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Exchange chinesa Bibox, 20ª maior corretora de criptomoedas, fecha com ImobCoin

Exchange chinesa Bibox, 20ª maior corretora de criptomoedas, fecha com ImobCoin

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Lançada em agosto, a ImobCoin, primeira criptomoeda do mercado imobiliário brasileiro, será listada na Exchange chinesa Bibox, 20ª maior corretora de criptoativos do mundo e uma das mais conceituadas do mercado chinês.

A inserção garante ainda mais segurança para as transações, que são armazenadas na blockchain da rede Ethereum, uma rede de computadores descentralizada que pode gravar transações e produzir contratos inteligentes.

A parceria reforça uma tendência dos últimos anos, a de que a China está atenta ao crescimento do mercado imobiliário brasileiro.

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Crescimento acima de 20%

Levantamento realizado pela BRAIN Inteligência Corporativa junto à Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostra que houve um crescimento acima de 20% na compra de imóveis entre junho e julho deste ano.

Por ser voltado ao mercado imobiliário, a ImobCoin pode ser usada para depósito caução de aluguel, comprar ou alugar um imóvel, distribuir ROI entre franquias imobiliárias e comprar e vender criptoproperties, além de viabilizar e dar suporte a empreendedores que querem transformar imóveis em ativos digitais.

Para resumir o funcionamento do ecossistema da ImobCoin, uma imobiliária que aluga ou vende um imóvel por meio das criptomoedas fica com todo o valor do cashback, que seria parte do dinheiro da compra recebido de volta, enquanto o inquilino teria o desconto do valor que receberia de volta no pagamento. Já o proprietário ganha se optar em ser o detentor da moeda comercializada.

“O objetivo principal da ImobCoin é desintermediar e aumentar a eficiência dos processos de compra e venda de imóveis. Com a entrada na Bibox, uma renomada exchange, garantimos ainda mais segurança para os investidores”, explica Fernando Lopes, advogado curitibano que também é blockchain/IOT developer e assessorou o processo de criação da ImobCoin.

Ciclo de lançamento

A cada ciclo de lançamento, 1.000 moedas estão disponíveis, sempre respeitando a última cotação.

Ao todo, serão 1.000 novos ciclos. No mês de setembro, a ImobCoin oferece um bônus de 10% em cashback, por exemplo, comprando 1 unidade (R$ 100), o investidor recebe R$ 10 de volta.

Além disso, a empresa garante ordens de recompra com desconto, em caso de liquidação, para sempre manter o valor da moeda.

Com a regulamentação do Pix, onde qualquer transferência pode ser estornada a qualquer momento, a ImobCoin se torna a maneira mais segura de adquirir imóveis, já que as transações são realizadas pela blockchain e não podem ser revertidas.

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Criptomoedas

China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

Comércio e mineração de bitcoins e outras moedas digitais passam a ser consideradas atividades ilegais no país.

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A China voltou a declarar guerra contra as criptomoedas nesta sexta-feira, 24. A partir de agora, o país considera “atividade ilegal” a mineração de moedas digitais em todo o país, bem como seu comércio. Em maio, o Conselho de Estado da China havia prometido uma medida como essa.

Veja também: Jogos de azar podem ser legalizados com reforma do IR; Arrecadação será de R$ 50 bi

As instituições financeiras, empresas de pagamento e de internet que operam no país também estão proibidas de facilitar a negociação de bitcoins e outras criptomoedas.

Além do Banco Popular da China, outras dez agências governamentais enviaram um comunicado conjunto detalhando as novas medidas para conter o comércio de criptoativos.

O governo “reprimirá resolutamente a especulação com moeda virtual, e atividades financeiras relacionadas, além de mau comportamento, de modo a salvaguardar as propriedades das pessoas e manter a ordem econômica, financeira e social”, explicou o BC em seu site.

Após o anúncio, a bitcoin registrou queda de 5%.

O governo chinês vem adotando uma política de repressão às criptomoedas há algum tempo. Em junho, o BC do país fechou uma empresa de software que estava sob suspeita de envolvimento com o comércio de moedas digitais. Uma semana depois, as autoridades fecharam ‘minas’ e pediram aos bancos que impeçam transações ligadas a elas.

