Conecte-se conosco

Bancos

Cias&Cifras | Banco Inter (BIDI11) abre marketplace para não correntistas

Cias&Cifras | Banco Inter (BIDI11) abre marketplace para não correntistas

Publicado

em

Super app Banco Inter

Por: Junior Alves

O Banco Inter (BIDI11) definiu abrir seu marketplace a não correntistas. Comm isso, todos os consumidores terão, além do acesso a mais de 100 lojas credenciadas na plataforma, descontos especiais e cashback.

Rodrigo Gouveia, CEO do Inter Marketplace, disse acreditar que a convergência entre e-commerce e os serviços bancários e de crédito é umbilical. “Ao fazermos essa conexão, saímos na frente e oferecemos uma experiência de compra completa”, frisou.

Cashback

Para receber o benefício do cashback, o usuário precisa escolher a loja em que deseja comprar no site do marketplace e cadastrar a conta bancária. O valor do dinheiro devolvido cai em até 30 dias.

Vendas no terceiro trimestre

O marketplace do Banco Inter teve crescimento de 207% nas vendas do terceiro trimestre. O volume bruto de mercadorias (GMV) atingiu R$ 376,6 milhões (contra o montante de R$ 122,8 milhões do trimestre passado).

Foram realizadas 2,8 milhões de transações na plataforma, aumento de 69% em relação ao período de abril a junho.

Magalu

O Banco Inter está oferecendo uma promoção de 48 horas exclusivas no Inter Shop. Entre as ofertas disponíveis, há o oferecimento do dobro de cashback em compras realizadas na Magalu.

Até o final do dia, o Banco Inter está disponibilizando diversas ofertas em várias lojas dentro de seu aplicativo.

Ao realizar compras pelo SuperAppInter, o cliente consegue aproveitar os descontos especiais que são oferecidos e ainda recebe o dinheiro de volta em sua conta corrente.

A instituição bancária está alertando seus usuários em relação à promoção 24h de Especial Magalu.

Ao realizar compras na Magalu, existe a possibilidade de aproveitar cupons especiais de até 70% de desconto e cashback de 7%. Ou seja, o dobro do normal, que é de 3,5%.

> PIX: setor de tecnologia se fortalece contra fraudes

Falta um mês para o Pix entrar em vigor, mas os criminosos já estão aplicando golpes com o nome do novo meio de pagamento, com o objetivo de roubar dados cadastrais.

De acordo com o Globo, com o risco de fraudes empresas de tecnologia começaram a desenvolver ferramentas para combater crimes digitais no Pix antes mesmo de a ferramenta entrar em operação.

30 domínios falsos

Conforme o jornal, só no primeiro dia de cadastramento das chaves Pix, a Kaspersky, especialista em segurança digital, identificou 30 domínios falsos que direcionavam o usuário para páginas de roubo de dados.

As armas usadas pelas empresas para combater golpes são o comportamento dos usuários registrado em seus celulares, histórico de transações financeiras e até geolocalização.

É importante ressaltar que essas tecnologias são voltadas para as instituições financeiras: os clientes destas não terão de fazer novos cadastros ou baixar aplicativos.

Geolocalização

Segundo o jornal, a InLoco, empresa de identidade digital, lançou o Incognia Pix, um serviço que usa biometria comportamental e geolocalização para identificar possíveis fraudes.

Para isso, recorre a quatro métricas: verificação de endereço, integridade do dispositivo, localização confiável e verificação de transações.

A plataforma avalia situações como locais aos quais a pessoa costuma ir e seu perfil de compras. Caso algo destoe do padrão, é gerado um alerta. Atualmente, a InLoco acompanha cerca de 70 milhões de smartphones.

CIP

Já a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) e a ClearSale, empresa de soluções antifraude, criaram, em parceria, uma plataforma para garantir a segurança e a autenticidade dos dados.

Por exemplo, se um fraudador conseguir os números de CPF e telefone de alguém, ao tentar fazer um cadastro serão pedidos dados complementares, como CEP e endereço de e-mail.

Cruzamento de dados

A plataforma da CIP/ClearSale imediatamente identifica que os dados não são compatíveis, uma vez que o fraudador tende a misturar informações.

E, mesmo se o criminoso tiver em mãos todos os dados, a tecnologia será capaz de identificar se o aparelho é de uso habitual do portador daqueles dados.

Também apostando no cruzamento de uma série de dados, a Diebold Nixdorf desenvolveu um sistema chamado On-Line Fraud Detection (OFD), para proteger os usuários do Pix em tempo real.

O OFD faz uso de processos de checagem de dados, inteligência artificial e análise de perfil comportamental do cliente. Os dados dos cerca de 90 milhões de usuários da plataforma ficam hospedados na nuvem.

Sem citar nomes, a InLoco disse que já opera com dois dos maiores bancos do Brasil, além de meios de pagamentos e empresas de e-commerce. A ClearSale, por sua vez, disse estar em fase de conversas com dez empresas do setor financeiro.

Banco Central

O Banco Central (BC) afirmou nesta quinta-feira que está supervisionando o cadastramento das chaves Pix e que punirá os infratores caso detecte irregularidades no processo. O período de registro de chaves começou na segunda-feira, dia 5 de outubro.

Em nota, a autarquia informou que já iniciou processos formais de fiscalização dos participantes e deverá punir as entidades que cometerem irregularidades, como cadastramentos indevidos.

O regulamento

O regulamento do Pix prevê três tipos de penalidades para quem quebrar as regras: multa, suspensão e até exclusão do sistema.

