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Cias&Cifras | Easynvest oferece títulos a R$ 100; Inter Asset lança seu 1º fundo de ações

A corretora digital Easynvest lançou sete títulos bancários com entradas a partir de R$ 100 e rendimento mensal de 1%. São CDBs pré-fixados do banco Máxima e um pós-fixado do Avista.

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A corretora digital Easynvest lançou sete títulos bancários com entradas a partir de R$ 100 e rendimento mensal de 1%. São CDBs pré-fixados do banco Máxima e um pós-fixado do Avista, com períodos de 2 a 10 anos de duração.

“O CDB pré-fixado de 10 anos e 12,70% ao ano, a rentabilidade mensal de 1% pode triplicar o investimento realizado em 120 meses, ou 10 anos”, reforça Fábio Macedo, diretor comercial da Easynvest. “É uma performance incomum no mercado”, acrescenta.

Pós-fixado

No caso do produto pós-fixado, o rendimento é de 160% do CDI. Todos os produtos têm cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e oferecem a possibilidade de resgate antecipado, em caso de urgência.

Esta é quinta e última promoção da Easynvest no mês da Black Friday. Na semana passada, a plataforma cortou a 1,29% a taxa mensal para contratação de crédito a clientes com mais de R$ 75 mil em investimentos sob custódia, e lançou dois fundos exclusivos em parceria com a Vinci Partners.

A corretora

A corretora também anunciou um sorteio de até R$ 5 mil para reinvestimento em fundos de Previdência em parceria com a Icatu e fez o pré-lançamento de sua plataforma de cursos online, a Easynvest Academy, com desconto de 75% no primeiro material pago, voltado a quem quer aprender a investir na B3.

Fundada em 1968, a Easynvest se posiciona como a maior corretora independente do Brasil e está à frente no desenvolvimento de tecnologia e inovações em serviços financeiros, com mais de R$ 23 bilhões de ativos sob custódia e 1,5 milhão de clientes.

> Inter Asset lança seu primeiro fundo de ações

Clientes do Inter contam com uma nova opção para investir em ações diretamente pelo app da plataforma digital. A partir de R$ 100, é possível comprar cotas do primeiro fundo de ações da instituição, o Inter Valor FIA.

O fundo, que tem uma estratégia long-only e é adequado à resolução 4661, busca proporcionar preservação e multiplicação do capital, com horizonte de investimento de longo prazo, por meio da aquisição de ações de empresas com bons fundamentos econômicos.

A estratégia

A estratégia será conduzida pela equipe de renda variável da Inter Asset, que é a gestora responsável pelos fundos de investimento, previdência privada e pela família de Fundos de Fundos (FOFs) do Inter.

“Por muitos anos, fomos reconhecidos pela gestão de crédito privado. Para esse lançamento, trouxemos uma equipe dedicada, para nos ajudar na diversificação de nosso portfólio, oferecendo cada vez mais produtos personalizados a necessidade de cada investidor”, diz Daniel Castro, CEO da Inter Asset. “O objetivo é expandir a distribuição do fundo nos mais de 25 parceiros atuais e atender também fundos de pensão”, completa.

Os investimentos

Os investimentos no fundo Inter Valor FIA são abertos para pessoas físicas e jurídicas, sem restrições, bem como Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). O resgate poderá ser feito em 13 dias corridos após a solicitação para cotização (D+13) e mais 2 dias úteis para liquidação (D+2). E para aplicação o prazo é D+1 e D+0.

A taxa de administração mínima efetiva é de 2% a.a., com taxa de performance mínima efetiva de 15% sob o excedente do Ibovespa. A carteira será composta por entre 10 a 15 ações, com permanência média de 3 anos. A alocação ativa será limitada a 20%.

Inter Invest

O Inter encerrou o terceiro trimestre de 2020 com R$ 31,6 bilhões sob custódia e gestão, crescimento anual de 81%. Já são mais de 970,5 mil clientes com algum tipo de investimento junto à instituição, o que representa 13,5% da carteira total de correntistas. No Super App, os investidores têm acesso a uma plataforma completa com diversos fundos de investimentos, com cashback, produtos de renda fixa (do Inter e de terceiros), previdência privada, além de home broker gratuito. Sem cobrança de taxas de custódia ou corretagem.

> CSU Cardsystem aprova pagamento de R$ 4,6 mi em JCP

O Conselho de Administração da CSU CardSystem (CARD3) aprovou o valor de R$ 4.600.000,00 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP) relativos ao quarto trimestre de 2020.

O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (01) pela empresa, e o valor dos JCP por ação é de R$ 0,111897720.

