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Economia

Focus: Selic a 7,63% e PIB a 5,15% no fim do ano

Banco Central admite novas altas, até que se atinja o ‘ponto neutro’

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Crédito: A Gazeta

Enquanto a taxa básica de juros (Selic) não atinge o patamar neutro – na verdade uma incógnita proposital para o mercado – o Boletim Focus, divulgado hoje (6) pelo Banco Central (BC) voltou a projetar nova alta, de 7,50% para 7,63%, para este ano; e de 7,50% para 7,75%, em 2022. Se depender do BC, ainda há espaço para novas altas, conforme a autoridade monetária explicitou, no relatório da semana passada.

PIB ‘cai cai‘ – Em contraponto, pelo mesmo estudo – em consulta às 100 principais instituições financeiras nacionais – a autoridade monetária projetou novo recuo do PIB (Produto Interno Bruto ou somatório das riquezas de um país durante um ano) para o fim de 2021, desta vez, de 5,22% para 5,15%, além de contração de 2% para 1,93% para o próximo ano. Essa é a segunda baixa do PIB em uma semana, quando este já havia caído 0,1 ponto percentual.

IPCA cresce – Já no que toca à inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), nova alta, de 7,27% para 7,58%, cravando a 22ª segunda alta consecutiva do indicador que, na vez anterior, havia passado de 3,95% para 3,98%. Em ambos os casos, as marcas estão bem acima da meta projetada pelo BC, de uma inflação de 3,75% este ano, e de 3,50%, em 2022.

Dólar sem susto – Para o dólar, a mediana das previsões aponta para um patamar entre R$ 5,15 e R$ 5,17, no final de 2021, e em torno de R$ 5,20, no próximo.

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Automobilística

Flagra revela nova Ford Ranger capaz de fazer 33 km/l, com motor V6

A picape será lançada em 2022 pela fabricante, mas deve chegar ao Brasil no ano seguinte. Confira os detalhes de tudo o que já se sabe sobre a Ranger.

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A chegada da nova Ford Ranger ao mercado está prevista para o ano que vem. Apesar de ter encerrado as atividades no Brasil, sua produção na Argentina continua firme e forte. Afinal, já foram anunciados investimentos na ordem de R$ 3 bilhões para o local. A quinta geração da picape Ranger vai sair de lá e vir direto ao Brasil.

Leia mais: Confira: Mitsubishi divulga fotos do novo Outlander híbrido

Flagras

Aliás, depois das imagens da Ranger em situação extremas, agora os internautas podem conferir um flagra. Na verdade, foram diversos flagras da picape registrados pelo mundo. O mais recente apareceu no fórum australiano Ford Ranger Club.

Nas imagens, ainda não dá ver em detalhes todo o design da nova Ranger. O veículo está escondido por traz de um envelopamento camuflado. Contudo, já dá para observar os novos faróis em LED no formato de C.

Também é possível verificar o formato robusto da grade frontal e de todo o conjunto externo. A Ranger continua imponente dentro de seu segmento, isso é possível afirmar com certeza.

Ranger 2022

Como mencionado anteriormente, a Ranger está prevista para ser lançada em 2022. Contudo, o lançamento já é aguardado por muitos fãs da marca no Brasil. De acordo com a fabricante, no entanto, a caminhonete deve estar no mercado brasileiro apenas em 2023.

A nova Ranger contará com a mesma plataforma da VW Amarok. Pelo menos, é o que se especula até o momento entre os especialistas no assunto. A picape poderá ser produzida com motor 2.0 biturbo diesel. A tecnologia confere 213 cv de potência e toque com 50,9 kgfm na versão mais básica.

Porém, para quem quiser mais eficiência, a versão completa terá motor V6 3.0 turbo diesel. Isso significa 253 cv de potência e 60,8 kg fm de torque. A diferença realmente é grande entre as versões. Essa versão promete ser capaz de desempenhar 33 km/l.

Ford no Brasil

Vale lembrar que a empresa paralisou a produção no Brasil e encerrou vários modelos. O Ford Ka e o Ford Ecosport ainda deixam saudades nos consumidores brasileiros. Embora as más notícias, a empresa continua ativa em solo nacional

Além da nova Ranger, a Ford irá lançar a picape Maverick também em 2022. Os anúncios fazem parte da nova estratégia da empresa em território nacional. Os detalhes de cada um dos veículos devem ser anunciados em breve.

