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Gestoras já recomendam venda de ações da Petrobras (PETR4) e (PETR3)

Anúncio de Jair Bolsonaro sobre o comando da estatal provocou mudanças de recomendação com relação aos papéis da estatal.

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Petrobras

Após Jair Bolsonaro, presidente da República, anunciar que irá trocar o comando da Petrobras, gestoras de investimentos já começam a recomendar para seus clientes a venda de ações da empresa. Uma das preocupações dos agentes do mercado é saber se a intervenção presidencial se limitará à petroleira ou poderá afetar outros segmentos.

A corretora XP, por meio de relatório divulgado neste domingo, 21, informou aos seus clientes que a partir de agora recomenda a venda dos papéis da estatal, estabelecendo um valor de R$ 24 por ação.

Nesta segunda-feira, 22, as ações da Petrobras despencaram mais de 19%, com a ação PETR3 em baixa de 19,48%, a R$ 21,85, na primeira hora de pregão, enquanto os ativos PETR4 tinham baixa de 18,88%, a R$ 22,20.

No relatório assinado pelos analistas Gabriel Francisco e Maira Maldonado, que acompanham os setores de Energia e Petróleo & Gás, a XP alega que a mudança de recomendação repercute a sinalização negativa do anúncio de Bolsonaro sobre os papéis da estatal.

“Vemos esse anúncio (de mudança no comando da estatal) como uma sinalização negativa, tanto de uma perspectiva de governança, dados os riscos para a independência de gestão da Petrobras, como também por implicar riscos de que a companhia continue a praticar uma política de preços de combustíveis em linha com referências internacionais de preços, ou seja, que reflitam as variações dos preços de petróleo e câmbio”, defendem os analistas.

Durante videoconferência com integrantes do mercado financeiro, Gabriel Francisco resumiu o relatório: “Não faz sentido ter uma recomendação numa petroleira que não se beneficia de uma melhora nos preços do petróleo”.

“Em nossa opinião, existem muitas incertezas para justificar uma tese de investimento na Petrobras, e acreditamos que as ações deverão daqui em diante negociar com um desconto mais alto em relação ao histórico e a outras petroleiras globais”, explicam os analistas.

O Bradesco BBI também divulgou, neste domingo, um relatório rebaixando a recomendação dos papéis da Petrobras.

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Ibovespa fecha em alta de 0,65%, aos 107.557,67 pontos

Dow Jones +1,40% (35.720,55); S&P500 +2,07% (4.686,85); Nasdaq +3,03% (15.686,92); Dólar -1,27% (R$5,6183)

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Crédito: Agência Brasil

O Ibovespa fechou a sessão desta terça-feira (7) em alta de 0,65%, aos 107.557,67 pontos.

Em Nova York, o Dow Jones subiu 1,40% (35.720,55 pontos), o S&P500 ganhou 2,07% (4.686,85), e a Nasdaq avançou 3,03% (15.686,92).

Na Europa, Frankfurt subiu 2,82%; Londres subiu 1,49%; Paris subiu 2,86%; Madri subiu 1,45%; Stoxx subiu 2,46% (480.24).

O dólar, por sua vez, encerrou em baixa de 1,27%, a R$ 5,6183. Já os Treasuries, que são títulos do Tesouro norte-americano, ficaram assim: o T-bond de 30 anos subiu a 1,804%, o T-note de 2 anos avançou a 0,687% (0,6391%), e o T-note de 10 anos subiu a 1,474% (1,4334%).

Nos Estados Unidos, de acordo com o Federal Reserve (Fed), o crédito ao consumidor avançou US$ 16,9 bi em outubro; abaixo do previsto (US$ 25,0 bi).

Em relação aos furos futuros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2023 subiu a 11,485% (de 11,404% ontem); para janeiro de 2024 a 11,070% (11,047%); para janeiro de 2025 caiu a 10,860% (10,914%); para janeiro de 2027 a 10,850% (10,943%); para janeiro de 2029 a 10,920% (11,012%); e para janeiro de 2031 a 10,950% (11,011%).

Foto divulgação

Ibovespa: empresas

– Confira as 3 maiores altas desta terça, segundo a Eleven:

📈#CASH3  +13,58%  (R$ 3,43)

📈#BIDI11   +13,36%  (R$ 37,41)

📈#BIDI4  +12,14%  (R$ 12,38)

– Confira as 3 maiores baixas:

📉#EZTC3  -4,35%  (R$ 19,56)

📉#MRVE3   -3,08%  (R$ 11,57)

📉#MULT3   -2,81%  (R$ 20,07)

Cenas

O Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou queda de 0,58% em novembro, após um avanço de 1,60% em outubro. Agora, o IGP-DI acumulou uma elevação de 16,28% no ano e avanço de 17,16% em 12 meses.