Data

Conforme a empresa, o pagamento será realizado no dia 31 de março de 2021 e terão como base a posição acionária do dia 04 de dezembro de 2020, passando a ser negociada “ex-JCP” a partir de 07 de dezembro.

O pagamento será imputado aos dividendos estatutários obrigatórios a serem pagos pela Companhia, relativos ao exercício social de 2020, “ad referendum” da Assembleia Geral Ordinária de 2021.

3º tri

A CSU,  especialista em tecnologia voltada ao processamento de transações eletrônicas de pagamento, relacionamento com clientes e programas de fidelização, encerrou o 3º trimestre de 2020 apresentando crescimento em seus principais indicadores financeiros. Na comparação ano a ano, a receita líquida chegou a R$ 113,6 milhões (+7,3%), o lucro líquido foi de R$ 12,2 milhões (+52,1%) e o EBITDA atingiu R$ 33,9 milhões (+22,3%).

A empresa justificou os bons números a partir de novas relações comerciais. Na divisão CardSystem, responsável pelas atividades de processamento e administração de meios eletrônicos de pagamento, houve a conquista de um novo cliente na plataforma de adquirência e o contrato com um importante marketplace que agregará cartões pré-pago na plataforma de emissão.

Facebook, empresa de mídia

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> Facebook muda nome de moeda digital

A criptomoeda libra, do Facebook, foi rebatizada como “diem”, em um esforço renovado para obter a aprovação regulatória, enfatizando a independência do projeto.

Os planos para a libra, divulgados pelo Facebook no ano passado, foram atingidos em abril, após reguladores e bancos centrais levantarem preocupações de que isso poderia afetar a estabilidade financeira, corroer o controle sobre a política monetária e ameaçar a privacidade.

Mudanças

A mudança de nome é parte de um movimento para enfatizar uma estrutura mais simples e renovada, disse Stuart Levey, presidente da Diem Association, com sede em Genebra.

“O nome original foi vinculado a uma iteração inicial do projeto, que recebeu uma recepção difícil dos reguladores. Mudamos dramaticamente essa proposta”, destacou.

Significado

Diem, que significa “dia” em latim, inicialmente será uma moeda digital lastreada em dólares. Levey se recusou a comentar sobre o momento do lançamento, que o Financial Times informou na semana passada que poderia ser já em janeiro, dizendo apenas que só seguiria em frente após a aprovação do regulador do mercado suíço.

O Facebook, que mudou o nome de sua unidade de pagamentos Calibra para Novi Financial em maio, continua sendo um dos 27 membros da Diem Association, ex-Libra Association. O chefe de Novi, David Marcus, é um dos cinco membros do conselho de Diem.

“Não estamos de forma alguma tentando cortar todos os laços. Isso (a mudança de nome) significa que a associação está operando de forma autônoma e independente”, disse Levey.

Objetivo

Conforme a companhia de mídia, a ideia é diferenciar a diem dos outros pelo foco em aspectos que preocupam reguladores e governos, incluindo controles de sanções e crimes financeiros.

Segundo o projeto, seriam desenvolvidas políticas de combate à lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e cumprimento de sanções, e foram abandonados planos anteriores para permitir que qualquer pessoa participasse de sua rede.

 

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Bancos

Após falha com PIX, Itaú transfere R$ 1 milhão a usuários e processa bancos

Processo de PIX feito de forma indevida pelo Itaú, em novembro de 2020, tramita em segredo de Justiça e tem como alvo oito bancos.

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PIX

O Itaú registrou um processo contra oito bancos por conta de uma série de erros de sua autoria em transferências bancárias dos clientes, por meio do Pix. A ação solicita a devolução de R$ 966 mil, transferidos de modo duplicado. As instituições financeiras alvas do processo são o Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Banco Inter, Banco Original, Nubank,  Sicredi e Bancoob. O processo segue em segredo de Justiça, tendo sido revelado pelo site Cointelegraph Brasil.

De acordo com a documentação, no final de novembro de 2020, ocorreu uma falha no sistema do Itaú que afetou o processamento de operação entre bancos. As inconsistências ocorreram especialmente em 26 de novembro, acarretando em valores em excesso para contas destinatárias. Segundo os autos do processo, o acumulado envolvido na falha é acima do valor mencionado.

De imediato, o Itaú conseguiu entrar em contato com alguns clientes para pedir o estorno das quantias. “Assim que constatou a falha, o Itaú entrou em contato imediatamente com alguns correntistas para que estes contatassem aos destinatários das transferências e resolvessem a devolução de forma imediata. Tanto que alguns valores foram recuperados. Em paralelo, também enviou e-mails aos bancos, onde relatou o ocorrido, especificou os valores e solicitou o imediato estorno”, alega a defesa do Itaú.

