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BTG Pactual (BPAC11) entra no Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3

BTG Pactual (BPAC11) entra no Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3

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O BTG Pactual (BPAC11) passa a integrar, a partir de janeiro de 2021, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), que reúne em carteira 39 empresas listadas na bolsa com melhor desempenho em sustentabilidade.

Como parte do processo seletivo, a empresa respondeu um extenso questionário dividido em 7 dimensões: geral, governança corporativa, econômico-financeira, ambiental, social, mudanças climáticas e natureza do produto.

“Entrar na carteira do ISE mostra que o BTG Pactual está no caminho certo da sustentabilidade, alinhados às boas práticas do mercado e comprometidos em entregar para nossos clientes resultados que vão além do retorno financeiro e impactam positivamente a sociedade e o meio ambiente”, afirma Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

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BPAC11: ESG

Para garantir a entrada no índice, a área de ESG estruturou um plano de ação que envolveu de forma transversal todas as áreas do Banco para incorporar a temática de sustentabilidade em suas atividades centrais.

“Foram desenvolvidas novas iniciativas, processos e indicadores, além do aumento da transparência sobre as práticas ESG, com a publicação do relatório anual e de sustentabilidade com indicadores GRI e os ODS”, explica Beatriz Freitas, Head de ESG do BTG Pactual.

BPAC11: processo

Dentro deste processo, o BTG Pactual criou iniciativas como o Comitê de Diversidade, integração de novas métricas para análise de risco socioambiental das operações, maior interface e engajamento com seus fornecedores e estruturação de novos produtos ESG.

O ISE B3 é uma iniciativa pioneira na América Latina, que busca criar um ambiente de investimento compatível com as demandas de desenvolvimento sustentável da sociedade contemporânea e estimular a responsabilidade ética das corporações. O índice funciona como uma ferramenta de análise comparativa das empresas listadas na bolsa sob o aspecto da sustentabilidade corporativa, baseada em eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa.

BTG Pactual no ISE B3

A entrada do BTG Pactual no ISE B3 vem se somar às demais iniciativas do banco em sustentabilidade, investimento de impacto e ESG. Em 2019 o banco compensou 100% das emissões de carbono decorrentes de suas operações no mundo, incluindo deslocamentos e viagens a trabalho.

Em 2020, criou a área de Investimento de Impacto, que fomenta a criação de produtos e serviços que unam retorno financeiro com impacto socioambiental positivo, e virou signatário da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep-FI).

ETF ESG do Brasil

Em outubro deste ano, o BTG Pactual lançou o primeiro ETF ESG do Brasil, e em novembro, a estratégia Landscape Capital, que se dedicará a soluções climáticas naturais a partir da compra de terras devastadas brasileiras e de outros países da América Latina para reflorestamento com mata nativa.

Veja BPAC11 na Bolsa:

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Ações, Units e ETF's

PicPay se prepara para oferta inicial de ações na Bolsa

Fintech teve crescimento impulsionado em 2020, em razão da pandemia de Covid-19, que estimulou o uso de serviços financeiros digitais.

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PicPay

Diante do contexto competitivo no setor bancário, o PicPay aquece para ingressar na lista de companhias de tecnologia que devem abrir capital em 2021. A carteira digital foi difundida no Brasil por possibilitar transferências instantâneas entre contas de bancos distintos e vem constantemente atualizando as suas soluções financeiras.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a fintech ainda não formalizou o contrato com o sindicato responsável pela estruturação de sua oferta. Entretanto, a empresa já deu início aos acordos.

O PicPay expandiu aceleradamente em 2020, principalmente depois do começo do isolamento social, imposto pela pandemia de Covid-19. Como consequência, foram impulsionados os serviços financeiros digitais. 

A carteira digital foi fundada em 2012 por um trio de empreendedores de Vitória, no Espírito Santo. Em 2019, a companhia foi comprada pelo Banco Original, da J&F, que também gere a JBS.

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MRV lsnçs incorporadora Sensia, voltada a consumidor com renda de até R$ 11 mil

Empresa estreia seus trabalhos em Campinas (SP), mas tem planos de se expandir por mais cinco locais do país.

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Imóvel

A MRV Engenharia se prepara para entrar em um novo segmento no mercado. O lançamento da Sensia, novo negócio voltado para clientes de classe média, com residências de R$ 300 a R$ 500 mil. O lançamento ocorre em janeiro e começa em Campinas (SP), mas já estão sendo estudados projetos para mais 4 lugares, que são: Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS). 