No exterior, a empresa chinesa Sinovac Biotech, responsável pela fabricação da vacina Coronavac, afirmou que uma versão atualizada do imunizante contra a variante ômicron deve estar disponível em três meses, segundo a Folha.

Ibovespa: commodities

Do lado das commodities, o barril do WTI para janeiro subiu 3,68% na Nymex, a US$ 72,05, enquanto o Brent para fevereiro avançou 3,23% na ICE, a US$ 75,44.

O contrato de ouro com entrega prevista para fevereiro avançou 0,29% na Comex, para US$ 1.784,70 por onça-troy.

Na Comex, o contrato do cobre para março subiu 0,05%, a US$ 4,3395/libra-peso; na LME, contrato de 3 meses avançava 0,61%, a US$ 9.563,00/t.

Coronavírus

Levantamento do consorcio de imprensa, o Brasil registrou na segunda-feira (6) 115 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 615.789 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 194. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -16% e aponta tendência de queda pelo nono dia seguido.

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Vale (VALE3): XP recomenda Compra com target em R$ 97,10

A mineradora apresenta um fluxo de caixa livre sólido e com fortes dividendos nos próximos anos

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Crédito: O Globo

A XP Investimentos analisou o ativo Vale (VALE3) em seu portfólio e optou por recomendar Compra com preço-alvo em R$ 97,10 para o final de 2022.

Para a corretora, a mineradora apresenta um fluxo de caixa livre sólido e com fortes dividendos nos próximos anos, mesmo que a curva do preço do minério de ferro seja mais conservadora.

Também disse que no último mês de setembro, a companhia distribuiu R$ 40,2 bilhões em dividendos, o maior montante distribuído desde o acidente de Brumadinho em 2019.

E acrescentou que nos últimos doze meses, a Vale distribuiu cerca de R$ 73 bilhões em forma de dividendos recorrentes e extraordinários e juros sobre o capital próprio (JCP).

“Essa remuneração ao acionista representa um retorno com dividendos (dividend yield) de 22%, o que se compara com a sua média de cerca de 3% nos últimos 5 anos”, destacou.

E disse mais: “quando comparamos com seus pares australianos, a Vale apresentou yield ainda maior (a média dos últimos 12 meses foi de 14.5%).”

XP: Vale (VALE3)

De acordo com a XP, dividendos representam uma participação do acionista nos lucros de uma empresa, e são distribuídos proporcionalmente à quantidade de ações que o investidor possui. De acordo com a Lei das S.A., as empresas de capital aberto têm que distribuir no mínimo 25% dos seus lucros a acionistas.

Assim, a Política de Remuneração aos Acionistas vigente da Vale (VALE3) determina que os dividendos sejam pagos semestralmente: uma parcela em setembro (referente aos resultados do primeiro semestre) e outra em março (referente aos resultados do segundo semestre).

“A Vale ainda determina que o mínimo a ser pago seja calculado por 30% do EBITDA ajustado menos Investimento Corrente, ou seja, 0,3 x (EBITDA ajustado – Investimento Corrente), dando mais previsibilidade e transparência ao acionista”, disse.

E acrescentou: “além do dividendo mínimo, a companhia ainda pode deliberar dividendos extraordinários ao longo do ano.”

Perspectivas para 2022?

Para a XP, o alto montante distribuído reafirma o comprometimento da companhia em distribuir o forte caixa gerado aos acionistas, dado o baixo nível de alavancagem atual.

“Mesmo considerando uma curva de minério de ferro mais conservadora, ainda vemos a Vale (VALE3) apresentando um fluxo de caixa livre sólido e fortes dividendos nos próximos anos. Acreditamos que a Vale pagará um dividend yield mínimo de 9,0% em 2022. Adicionalmente, considerando a baixa alavancagem, não descartamos potenciais dividendos extraordinários”, destacou.

E complementou: “lembrando que esse yield mínimo esperado é menor que os 22% dos últimos 12 meses por conta do pagamento de aproximadamente R$11 milhões em junho, na forma de dividendos extraordinários.”

Veja VALE3 na Bolsa:

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Alívio global com ômicron e minério em alta turbinam Ibovespa: +0,93%

Menor letalidade de variante viral e subida de commodity na China animam bolsa brasileira

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Crédito: bovespaacoes

No mesmo viés positivo dos últimos quatro dias, o Ibovespa, às 17h18, engata nova alta de 0,93% a 107.850,13 pontos, também refletindo, como os demais mercados, o alívio global com as informações que apontam um grau de letalidade da variante ômicron, bem inferior à ‘apressada’ avaliação inicial. Ao mesmo tempo, também anima a bolsa brasileira, a recuperação do preço do minério de ferro na China – no momento, em alta de 8,2% – maior produtor mundial de aço, o que se reflete na valorização dos papéis ligados à commodity na bolsa brasileira.

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