Na ação, o Itaú alega que as instituições financeiras favorecidas tiveram ciência do problema ainda quando as quantias estavam sob suas responsabilidades. Porém, ao invés de fazer a devolução, possibilitaram o depósito nas contas destinatárias. O banco também afirma que essa espécie de falha é comum no sistema bancário.

Entre os bancos sob cobrança, a maioria optou por não dar nenhum pronunciamento. No entanto, o Banco Original afirmou que os valores foram restituídos ao Itaú e que, inclusive, assinou um acordo de desistência do processo. O Banco do Brasil destacou nos autos a resolução do Banco Central de que “a devolução de um PIX deve ser iniciada pelo usuário recebedor, ou seja, não há previsão legal para que a devolução seja realizada pela Instituição Financeira na qual mantém a conta”.

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Bancos

Caixa libera linhas de crédito sem consulta ao SPC e Serasa em 2021

Duas linhas de crédito são disponibilizadas pelo banco aos consumidores com nome sujo. Dívida pode ser quitada em até 4 anos.

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Empréstimo Caixa

Segundo uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian, já são mais de 63 milhões de brasileiros negativados. Esse quantitativo totaliza quase 40% dos brasileiros adultos que possuem dificuldade em conseguir crédito no mercado financeiro, por conta da restrição no CPF.

Para ajudar com isso, a Caixa Econômica Federal disponibiliza duas linhas de crédito para negativados em 2021. Confira:

Empréstimo com garantia do FGTS

Esse crédito é na modalidade consignado, sendo disponibilizado para trabalhadores formais (carteira assinada). Em funcionamento desde setembro de 2018, a garantia desse empréstimo se dá pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do solicitante.

A Caixa libera 10% do saldo na conta vinculada ao FGTS. Porém, 40% poderão ser adicionados por conta da multa rescisória em caso de demissão. Assim, é permitida a liberação de até 50% do valor do FGTS e sem consulta ao SPC e Serasa.

O empréstimo pode ser pago em até quatro anos (48 anos), sendo descontadas automaticamente da conta do trabalhador.

Penhor Caixa

Entre as linhas de crédito disponibilizadas, o Penhor Caixa é uma das que apresenta menor taxa do mercado e é livre de burocracia. Por meio dela, é possível sair com o dinheiro na hora e sem precisar de avalista ou análise do cadastro.

Mas para isso, os seus bens de valor (joias, metais preciosos etc.) ficam penhorados no cofre da Caixa. Porém, lhe é permitido renovar o contrato quantas vezes desejar.

Ainda, o bem lhe é entregue de volta assim que liquidar o contrato. Os limites liberados podem alcançar até 100% do valor de garantia, isso para aqueles que fazem jus ao crédito salário na instituição financeira.

Para saber mais sobre essas e mais opções de crédito disponíveis, basta acessar o site da Caixa (www.caixa.gov.br).

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Bancos

Banco do Brasil renegocia R$ 40 milhões em dívidas por WhatsApp

Foram cerca de 4,5 mil acordos feitos pelo banco, em pouco mais de quatro meses de funcionamento da solução tecnológica.

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Banco do Brasil

De acordo com o Banco do Brasil (BB), em cerca de quatro meses de atuação, a renegociação de dívidas via WhatsApp chegou a R$ 40 milhões de endividados. Uma função inédita no sistema financeiro brasileiro, o assistente virtual está em funcionamento desde agosto de 2020, sendo exclusivo para os clientes da instituição financeira.

A ferramenta utiliza inteligência artificial e isenta a necessidade de um atendente. Segundo o banco, aproximadamente 4,5 mil acordos de clientes pessoas físicas foram consolidados pela solução tecnológica. 

Com renegociações de até R$ 1 milhão e na média de quatro minutos para conclusão, a plataforma contempla clientes com pagamentos atrasados. Pessoas do sexo feminino, com faixa etária entre 18 e 29 anos, lideram o uso do recurso. 

Para fazer a comunicação com o BB pelo WhatsApp é necessário ter o dispositivo liberado para transações via rede social. Basta salvar o número (61) 4004-0001 e entrar em contato com o banco. As renegociações de dívidas devem ser feitas diretamente com o assistente virtual ou pelo envio da palavra #renegocie.

A própria plataforma de inteligência artificial localiza as ofertas de renegociação possíveis para cada usuário. Ao selecionar uma, o negócio é automaticamente fechado e o boleto enviado pelo WhatsApp. Também é possível solicitar uma conversa direto com o atendente. 

Além da renegociação, o sistema permite cancelar o acordo efetuado, emitir segunda via de boleto de renegociação e liquidar antecipadamente os acordos.

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