Intermediários financeiros 4,80 5,25

-10,90

Bradespar (BRAP4)

Mineração 5,43 4,97

44,48

Cielo (CIEL3)

Serviços financeiros diversos 3,62 4,77

-29,99

Klabin S/A (KLBN11)

Madeira e papel 3,90 4,71

20,38

Fleury (FLRY3)

Serviços médico-hospitalares análises e diagnósticos 5,52 4,71

53,39

Brasil (BBAS3)

Intermediários financeiros 5,30 4,66

-5,67

Btgp Banco (BPAC11)

Intermediários financeiros 5,87 3,93

131,79

Engie Brasil (EGIE3)

Energia elétrica 6,47 3,76

21,40

Eletrobras (ELET6)

Energia elétrica 2,40 3,59

1,96

B3 (B3SA3)

Serviços financeiros diversos 4,39 3,58

64,63

Hypera (HYPE3)

Comércio e distribuição 2,87 3,57

29,73

Petrobras (PETR4)

Petróleo gás e biocombustíveis 1,63 3,50

13,01

Tim Part S/A (TIMP3)

Telecomunicações 2,39 3,44

48,59

Irbbrasil Re (IRBR3)

Previdência e seguros 4,50 3,26

24,36

Informações com base em estudo de analistas da Rico (19/02/2020).

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PicPay se prepara para oferta inicial de ações na Bolsa

Fintech teve crescimento impulsionado em 2020, em razão da pandemia de Covid-19, que estimulou o uso de serviços financeiros digitais.

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PicPay

Diante do contexto competitivo no setor bancário, o PicPay aquece para ingressar na lista de companhias de tecnologia que devem abrir capital em 2021. A carteira digital foi difundida no Brasil por possibilitar transferências instantâneas entre contas de bancos distintos e vem constantemente atualizando as suas soluções financeiras.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a fintech ainda não formalizou o contrato com o sindicato responsável pela estruturação de sua oferta. Entretanto, a empresa já deu início aos acordos.

O PicPay expandiu aceleradamente em 2020, principalmente depois do começo do isolamento social, imposto pela pandemia de Covid-19. Como consequência, foram impulsionados os serviços financeiros digitais. 

A carteira digital foi fundada em 2012 por um trio de empreendedores de Vitória, no Espírito Santo. Em 2019, a companhia foi comprada pelo Banco Original, da J&F, que também gere a JBS.

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