Economia
Governo pode prorrogar o auxílio emergencial em mais 6 parcelas
Ala do governo federal estuda ampliar o benefício em mais parcelas, porém os valores a serem oferecidos podem ser menores que os atuais.
Perto de ser encerrado, o auxílio emergencial pode ganhar uma sobrevida e ter seis novas parcelas, desta vez até o ano de 2022. Um dos motivos para a nova prorrogação tem a ver com a pressão da ala política, que fez com que membros do governo colocassem em pauta a possibilidade de uma nova extensão do programa de distribuição de renda.
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A renovação do auxílio emergencial tem o intuito de beneficiar um total de 25 milhões de cidadãos brasileiros em situação de vulnerabilidade durante a pandemia da Covi-19. O número de assistidos é menor que o de outras prorrogações do programa, que já chegou a atender cerca de 40 milhões de pessoas.
Segundo Jeferson Bittencourt, secretário do Tesouro Nacional, uma nova extensão do auxílio conta com fortes restrições por parte da pasta. Por sua vez, o ministro da Cidadania, João Roma, vem defendendo cada vez mais a prorrogação da medida, que também enfrente resistência econômica por parte da equipe da Economia, comandada por Paulo Guedes.
Membros do alto escalão do governo declaram que se o processo de inclusão de novas parcelas do benefício realmente acontecer, ele será feito sob um novo formato, e com valores distintos. Hoje em dia, o auxílio conta com parcelas no valor de R$ 150, R$ 250 e R$ 375, conforme a constituição familiar de cada beneficiário.
Auxílio emergencial pode ganhar seis novas parcelas
Informações preliminares mostram que o governo federal está inclinado a aprovar uma prorrogação de mais seis meses do auxílio emergencial. Se isso se confirmar, o programa se estenderia, portanto, até o ano de 2022 – ano das próximas eleições presidenciais.
De forma geral, a avaliação é de que esse passo contribuirá de forma positiva para o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que, ao que tudo indica, tentará reeleição.
Até a liberação das novas rodadas do programa, vale lembrar que também é necessário discutir a forma de pagamento das próximas parcelas. Como dito acima, para dar conta de novas rodadas, o Planalto estima reduzir os valores do auxílio, com possibilidade de corte pela metade do que é repassado atualmente.

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