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Finanças

Com a pandemia, consórcios ressurgem e já têm quase 8 milhões de participantes

O consórcio é uma modalidade na qual o participante paga uma parcela mensal para adquirir um bem ou serviço de determinado valor, tais como automóveis e imóveis.

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Segmento de Consórcios batem recorde no primeiro trimestre ao crescer 42,8%

O setor de consórcios atingiu um recorde durante a pandemia em 2020, com 7,83 milhões de participantes ativos. O volume de negócios nesta modalidade chegou a R$ 163,63 bilhões, o que representa uma alta de 21,5% em comparação ao ano anterior. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Administradores de Consórcios (Abac).

Segundo avaliação do mercado, os brasileiros ficaram mais preocupados com o futuro durante a pandemia. Mesmo com os juros baixos, com a taxa Selic na mínima histórica de 2%, o sistema financeiro estava mais atraente, uma vez que os bancos passaram a oferecer novos produtos voltados para investimentos ou mesmo para a reserva de dinheiro com finalidades específicas.

“O consumidor ficou mais atento a suas finanças na pandemia. Quem não perdeu o emprego analisou o que estava fazendo pelo o seu futuro, e o consórcio é um modelo econômico de acumulação de patrimônio”, destacou o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi.

O consórcio é uma modalidade na qual o participante paga uma parcela mensal para adquirir um bem ou serviço de determinado valor, sendo uma boa opção para as classes mais baixas, uma vez que outras linhas de crédito podem acabar saindo caro. Não há cobrança de juros no consórcio, mas podem haver outras tarifas incluídas na operação, tais como fundo de reserva e seguro.

“O produto ainda é visto para acumulação de capital. Muitos brasileiros que tinham recursos para investir ficaram sem produtos rentáveis de fácil entendimento. Ao mesmo tempo, houve uma modernização na apresentação do produto, com mais empresas oferecendo, o que impulsionou o setor”, explicou Heverton Peixoto, presidente da Wiz Soluções, gestora de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros.

A maior parte dos consórcios realizados em 2020 foi destinado à compra de veículos leves, totalizando 3,84 milhões de participantes, seguido de motocicletas, com 2,24 milhões, e carta de crédito para aquisição de imóvel, com 1,04 milhão de pessoas. Contudo, os segmentos que registraram maior crescimento foram o de eletroeletrônicos e bens duráveis, com alta de 80,9%, e de serviços, com 51,3%.

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Economia

Focus: previsão de IPCA para 2022 já bate meta inflacionária do ano

Boletim aponta que índice oficial de inflação chegará a 5,2% ano que vem, acima da previsão federal, de 5%

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Crédito: FDR

Pela primeira vez desde 2015, a inflação brasileira supera a marca dos dois dígitos, quando o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o índice oficial, deverá atingir 10,19%, no final de 2021, superando em cinco pontos percentuais a meta de inflação para 2021, de 5,25%, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Avanço de índice – A escalada inflacionária pátria pode ser medida pela previsão anterior, há quatro semanas, quando o mesmo indicador pontuava 9,33%. O último pico da carestia local ocorreu durante o governo de Dilma Rousseff, há seis anos, em que o IPCA chegou a 10,67%.

Meta estourada – Até aí, nenhuma grande novidade, a não ser que a inflação de 2022, prevista pelo mercado (5,02%), já ultrapassa, também, a meta do próximo ano, de 5%; há um mês, era de 4,63%.

20º aumento – Caso esse avanço mantenha, isso representaria o descumprimento, pelo segundo ano consecutivo, de uma meta de inflação, e o vigésimo aumento seguido.

2023 avança – Mas o problema se estende, pelo menos, ao ano seguinte, pois 2023 teve sua previsão de inflação reajustada de 3,42% para 3,50%, ao passo que 2024, teve sua taxa mantida em 3,1%.

PIB recua – O quadro macroeconômico em que se dá o avanço da carestia não é animador, com direito a recuo de 4,78% para 4,71% do Produto Interno Bruto (PIB), este ano, quando era de 4,93%, há quatro semanas.

Baixo crescimento – Já baixo, o PIB pífio previsto para 2022 caiu ainda mais, passando de 0,58% para 0,51%. Há um mês, a previsão ainda era de 1%. O mesmo se dá em relação a 2023, que deve crescer, agora, 1,95% e não mais 2%. No ainda distante 2024, alguma reação, tímida, de 2% para 2,10%.