A nova incorporadora tem grandes chances de fazer sucesso no mercado, com a demanda do negócio, os preços atrativos e os juros mais baixos. A Sensia vem com a proposta de ajudar os consumidores com renda de R$ 7 a R$ 11 mil mensais, a conseguirem a casa própria. 

Dentre os planos da incorporadora, estão as torres de 250 unidades, com valor de aproximadamente R$ 344 mil e fachadas onde o cliente possa customizar, para deixar com a sua própria identidade. Em 2021, é esperado um lucro de R$ 500 milhões e no ano de 2023 é planejado o alcance de 3 mil novas unidades, com rendimento de R$ 1 bilhão. 

Eduardo Fischer, copresidente do grupo, afirmou ao Broadcast que está muito otimista. “Se tivermos a competência como sociedade e fizermos o que precisa ser feito para manter a taxa de juros baixa, esse mercado vai explodir. Investimos mais pesado agora porque enxergamos que essa bandeira tem um grande potencial de crescimento. Nos últimos seis meses, pisamos no acelerador e estamos atentos especialmente à construção do landbank (estoque de terrenos)”, concluiu. 

Além da Sensia, a MRV possui outros negócios. A Urba é uma loteadora focada em condomínios fechados para baixa renda. Além disso, a empresa também tem parceria com o Minha Casa Minha Vida (MCMV), a subsidiária norte-americana AHS e a Luggo, empresa focada na locação de imóveis. 

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XP Empresas alcança R$ 50 bi em ativos sob custódia

Unidade foi criada há cerca de um ano com foco em companhias com receita anual entre 50 milhões e 1 bilhão de reais por ano.

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A XP Inc somou em dezembro por volta de 50 bilhões de reais em investimentos sob custódia de empresas e pretende dobrar sua rede de atendimento a esse segmento em 2021, movimento que integra sua meta de alcançar cerca de 100 bilhões de reais nos próximos 18 meses.

Segundo o chefe da XP Empresas, Rodrigo Moreira, os planos fazem parte de estratégia da XP para diversificar a base de clientes, ainda muito centralizada em pessoas físicas.

A unidade foi criada há cerca de um ano com foco em companhias com receita anual entre 50 milhões e 1 bilhão de reais por ano, e atendeu no começo companhias de pessoas que já eram clientes pessoa física na XP. Em 2020, a divisão passou a oferecer crédito, além de derivativos de balcão e soluções de câmbio.

Contudo, com consequências econômicas o aumento da taxa de poupança entre as famílias, efeitos da pandemia, um movimento parecido ocorreu no meio empresarial, levando várias das empresas que conseguiram sobreviver à recessão a também engordarem o caixa e a procurarem melhores ferramentas de gestão para esses recursos do que as oferecidas nos bancos.

Tal tendência foi inédita no país, onde a taxa de poupança das empresas, assim como das pessoas, sempre foi historicamente baixa. Mas a pandemia trouxe a percepção da necessidade de aumentar o caixa, o que ficou mais acessível com o corte do custos de capital, com a Selic a 2% ao ano, afirmou Moreira.

“Mas em quase 100% das vezes, os grandes bancos oferecem que as empresas apliquem recursos do caixa em CDB; mas a maturidade delas sobre gestão de caixa tem crescido e elas estão procurando por alternativas melhores”, disse o executivo.

Esse quadro está dando vazão para os planos de tentar diversificar as fontes de captação, explicou a XP.

Atualmente, por volta de 60% dos investimentos financeiros no Brasil são de pessoas físicas, com as empresas ficando com pelos outros 40%. Considerando a origem de foco no varejo desde seu surgimento, a XP tinha cerca de 90% dos ativos sob custódia derivados de pessoas físicas, quando seu braço para empresas começou a operar.

Daí em diante, acrescentou Moreira, a captação oriunda de empresas tem girado em torno de 20% do total da XP, mas cresceu um pouco em relação ao total, visto que neste ano também têm sido fortes as entradas de recursos por parte das pessoas físicas.

A XP, que tem hoje uma base de 35 mil empresas clientes – um aumento de 70% em 12 meses, espera dobrar seu atendimento especializado a empresas para 250 de seus 659 escritórios no fim de 2021.

“Vejo potencial para podermos dobrar nossos ativos de empresas sob custódia em 18 meses”, finalizou o executivo.

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