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Criptomoedas

FinbyCoin chega ao mercado de criptomoedas e abre ICO

88 milhões de tokens a USD 2,00 cada

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Veja como declarar Bitcoin e outros ativos digitais no IR 2021

A Finby, primeira plataforma de cofinanciamento e crédito colaborativo descentralizado, informou a abertura do seu processo de ICO (Oferta Inicial de Moedas), a Finbycoin.

O ICO é uma prática comum do mercado de criptomoedas, similar ao IPO do setor financeiro. Na prática, é quando alguém oferece aos investidores novas unidades de criptomoedas ou cripto-token, e nesse caso em específico, representa uma oportunidade de fazer parte de um ecossistema desde sua fase inicial.

Conforme a empresa, na terceira etapa do processo de ICO, a Finbycoin tem 88 milhões de tokens a USD 2,00 cada moeda, totalizando USD 75 milhões e até 175% de deságio.

“Em março de 2021, a moeda começou a USD 1,00. O valor de listagem, quando for ao mercado em fevereiro de 2022, é que se mantenha dentro do seu planejamento natural e esteja a USD 3,50”, explica o CEO da Finby, Marcos Lecasi.

FinbyCoin

De acordo com Lecasi, a fintech é o primeiro ecossistema em Blockchain do mundo que realiza sonhos, e a Finbycoin vem tanto para usuários, atendendo a demanda de mercado, quanto para empresas em um mercado que já existe.

“A Finby proporciona ao ecossistema uma solução completa, por isso, consideramos que ela tem dois lados. O mercado tem uma demanda no consórcio tradicional que não sofre nenhuma alteração há pelo menos 60 anos, e o sistema Finby,  junto com a moeda veio para mudar essa situação”, explica.

A Finby é uma fintech que nasceu com o propósito de realizar sonhos e desburocratizar o acesso ao cofinanciamento de bens e serviços, conectando empresas e pessoas, sem a cobrança de taxas e juros. E para garantir transparência e segurança nas transações, a startup conta com parceria de uma das empresas de tecnologia mais conhecida mundialmente.

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Criptomoedas

Banco Inter divulga estudo sobre gerações de criptomoedas

No estudo, banco coloca a Bitcoin como pioneira e a Cardano como destaque na terceira geração de criptomoedas.

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O Banco Inter disponibilizou um estudo onde aborda as gerações de criptomoedas no mercado, destacando o Bitcoin como pioneira e a Cardano como destaque da terceira geração. No texto, a equipe do Inter Research faz comparações com as gerações X, Y e Z, que classificam perfis de investidores.

Veja também: Crise da Evergrande faz criptomoedas caírem até 18%; Como fica o Bitcoin?

O material destaca o Bitcoin como a mais importante moeda digital da primeira geração, pontuando que ela “tem se mostrado bastante resiliente nos últimos 12 anos desde seu surgimento”.

Embora tenha alta volatilidade no mercado, o banco acredita que a moeda digital cumpriu sua função principal. Além disso, os pesquisadores avaliam que ela ainda é uma das mais seguras do mundo.

“Os desenvolvedores do Bitcoin foram pioneiros ao criar um sistema de pagamentos descentralizado, isto é, que não dependesse da confiança em terceiros, e sim de poder computacional gerado pela rede como um todo”, diz o relatório.

Segunda geração

O estudo aponta que a segunda geração das criptomoedas pode ser representada pelo ether. Ele também menciona o papel fundamental dos contratos autônomos (ou “smart contracts”), que executam automaticamente diversas funções pré-estabelecidas.

“Um exemplo seria permitir que você envie recursos para seu amigo se, e apenas se, hoje for quarta feira. Apesar de extremamente simplista, este exemplo demonstra bem qual era objetivo dos idealizadores da segunda plataforma mais famosa, a Ethereum”, acrescenta.

No que diz respeito ao “problema do oráculo”, o banco cita a Chainlink como rede capaz de atravessar essa barreira.

Terceira geração já existe?

Os especialistas do Inter afirmam que já existe uma terceira geração de criptomoedas. Para eles, a Cardano poderá ser pioneira em aplicações em blockchain.

“Cardano é mais maleável e permite mudanças no protocolo de forma mais simples e menos burocrática”, avaliam.

A Polkadot (DOT) também é apontada como destaque da terceira geração de criptomoedas. No fim do material, os pesquisadores afirmam que as próximas gerações deverão trazer mais inovações ao mercado.

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