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Finanças

Confira duas opções de empréstimos disponíveis para MEI em 2021

Linhas de crédito para investir no próprio negócio podem chegar a R$ 25 mil, com 36 meses para pagar e taxas de juros reduzidas. Confira opções disponíveis.

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Finanças MEI

Quem é Microempreendedor Individual (MEI) e precisa de crédito para investir no crescimento do próprio negócio tem duas opções disponíveis em 2021. Os empréstimos tem o valor máximo de R$ 25 mil e condições facilitadas, com prazo estendido para o pagamento e taxas de juros reduzidas.

A primeira opção é oferecida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Trata-se do programa Super MEI, uma parceria entre o Governo do Estado de São Paulo e o Sebrae-SP. Nesta modalidade, o valor do empréstimo pode variar entre R$ 300 e R$ 20 mil, com até 36 meses para pagar. Não haverá cobrança de juros.

Além do acesso a crédito facilitado, o programa oferece ainda qualificação profissional e formalização e regularização do negócio, visando a inovação, produtividade e a ampliação da empresa e da base de clientes. Assim, os participantes devem passar por um curso de capacitação em gestão empresarial para receber o empréstimo. Contudo, é importante destacar que esta linha está temporariamente suspensa.

Já a segunda opção de empréstimo é ofertada pela startup FinMatch, um correspondente bancário que faz a mediação do crédito para o microempreendedor. O valor do empréstimo é de R$ 500 a R$ 25 mil, também com pagamento em até 36 vezes e taxa de juros mais acessível em comparação a outras opções disponíveis no mercado.

Segundo os fundadores da FinMatch, no momento da análise de crédito, são considerados diversos fatores que determinam a probabilidade de pagamento, e não apenas as dificuldades pontuais do empreendedor. Por isso, é possível que mesmo solicitantes que estejam com o nome negativado tenham o crédito aprovado pela empresa.

Para contratar o empréstimo para MEI, é necessário atender aos requisitos da categoria, entre eles ter faturamento anual de R$ 81 mil e estar com a situação cadastral (declarações e demais obrigações) em dia.

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Finanças

Ação do Itaú e Visa vai sortear carros e distribuir mais de 200 prêmios de R$ 500

Compras de qualquer valor utilizando os cartões de crédito definidos pela promoção são consideradas para o sorteio.

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Promoção "Toda Compra é uma Chance"

A parceria entre Itaú Unibanco e Visa gerou a campanha Toda Compra é Uma Chance. A ação vai sortear três Jeep Renegade automáticos e 250 prêmios de R$ 500 aos seus clientes com cartões de crédito.

A campanha se estende até o dia 13 de maio de 2021. Qualquer pagamento efetuado nos cartões Itaucard, Itaú Personnalité  e Credicard que possuírem a bandeira Visa e forem cadastrados no programa Vai de Visa concorrerão ao sorteio.

Os cartões virtuais também podem participar da promoção. Contudo, devem estar devidamente cadastrados no programa de pontos Vai de Visa. Para ter chances em dobro, o cliente deve fazer compras on-line ou utilizar a tecnologia de pagamento por aproximação.

O objetivo da ação é incentivar o uso de cartão de crédito, independentemente da quantia envolvida na transação. A expectativa dos idealizadores da promoção é que os prêmios oferecidos, além da segurança e conveniência, façam com que os usuário optem mais pelo crédito no momento de pagar.

Confira mais detalhes no site oficial da ação (promocoes.visa.com.br/site/itau/itau-todo-dia).

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Finanças

Elo Diners Club: Novo cartão da Elo tem pontuação turbinada e benefícios especiais

Novo cartão contará com a plataforma Elo Flex, na qual o cliente escolhe de quatro a seis benefícios para personalizar seu Elo Diners Club.

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Elo Diners Club

Com o lançamento do novo Elo Diners Club, a empresa conclui a reformulação do seu portfólio de alta renda. O cartão é uma evolução do Elo Nanquim Diners Club, lançado em 2018. 

O cartão chega ao mercado com benefícios melhorados, como acesso ilimitado e gratuito a salas VIP para titular e acompanhante, além de seguro viagem com cobertura para despesas médicas e hospitalares. Além disso, o Elo Diners Club passa a contar com Elo Flex, plataforma de personalização de benefícios que representa um upgrade no segmento de alta renda da empresa. 

Felipe Maffei, diretor de produtos e inovação da Elo, comenta: “Estamos lançando no mercado um produto ainda mais sofisticado para o público de alta renda, unindo os benefícios mais requisitados pelos clientes a outros diferenciados e inovadores no mercado de cartões”

A opção estará disponível em duas cores, sendo off-white ou preta. Entre os principais benefícios estão:

  • Pontuação turbinada de 3.3 pontos por dólar gasto em aquisições internacionais; 
  • Pontos que nunca expiram;
  • Acesso gratuito e ilimitado a salas VIP LoungeKey no Brasil e no mundo;
  • Acesso a sala VIP Elo no Aeroporto de Congonhas;
  • Transfer Aeroporto.

Além dos benefícios fixos, cada usuário conta com uma cesta de quatro a seis vantagens adicionais para personalização na plataforma Elo Flex. São mais de 30 opções em categorias como viagem, seguros, pet, vida, educação, casa, entretenimento, auto, entre outros. 

A transição do Elo Nanquim Diners Club para o novo Elo Diners Club no Banco do Brasil acontecerá a partir de junho de 2021. Os atuais usuários que já têm esse cartão podem usufruir da plataforma Elo Flex. 

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Bancos

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

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Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

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