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Finanças

Como aumentar o score no Serasa? Veja dicas imperdíveis

Ter uma boa pontuação no score do Serasa é importante para ter crédito no mercado. Veja como melhorar.

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Score de crédito

A Black Friday está chegando e o que muitos consumidores querem é o nome limpo na praça: aumentar o score na Serasa é um bom começo!

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Antes de tudo é o comportamento do cliente no mercado que define se ele é bom ou não no score do Serasa. Para tanto, os pagamentos precisam ser feitos em dia. Ou seja, os atrasados nos compromissos podem prejudicar a sua pontuação.

Como aumentar o score no Serasa?

Primeiramente, o score de crédito é uma espécie de resumo dos hábitos de pagamento dos clientes nas opções de crédito, isto é, a forma como você lida com o dinheiro facilitado para você. Por isso, a consulta do score é uma prática comum de muitas empresas.

Por outro lado, saiba que antes da liberação de qualquer crédito o seu nome e o seu relacionamento no mercado são consultados, com toda certeza.

Além disso, o score no Serasa define se a pessoa é considerada ruim ou excelente quando o assunto é contas em dia. Por isso, se a pontuação é negativa você pode ter restrições de crédito. Por exemplo, na hora de tentar um empréstimo ou financiamento.

Veja como é feito o cálculo de pontuação pelo score do Serasa:

  • Entre 0 e 300 pontos: alto risco de inadimplência;
  • De 300 e 700 pontos: médio risco de inadimplência;
  • Entre 700 e 1.000: baixo risco de inadimplência.

Para melhorar o seu score o primeiro passo é cuidar da saúde financeira. A dica é fazer todos os pagamentos em dia.

Também, fique com o nome limpo. Ou seja, o CPF não pode ter restrições para a pontuação melhorar. Para facilitar esse processo, uma opção é aproveitar as renegociações de dívidas da Serasa.

Melhore também os seus hábitos financeiros. Só compre aquilo que é possível pagar, sem comprometer todo o orçamento.

Por fim, outra dica é registrar os pagamentos do dia a dia, como as contas de água, energia. Deixando tudo isso no seu cadastro e pagando em dia, a pontuação do score tende a subir.

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Economia

Focus: previsão de IPCA para 2022 já bate meta inflacionária do ano

Boletim aponta que índice oficial de inflação chegará a 5,2% ano que vem, acima da previsão federal, de 5%

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Crédito: FDR

Pela primeira vez desde 2015, a inflação brasileira supera a marca dos dois dígitos, quando o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o índice oficial, deverá atingir 10,19%, no final de 2021, superando em cinco pontos percentuais a meta de inflação para 2021, de 5,25%, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Avanço de índice – A escalada inflacionária pátria pode ser medida pela previsão anterior, há quatro semanas, quando o mesmo indicador pontuava 9,33%. O último pico da carestia local ocorreu durante o governo de Dilma Rousseff, há seis anos, em que o IPCA chegou a 10,67%.

Meta estourada – Até aí, nenhuma grande novidade, a não ser que a inflação de 2022, prevista pelo mercado (5,02%), já ultrapassa, também, a meta do próximo ano, de 5%; há um mês, era de 4,63%.

20º aumento – Caso esse avanço mantenha, isso representaria o descumprimento, pelo segundo ano consecutivo, de uma meta de inflação, e o vigésimo aumento seguido.

2023 avança – Mas o problema se estende, pelo menos, ao ano seguinte, pois 2023 teve sua previsão de inflação reajustada de 3,42% para 3,50%, ao passo que 2024, teve sua taxa mantida em 3,1%.

PIB recua – O quadro macroeconômico em que se dá o avanço da carestia não é animador, com direito a recuo de 4,78% para 4,71% do Produto Interno Bruto (PIB), este ano, quando era de 4,93%, há quatro semanas.

Baixo crescimento – Já baixo, o PIB pífio previsto para 2022 caiu ainda mais, passando de 0,58% para 0,51%. Há um mês, a previsão ainda era de 1%. O mesmo se dá em relação a 2023, que deve crescer, agora, 1,95% e não mais 2%. No ainda distante 2024, alguma reação, tímida, de 2% para 2,10%.

