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Economia

CadÚnico: Saiba como atualizar inscrição e garantir acesso a diversos programas sociais

Um membro da família deverá ser o responsável por fazer o cadastro, que dá acesso a diversos benefícios do Governo Federal, e mantê-lo atualizado.

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Cadastro Único

O Cadastro Único (CadÚnico) é uma espécie de base de dados do Governo Federal que contém informações sobre famílias brasileiras em situação de pobreza e extrema pobreza. Ele é uma forma de acesso a diversos programas sociais, e por isso, deve estar sempre atualizado para que o cidadão não perca seu benefício.

Confira alguns dos programas sociais do Governo Federal que utilizam o CadÚnico para selecionar as famílias que serão beneficiadas:

  • Aposentadoria para pessoa de baixa renda;
  • Bolsa Verde – Programa de Apoio à Conservação Ambiental;
  • Carta Social;
  • Carteira do Idoso;
  • Fomento – Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais;
  • Isenção de Taxas em Concursos Públicos;
  • Passe Livre para pessoas com deficiência;
  • Pro Jovem Adolescente;
  • ​​Programa Bolsa Família;
  • Programa Brasil Carinhoso;
  • Programa de Cisternas;
  • Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI;
  • Programa Minha Casa, Minha Vida;
  • Tarifa Social de Energia Elétrica;
  • Telefone Popular.

Os requisitos para o cadastro são renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou de renda total de até 3 salários mínimos por mês. Um membro da família deverá ser o responsável por fazer o cadastro e mantê-lo atualizado. Esta pessoa deve ser preferencialmente uma mulher, de pelo menos 16 anos, e morar na mesma casa.

Para se inscrever no CadÚnico, os interessados devem procurar um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) no seu município. É necessário apresentar os documentos de todos os integrantes da família, a saber:

  • Carteira de Identidade (RG);
  • CPF;
  • Certidão de Nascimento;
  • Certidão de Casamento;
  • Carteira de Trabalho;
  • Título de Eleitor;
  • Certidão Administrativa de Nascimento do Indígena (RANI).

Vale destacar que o representante da casa deverá comparecer ao CRAS sempre que houver alterações no núcleo familiar para atualização de dados, tais como mudança de endereço ou emprego, aumento de renda, nascimento, adoção ou falecimento de membros da família, entre outras.

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Empresas

Telefônica pretende pagar juros e dividendos em 2021

Para a Elite Investimentos, a empresa reportou bom resultado em 2020

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A Telefônica Brasil (VIVT3) anunciou pagamento de juros e dividendos para este ano, conforme documento encaminhado ao mercado.

De acordo com a empresa, os pagamentos cairão na conta dos acionistas em duas datas: 13 de julho e 05 de outubro.

Na primeira, serão pagos os juros anunciados em seis ocasiões do ano passado, somando um valor bruto por ação de R$ 3,1359 para as ações ON e de R$ 1,2033 para as preferenciais existentes antes da conversão de todos os papéis em ordinários.

Em outubro, será a vez de os acionistas receberem um total de R$ 1,6511 por ação ordinária, na forma de dividendos anunciados em duas ocasiões do ano passado.

Como se sabe, a diferença é que os juros recebidos deverão pagar uma alíquota de 15% de Imposto de Renda, enquanto os dividendos são isentos. Apenas para se ter uma ideia, o formulário de referência de 2020 da Vivo indica que seu capital social é representado por 1,691 bilhão de ações ordinárias.

A operadora concluiu a conversão de suas preferenciais em ordinárias em novembro do ano passado, na proporção de uma ON para cada PN.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia pagamento de juros e dividendos em 2021

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Telefônica – Elite Invest

Para a Elite Investimentos, a empresa reportou seu resultado referente a 2020 e o bom desempenho justificou a manutenção da tele na carteira de dividendos da gestora.

A afirmação é da própria gestora por meio de relatório ao mercado, onde reitera sua recomendação de compra da companhia e preço-alvo em R$ 60,05.

No documento, a Elite elenca a eficiência na gestão de custos por parte da tele por conta das medidas tomadas pela operadora para digitalizar e automatizar processos, bem como flexibilização de contratos trabalhistas.

Também destacou os investimentos focados na ampliação e qualidade das redes 4G e 5G, além de uma parceria para atração de investidor para a nova empresa de fibra ótica anunciada em julho de 2020.

Telefônica: endividamento

Outro ponto elencado pela Elite foi com relação ao endividamento que segue sem preocupar a empresa. A dívida bruta encerrou o trimestre em R$ 2,76 bilhões excluindo o reconhecimento de passivos decorrentes de arrendamentos, exigidos pelo IFRS 16.

“A companhia não possui dívida denominada em moeda estrangeira. Ao excluir o efeito do IFRS 16, registrou caixa líquido de R$ 2,99 bilhões no quarto trimestre”, disse.

E acrescentou: “já em comparação ao quarto trimestre de 2019, o caixa líquido aumentou em R$ 4,0999 milhões, principalmente pela maior geração de caixa no período.

Acionistas

Por fim, a Elite ressaltou a maximização do retorno aos acionistas, lembrando que em 2020 a tele havia aprovado o pagamento de juros sobre capital próprio e dividendos no valor bruto de R$ 5,4 bilhões relativo ao exercício social de 2020.

Dessa forma, o dividend payout atingiu 113,6% e o dividend yeld foi de 7,0% no ano.

4TRI20

A companhia registrou lucro de R$ 1,3 bilhão no quarto trimestre de 2020, alta de 1,5% em relação ao mesmo período de 2019, mostra documento enviado ao mercado na terça-feira (23).