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Economia

Cerca de R$ 23,3 bilhões em cotas do PIS/Pasep estão “esquecidos”

Verba está liberada para 10,6 milhões de trabalhadores, que podem sacar o dinheiro até o dia 1º de junho de 2025.

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Mais de 10,6 milhões de trabalhadores de todo o país podem sacar cerca de R$ 23,3 bilhões “esquecidos” na Caixa Econômica Federal. O montante é referente às cotas do PIS/Pasep, e está disponível para quem trabalhou com carteira assinada entre os anos de 1971 e 1988.

Leia mais: Bolsonaro: se Congresso derrubar veto, ‘a gente vai se virar’ para dar ‘auxílio-modess’

Caso o trabalhador já tenha falecido, o direito passa para seus herdeiros. Entretanto, o prazo final para retirada é 1º de junho de 2025. Após esse período, o dinheiro será enviado para os cofres da União e não poderá ser resgatado.

Boa parte dos valores ainda não foram sacados por falta de informação ou morte do trabalhador. Apenas R$ 286,3 milhões foram retirados por 181,3 mil cidadãos ou herdeiros, o que significa que mais de 99% dos recursos aguardam seus donos, segundo dados do portal Poder360.

O fundo PIS/Pasep foi criado por meio da unificação do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP). Desde 1988, não há mais arrecadação para contas individuais, mas quem tem direito a essas cotas ainda pode retirá-las.

Quem pode fazer o saque?

Podem acessar os recursos todos os empregados cadastrados no PIS de 1971 até 04/10/1988 que atendam a um dos motivos abaixo (Lei 13.932/2019):

  • Aposentadoria;
  • Idade igual ou superior a 60 anos;
  • Invalidez (do titular ou dependente);
  • Militar: transferência para reserva remunerada ou reforma;
  • Idoso e/ou portador de deficiência atendido pelo Benefício da Prestação Continuada (BPC);
  • Titular ou dependente com neoplasia maligna (câncer), SIDA/AIDS ou doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS 2.998/2001; e
  • Morte do participante.

O pagamento das cotas pode ser solicitado a qualquer momento por quem cumpre um desses requisitos, exceto por motivo de idade. Nesse caso, a data para retirar o dinheiro será divulgada em breve.

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Economia

Auxílio emergencial pode ser prorrogado até 2023 com valor de R$ 250

Criado para substituir o Bolsa Família, Auxílio Brasil enfrenta demora na aprovação, podendo não sair após o fim do auxílio.

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A última parcela do auxílio emergencial será depositada até o final desse mês. Com isso, o governo federal previa lançar o programa Auxílio Brasil, prometido para dar uma nova roupagem ao já conhecido Bolsa Família. No entanto, o projeto pode sofrer atrasos e milhares de pessoas podem se ver sem renda de forma abrupta.

Leia mais: Nubank é acusado de inflar receita com ajuda da Mastercard; Entenda

Como forma de solucionar esse impasse, e de olho na campanha eleitoral, integrantes do alto escalão do governo estudam prorrogar o auxílio emergencial até janeiro de 2023 apenas para os beneficiários do Bolsa Família. Atualmente, o programa atende um total de 14,6 milhões de família brasileiras.

O intuito é definir o pagamento de cerca de R$ 250 mensais, e de forma cumulativa pelo prazo de ao menos um ano, aos valores nos quais os beneficiários já recebem pelo Bolsa Família.

Prorrogação

Restando apenas 18 dias para o fim do auxílio emergencial, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se vê cada mais pressionado a estender o benefício por mais meses. O motivo está na aprovação do Auxílio Brasil, que segue a passos lentos.

O maior obstáculo para a aprovação do novo programa social está na fonte de recursos a ser usada para os pagamentos do Auxílio Brasil. Cálculos da pasta da Economia indicam que a medida terá custo de R$ 50 bilhões. Lembrando que tanto a reforma do Imposto de Renda quanto a proposta de Emenda à Constituição (PEC), pensados como geradores de receita, não avançaram neste mês.

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