Consenso de mercado – De acordo com a pesquisa do Projeções Broadcast, das 51 instituições financeiras consultadas, há consenso de que o próximo aumento da Selic, a ser anunciado pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom/BC), deverá ser igual ou superior a 1,5 ponto percentual, na próxima quarta-feira (8), atingindo 9,25% ao ano.

Selic a 11,75% a.a. – Metade do universo ouvido aponta que, no fim do ciclo de aperto monetário – previsto, a princípio, para meados do ano que vem – a Selic poderá chegar a 11,75% ao ano (a.a.) ou superior a isso. Para 2023, as projeções para a Selic aumentaram de 7,75% a.a. para 8% a.a., superando os 7,59% ao ano, um mês antes. Para 2024, a taxa básica foi mantida em 7% a.a..

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Finanças

Bolsonaro sanciona lei que libera crédito para MEI e pequenas empresas

Terão acesso os empresários com receita anual de até R$ 4,8 milhões. Em troca, bancos poderão obter o chamado “crédito presumido”.

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Microempreendedores individuais (MEI), donos pequenas empresas e produtores rurais serão beneficiados com um programa de estimulo ao crédito sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Terão acesso os empresários com receita anual de até R$ 4,8 milhões.

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A decisão do mandatário foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 2.

O programa surge através de uma medida provisória (MP), com validade temporária. Desde sua edição em julho, o texto passou por votações na Câmara e no Senado, onde sofreu alterações até se tornar lei.

As instituições que participarem do programa poderão obter o chamado “crédito presumido“. Em suma, trata-se de um benefício fiscal que oferece desconto aos bancos em relação à impostos.

Interessados em participar do novo programa deverão fechar um acordo até o dia 31 de dezembro de 2021. Já o crédito presumido poderá ser apurado até o fim de 2026.

Vale destacar que, enquanto esteve em tramitação no Congresso, também foram incluídos na lista de beneficiários das operações de crédito as cooperativas e associações de pesca e de marisqueiros.

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Finanças

Cartão aprova crédito com score abaixo de 400 pontos

Conseguir um bom limite de crédito nem sempre é fácil para quem tem baixo score. Por isso separamos algumas opções para te ajudar.

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Cartão de Crédito para Negativados

Para ter mais facilidade de acesso ao crédito é preciso ter as contas em dia e um bom score. Tanto que para muitos brasileiros a liberação depende de vários fatores. Um deles é um bom score, que aponte que a pessoa é boa pagadora. Ou seja, que tem o nome limpo no mercado.

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Apesar disso, algumas opções têm surgido como uma saída para quem procura crédito. Tem cartão que já aprova crédito mesmo que a pessoa não tenha score muito bom, em torno de 400. Isso porque a maioria dos bancos só aprovam com score acima de 600.

Liberação de crédito por score

Hoje a opção de crédito é maior, por conta da quantidade de empresas oferecendo esse tipo de serviço aos brasileiros. Mas, para ter acesso é preciso atender alguns requisitos. Por exemplo, o score é uma pontuação pesquisada pelos bancos.

O banco Inter faz a liberação, mas antes acompanha os valores disponibilizados ao cliente por outras agências. Apesar disso, a pontuação de score não tem muita relevância. Para tentar o acesso ao crédito a pessoa interessada precisa primeiro criar uma conta virtual e pedir o cartão. O pedido pode ser feito pelo aplicativo.

Agora se você tem uma pontuação mais baixa e procura mais crédito no mercado, o cartão Digio é o que permite o acesso mais facilitado. A análise de crédito é mais simples e depende mais da renda do cliente e do crédito que ele já tem no mercado.

Apesar da facilidade no processo, o cartão Digio também avalia se a pessoa tem o nome limpo no mercado e se tem alguma restrição na Receita Federal. Além da facilidade ao crédito o cartão é sem anuidade e internacional.

Outra opção é o cartão Santander Free. É preciso ter renda mínima de R$ 1.045 para fazer o pedido do cartão se não tiver conta na agência. O cartão também é sem taxa de anuidade, desde que o cliente gaste pelo menos R$ 100 por mês.

O cartão Neon também aprova crédito aos clientes que têm score baixo. Não cobra taxa de anuidade e pode ser usado no Brasil e no exterior.

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