Segundo a empresa, o valor foi puxado pela menor despesa com impostos.

A receita operacional, por outro lado, caiu 1,5%, somando R$ 11 bilhões.

Veja VIVT3 na Bolsa:

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Ações, Units e ETF's

Vale anuncia pagamento de R$22,5 bi em dividendos em março

O valor total entregue aos investidores deve somar R$ 22,5 bilhões

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O conselho de administração da Vale aprovou a distribuição do total de R$ 4,26 por ação (aproximadamente US$ 0,77 por ADR) na remuneração aos acionistas com relação ao desempenho da companhia no segundo semestre do ano passado.

Segundo o Valor Econômico, o valor total entregue aos investidores deve somar R$ 22,5 bilhões, equivalente a quase 85% do lucro líquido anual obtido por ela em 2020.

Vale (VALE3) anuncia pagamento de R$22,5 bi em dividendos em março

Vista de mina da Vale em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG)

VALE: dividendos

Em termos percentuais, o dividendo distribuído representa um retorno com dividendo (dividend yield) próximo a 4,5%, quando se considera o preço de fechamento da ação da mineradora ontem, de R$ 95,71.

Conforme a empresa, a continuação da política de dividendos visa devolver aos acionistas uma parcela “relevante” da geração de caixa da companhia, em um padrão previsível e alinhado com o pilar estratégico da companhia de disciplina na alocação de capital.

Dos R$ 4,26 que serão pagos aos acionistas, R$ 3,426 por ação serão na forma de dividendos, e, portanto, isentos de Imposto de Renda, e R$ 0,835 por ação como juros sobre o capital próprio (JCP). Nesta segunda parcela incide 15% de IR na hora do recebimento.

O pagamento da remuneração ocorrerá em 15 de março e a data de corte para os detentores de ações no Brasil será o dia 4, enquanto a data de referência para quem tem recibos de ações na bolsa de Nova York o dia 8.

A partir do dia 5 de março os papéis serão negociados sem o direito a este dividendo e JCP.

3TRI20

A mineradora reportou lucro líquido de R$ 739 milhões no quarto trimestre, ante prejuízo líquido de R$ 1,56 bilhão um ano antes, refletindo um histórico desempenho da unidade de ferrosos guiado por preços mais altos que foi minimizado por despesas pelo desastre de Brumadinho (MG).

Segundo a Reuters, a empresa assinou em fevereiro um acordo de R$ 37,69 bilhões para reparação de danos coletivos causados pelo rompimento de barragem da mineradora em 2019 em Brumadinho, com autoridades de Minas Gerais, encerrando ações coletivas na Justiça.

Vale: o acordo

O acordo impactou o resultado do quarto trimestre em R$ 3,872 bilhões, informou a Vale na noite de quinta-feira, ao relatar o balanço do ano 2020.

Além disso, a empresa realizou provisões adicionais para descaracterização de barragens de US$ 617 milhões.

Também afetou o resultado a realização de US$ 1,5 bilhão em baixas contábeis, principalmente relacionado a ativos de carvão e níquel.

Considerando todas as unidades da companhia, o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou US$ 4,24 bilhões entre outubro e dezembro, alta de 20% ante o mesmo período de 2019.

Veja VALE3 na Bolsa:

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Empresas

Sequoia Logística reporta lucro líquido de R$30 mi no 4º tri, alta de 144%

No acumulado de 2020, o lucro líquido obtido foi de R$ 42,7 milhões, alta de 182%

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Sequoia Logística reporta lucro líquido de R$30 mi no 4º tri, alta de 144%

A Sequoia (SEQL3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 30 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 144% ante igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, nos quatro últimos meses de 2019 a companhia havia registrado lucro ajustado de R$ 12,6 milhões.

Já no acumulado de 2020, o lucro líquido obtido foi de R$ 42,7 milhões, alta de 182%.

Ainda segundo o balanço da empresa, o ROIC da Companhia ficou em 32,6%, 1,1 p.p. inferior ao quarto trimestre de 2019.

Sequoia (SEQL3) reporta lucro líquido de R$30 mi no 4º tri, alta de 144%

Sequoia: receita

A receita líquida atingiu R$ 344,1 milhões, crescimento de 108% em relação ao quarto trimestre de 2019, com R$ 165,5 milhões.

No acumulado do ano, a receita líquida atingiu R$ 998,1 milhões, crescimento de 89% em relação ao mesmo período de 2019.

O lucro bruto da Sequoia totalizou R$ 82,8 milhões, enquanto a margem bruta ficou em 24,1% no trimestre.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 38 milhões.

No mesmo trimestre de 2019, o Ebitda era de R$ 25 milhões.

“Essa melhora foi impulsionada principalmente pelo aumento da receita líquida e redução relativa dos custo dos serviços prestados”, destacou a Sequoia.

Sequoia: balanço

A margem Ebitda ajustado alcançou 11%, queda de 4,1 ponto percentual na comparação com um ano antes.

As despesas comerciais, gerais e administrativas totalizaram R$ 44,77 milhões no quarto trimestre, incremento de 6,4 p.p. sobre a receita líquida em comparação ao mesmo trimestre de 2019.

Na comparação anual houve avanço de 1141,9% nas despesas.

A dívida líquida da Companhia encerrou o terceiro trimestre em R$ 20,14 milhões.

A alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida / Ebitda ajustado, ficou negativa em 0,2 vezes no final do trimestre, contra 2,7 vezes no trimestre anterior.

Veja SEQL3 na Bolsa:

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