Entre as infrações previstas na resolução, o Banco Central incluiu “quaisquer condutas capazes de comprometer a credibilidade ou de impactar negativamente a imagem ou a integridade do Pix”.

Até ontem (15), o Banco Central registrou 36, 5 milhões de chaves Pix cadastradas, sendo que cada pessoa física pode ter até cinco chaves por conta, enquanto uma pessoa jurídica tem limite de 20.

A maior parte desses cadastros foi feita em fintechs. As três instituições que lideram o ranking, e representam mais da metade dos cadastros feitos, são o Nubank, o Mercado Pago e o Pagseguro.

Produção de Aço

.

> Produção brasileira de aço bruto sobe 7,5% em setembro

A produção brasileira de aço bruto em setembro somou 2,6 milhões de toneladas, alta de 7,5% ante mesmo mês de 2019, informou nesta quinta-feira (15) o Instituto Aço Brasil (IABr).

Já a produção de laminados foi de 1,9 milhão de toneladas, 2,6% inferior no comparativo anual. A produção de semiacabados para vendas foi de 456 mil toneladas, redução de 31,9%.

Vendas internas

As vendas internas cresceram 11,8% frente para 1,8 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 1,9 milhão de toneladas, 8,2% superior.

Enquanto isso, as exportações de setembro foram de 756 mil toneladas, recuo de 20,9%. Já as importações, de 142 mil toneladas, representaram queda de 22,9%.

Acumulado do ano

No acumulado do ano até setembro, a produção de aço bruto no país foi de 22,3 milhões de toneladas, declínio de 9,7% contra mesma etapa de 2019.

A produção de laminados foi de 15,5 milhões de toneladas, queda de 10,8%. A produção de semiacabados totalizou 5,9 milhões de toneladas, retração de 10,4%.

Consumo aparente

As vendas internas foram de 13,5 milhões de toneladas, declínio de 4,2%. O consumo aparente de produtos siderúrgicos, de 14,9 milhões de toneladas, mostrou queda de 5,5%.

No começo do mês, o IABr mudou a expectativa para o consumo aparente da liga no país em 2020, de queda de 14,4% para recuo de 4,7%, a cerca de 20 milhões de toneladas.

As exportações alcançaram 8,6 milhões de toneladas no ano até setembro, baixa de 9,9%. E as importações alcançaram 1,5 milhão de toneladas, diminuição de 22,9%.

Construção civil

O Instituto Aço Brasil, que, em abril, previa uma redução de 19,8% no chamado “consumo aparente” do metal em relação a 2019, retificou o número, nesta quinta (1º/10), para uma queda de 4,7%.

O problema é que quando o nome coronavírus tornou-se onipresente nos noticiários, a previsão de desemprego e queda no consumo colocou um freio na indústria. Com operação cara, as siderúrgicas correram para segurar a produção.

Ao abafar dois altos-fornos, em abril, a Usiminas, por exemplo, disse que isso seria “necessário para adequar a produção à demanda de mercado, que se encontra em queda em função da retração da atividade econômica”.

No mesmo mês, a Gerdau também anunciou a paralisação de um dos equipamentos de suas usinas, com a capacidade de produzir 1,5 milhão de toneladas.

Bem depois das concorrentes, no finalzinho de maio, a CSN, disse ter suspendido a produção de um alto-forno com a mesma capacidade. Sempre para “adequar a produção de aço à demanda de mercado”.

Os investidores gostaram das iniciativas. Mesmo com a previsão de baixa demanda, as ações das três siderúrgicas, as maiores em valor de mercado, subiram acima do Ibovespa, principal indicador de desempenho do mercado.

Ainda que tenha registrado um prejuízo de R$ 395 milhões no primeiro semestre, a Usiminas viu seus papéis chegarem, em setembro, ao preço mais alto desde abril de 2019 (ano em que lucrou R$ 376 milhões).

Na CSN, conseguiram manter a conta no azul, mas o lucro, em meio ano, foi um quinto do registrado no ano passado. Ainda assim, seus papéis também eram vendidos, no último mês, a preços mais altos do que em julho do de 2019.

Só as ações da Gerdau ainda não se recuperaram do tombo do coronavírus na Bolsa, mas seguem em ascensão. Mas os papéis da siderúrgica estão bem recomendados por corretoras.

Agora, que foi encarado por investidores como uma boa gestão está cobrando um preço alto de outra ponta do mercado.

A economia voltou a andar, a demanda cresceu. Mas fazer um alto-forno voltar a produzir é um processo demorado e caro. Retomar outras unidades de produção também.

Em uma visita a uma usina da Gerdau, o secretário especial do Ministério da Economia Carlos da Costa classificou a alta nos preços como “dores da retomada” da economia.

“Até os estoques preencherem-se novamente, vamos, infelizmente, ter, em algumas localidades, escassez de alguns produtos e preços mais altos, principalmente na ponta”, disse o secretário, com naturalidade.

O Instituto, que organizou a ida de Costa à usina, fez questão de dizer que são “infundadas as informações sobre escassez de vergalhões” para a construção civil.

Infelizmente, ela já foi apontada em diferentes lugares. E o aumento do Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil é um fato registrado pelo Sinduscon-SP.

Para quem investe em empresas do ramo da construção ou em fundos imobiliários (FIIs), o aumento do preço dos vergalhões é um mau sinal. Alta nos custos de insumos leva a imóveis com preços mais altos e menor liquidez e/ou menor margem de lucro.

Continue lendo
Publicidade
Comentários