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Saúde

Comer muito ovo faz mal para o coração? Um estudo revelador vai mudar sua perspectiva

A má reputação dos ovos, em parte, vem do fato de que as gemas contêm colesterol. Mas será que isso é tão prejudicial assim?

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Se você adora ovos de todas as formas – fritos, cozidos, poché ou mexidos – pode ficar tranquilo: um novo estudo sugere que esse alimento não é tão ruim para o coração quanto se pensava.

Os resultados do estudo

Pesquisadores do Instituto Duke de Pesquisa Clínica, nos EUA, conduziram um estudo com 140 pacientes com doenças cardíacas ou alto risco de desenvolvê-las. Eles foram divididos em dois grupos: um que comia 12 ovos fortificados por semana e outro que consumia menos de dois ovos semanalmente, fossem eles fortificados ou não.

Após quatro meses, os resultados foram animadores. Os participantes do grupo que consumiam ovos fortificados apresentaram níveis de colesterol semelhantes aos que não comiam ovos regularmente. A autora principal do estudo, Dra. Nina Nouhravesh, enfatizou: “Comer ovos fortificados é aceitável em termos de efeitos lipídicos, mesmo entre uma população de alto risco.”

  • Benefícios potenciais e mais pesquisa necessária

Além disso, o estudo revelou sinais de benefícios potenciais, como aumento do colesterol bom (HDL) e redução do colesterol ruim (LDL) em certos grupos. Nouhravesh destacou a importância de estudos mais amplos para investigar esses potenciais benefícios.

  • Os ovos fortificados e suas propriedades nutricionais

Os ovos fortificados são ricos em proteínas e colesterol, mas também contêm nutrientes adicionais, como iodo, vitamina D, selênio, vitamina B2, B5 e B12, e ácidos graxos ômega-3. Esses elementos podem desempenhar um papel na saúde cardiovascular.

  • A reputação dos ovos e os mitos circundantes

A má reputação dos ovos, em parte, vem do fato de que as gemas contêm colesterol. No entanto, especialistas destacam que o contexto é crucial. Ovos podem ser consumidos como parte de uma dieta equilibrada para o coração.

Embora os resultados sejam encorajadores, os pesquisadores recomendam que pessoas com doenças cardíacas consultem seus médicos sobre suas dietas. O importante é focar em escolhas alimentares saudáveis e balanceadas, em vez de demonizar um alimento específico.

Formada em Relações Públicas (UFG), especialista em Marketing e Inteligência Digital e pós-graduada em Liderança e Gestão Empresarial. Experiência em Marketing de Conteúdo, comunicação institucional, projetos promocionais e de mídia. Contato: iesney.comunicacao@gmail.com

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