Consenso de mercado – De acordo com a pesquisa do Projeções Broadcast, das 51 instituições financeiras consultadas, há consenso de que o próximo aumento da Selic, a ser anunciado pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom/BC), deverá ser igual ou superior a 1,5 ponto percentual, na próxima quarta-feira (8), atingindo 9,25% ao ano.

Selic a 11,75% a.a. – Metade do universo ouvido aponta que, no fim do ciclo de aperto monetário – previsto, a princípio, para meados do ano que vem – a Selic poderá chegar a 11,75% ao ano (a.a.) ou superior a isso. Para 2023, as projeções para a Selic aumentaram de 7,75% a.a. para 8% a.a., superando os 7,59% ao ano, um mês antes. Para 2024, a taxa básica foi mantida em 7% a.a..

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Finanças

Bolsonaro sanciona lei que libera crédito para MEI e pequenas empresas

Terão acesso os empresários com receita anual de até R$ 4,8 milhões. Em troca, bancos poderão obter o chamado “crédito presumido”.

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Microempreendedores individuais (MEI), donos pequenas empresas e produtores rurais serão beneficiados com um programa de estimulo ao crédito sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Terão acesso os empresários com receita anual de até R$ 4,8 milhões.

Leia mais: Auxílio Brasil: Quando começam os pagamentos para inscritos no CadÚnico?

A decisão do mandatário foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 2.

O programa surge através de uma medida provisória (MP), com validade temporária. Desde sua edição em julho, o texto passou por votações na Câmara e no Senado, onde sofreu alterações até se tornar lei.

As instituições que participarem do programa poderão obter o chamado “crédito presumido“. Em suma, trata-se de um benefício fiscal que oferece desconto aos bancos em relação à impostos.

Interessados em participar do novo programa deverão fechar um acordo até o dia 31 de dezembro de 2021. Já o crédito presumido poderá ser apurado até o fim de 2026.

Vale destacar que, enquanto esteve em tramitação no Congresso, também foram incluídos na lista de beneficiários das operações de crédito as cooperativas e associações de pesca e de marisqueiros.

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Finanças

Cartão aprova crédito com score abaixo de 400 pontos

Conseguir um bom limite de crédito nem sempre é fácil para quem tem baixo score. Por isso separamos algumas opções para te ajudar.

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Cartão de Crédito para Negativados

Para ter mais facilidade de acesso ao crédito é preciso ter as contas em dia e um bom score. Tanto que para muitos brasileiros a liberação depende de vários fatores. Um deles é um bom score, que aponte que a pessoa é boa pagadora. Ou seja, que tem o nome limpo no mercado.

Leia mais: Banco Central altera regras sobre limite de transações do PIX

Apesar disso, algumas opções têm surgido como uma saída para quem procura crédito. Tem cartão que já aprova crédito mesmo que a pessoa não tenha score muito bom, em torno de 400. Isso porque a maioria dos bancos só aprovam com score acima de 600.

Liberação de crédito por score

Hoje a opção de crédito é maior, por conta da quantidade de empresas oferecendo esse tipo de serviço aos brasileiros. Mas, para ter acesso é preciso atender alguns requisitos. Por exemplo, o score é uma pontuação pesquisada pelos bancos.

O banco Inter faz a liberação, mas antes acompanha os valores disponibilizados ao cliente por outras agências. Apesar disso, a pontuação de score não tem muita relevância. Para tentar o acesso ao crédito a pessoa interessada precisa primeiro criar uma conta virtual e pedir o cartão. O pedido pode ser feito pelo aplicativo.

Agora se você tem uma pontuação mais baixa e procura mais crédito no mercado, o cartão Digio é o que permite o acesso mais facilitado. A análise de crédito é mais simples e depende mais da renda do cliente e do crédito que ele já tem no mercado.

Apesar da facilidade no processo, o cartão Digio também avalia se a pessoa tem o nome limpo no mercado e se tem alguma restrição na Receita Federal. Além da facilidade ao crédito o cartão é sem anuidade e internacional.

Outra opção é o cartão Santander Free. É preciso ter renda mínima de R$ 1.045 para fazer o pedido do cartão se não tiver conta na agência. O cartão também é sem taxa de anuidade, desde que o cliente gaste pelo menos R$ 100 por mês.

O cartão Neon também aprova crédito aos clientes que têm score baixo. Não cobra taxa de anuidade e pode ser usado no Brasil e no exterior.

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