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Empresas

BTG compra créditos do Banco Econômico e coloca seu ETF na Bolsa

Banco venceu leilão

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O BTG Pactual comprou créditos do Banco Econômico após vencer leilão, segundo o Valor Econômico.

Conforme o jornal, a instituição financeira venceu o leilão realizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), e o FGC (Fundo Garantidor de Créditos).

Também disse que o fundo FIDC NP Alternative Assets 1, administrado pelo BTG, ficará com os créditos do Banco Econômico que eram mantidos por essas instituições desde 1995, quando o Banco Central interveio no banco.

E acrescentou que três participantes haviam se cadastrado para participar do leilão: NPL Brasil, FIDC NP Atlântico e o Alternative Asset 1, mas só o fundo do BTG fez lance, vencendo pelo valor mínimo, de R$ 937,750 milhões.

BTG: ETF

Outra novidade do BTG Pactual diz respeito à entrada de ETF de Small Caps na bolsa.

Isso porque o banco de André Esteves negocia com a B3 Fundo de Índice para implementar o acesso do SMAB11 no índice.

De acordo com a bolsa brasileira, o ETF já está disponível para investidores que queiram exposição passiva ao universo de 129 companhias de pequena capitalização de mercado, as small caps.

Superintendente de relacionamento com clientes, Afonso Rossatto disse que o produto “é mais uma alternativa para os investidores que desejam diversificação e exposição a um grupo de empresas com elevado potencial de crescimento”.

Sócio e deputy CEO da BTG Asset Management, Allan Hadid destacou que a relevância desse tipo de produto para diversificação da carteira e a facilidade que ele proporciona no acesso seguro ao universo das pequenas empresas da bolsa.

Para se ter deia, a B3 conta, hoje, com 46 ETFs ligados a diversos índices de mercado no Brasil e no exterior, dos quais quatro (incluindo o SMAB11) são atrelados ao SMLL, o índice de small caps.

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Automobilística

Toyota lança programa de carros por assinatura com preços a partir de R$ 2,6 mil

Planos possibilitam o aluguel de carros pelo prazo de 12 a 24 meses, com possibilidade de compra ao final do contrato.

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Carros

A Toyota lançou nesta quinta-feira, 23, o “Kinto One Personal”, seu novo programa de carros por assinatura no Brasil. O serviço passa a integrar o portfólio da Kinto, braço da fabricante japonesa com presença em 40 países ao redor do mundo.

Leia mais: 5 carros usados vendidos por preço maior do que na tabela Fipe em agosto

Além da novidade, a empresa oferece mais dois serviços: o Kinto One Fleet, voltado para frotas corporativas e atendimento de empresas; e o Kinto Share, um aluguel de carros de curto prazo (entre 1 e 30 dias).

A contratação deve ser feita pela internet ou em uma das concessionárias da Toyota espalhadas pelo país. Todo o processo de preenchimento de dados, acompanhamento e assinatura de contrato pode ser feito previamente no site da Kinto.

Para se cadastrar, o cliente precisa informar seus dados pessoais e enviar fotos e CNH. Ele pode pagar seu carro por assinatura com cartão de crédito, Pix ou boleto.

Carro por assinatura

Essa modalidade, conhecida como carsharing, vem se consolidando no Brasil nos últimos dois anos. De acordo com a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), a expectativa das empresas que oferecem o serviço é de chegar ao final de 2022 com 160 mil carros contratados.

Ao invés de comprar um carro, o cliente aluga o veículo por um, dois ou mesmo três anos. Ao fim do contrato, o consumidor pode renovar sua assinatura com o mesmo modelo ou outro, ou ainda comprar o carro alugado.

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Empresas

BK Brasil: Morgan Stanley eleva participação acionária

Vai efetivar o diretor vice-presidente

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Burger King

O Burguer King Brasil informou que o Morgan Stanley elevou participação, e que também pretende efetivar seu diretor vice-presidente, conforme documentos encaminhados ao mercado.

De acordo com a companhia, em 21 de setembro de 2021 o Morgan Stanley aumentou sua participação acionária para patamar superior a 10% das ações, se qualificando como detentora de participação relevante no capital social da empresa.

Também disse que a participação societária detida pelo Morgan Stanley alcançou 29.005.961 ações ordinárias, representando 10,5% das ações de emissão.

Participação no Burger King

BK Brasil

Em outro documento, disse que recebeu comunicado da Atmos Capital Gestão de Recursos informando que em 22 de setembro de 2021 reduziu sua participação acionária para patamar inferior a 10% das ações da companhia, se qualificando como detentora de participação relevante no capital social.

Também disse que a participação societária detida pela Atmos Capital Gestão de Recursos Ltda alcançou 27.230.633 milhões de ações ordinárias, representando 9,89% das ações de emissão.

E acrescentou que a Atmos, com exceção das ações indicadas acima, não detém quaisquer outros valores mobiliários ou derivativos relacionados ou referenciados em ações de emissão da Companhia.

Vice-presidente

Conforme a empresa, o Conselho de Administração deliberou eleger Gabriel Magalhães da Rocha Guimarães para o cargo de Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores, de modo que deixa de assumir a posição estatutária interinamente e passa a ocupá-la de modo efetivo.

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Empresas

Atacadão projeta que sua unidade atacarejo vai atingir R$60 bi em vendas

Big e Maxxi

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Cartão Atacadão

O Atacadão projeta que sua unidade atacarejo vai atingir R$ 60 bilhões em vendas até ofinal deste ano, conforme fato relevante encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, também projeta atingir R$ 100 bilhões em vendas brutas no exercício social que se encerrará em 31 de dezembro de 2024.

Também disse que a companhia ratifica que os números acima mencionados são exclusivamente relacionados à Unidade Atacadão e são baseados na taxa de crescimento anual composta (CAGR) histórica da Unidade Atacadão, de 15% ao ano, verificada entre os anos de 2017 e 2020.

Grupo Big

Atacadão

Ainda de acordo com o documento, a companhia ressalta que o número mencionado no item acima inclui o faturamento de 2020 da unidade de atacarejo do Grupo BIG Brasil S.A., conduzida sob a marca “Maxxi”, cuja aquisição está sujeita à aprovação da autoridade concorrencial brasileira.

“Vale destacar que informações sobre perspectivas de negócios, projeções e metas financeiras são meras previsões, baseadas nas expectativas atuais da administração, as quais dependem das condições do mercado em geral, do cenário econômico brasileiro e do setor em que a companhia atua”, destacou.

E acrescentou que eventuais mudanças na percepção ou nos fatores descritos acima podem fazer com que os resultados efetivos sejam diferentes daqueles previstos nas estimativas aqui apresentadas.

A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker CRFB3.

Veja o documento:

Atacadão projeta que sua unidade atacarejo vai atingir R$60 bi em vendas

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