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Ibovespa fecha no azul após sessão volátil, mas com volume fraco

O Índice de referência subiu 0,08%, a 117.591,68 pontos

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Investimento em bolsa de valores também deve ser declarado; saiba mais

O Ibovespa (IBOV) teve mais uma sessão volátil nesta quarta-feira, fechando com uma alta marginal, mas com o volume no pregão novamente mais fraco, enquanto agentes financeiros continuam no aguardo de definições relacionadas ao Orçamento e medidas contra a pandemia de coronavírus.

Segundo a Reuters, o Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,08%, a 117.591,68 pontos, de acordo com dados preliminares.

Na máxima da sessão, chegou a 118.303,28 pontos. Na mínima, a 116.747,95 pontos.

O volume financeiro somava 26,7 bilhões de reais, abaixo da média diária de 36,7 bilhões de reais no ano e de 36,9 bilhões em março.

Nos primeiros pregões de abril, a média é de 26,2 bilhões de reais.

Ibovespa fecha no azul após sessão volátil, mas com volume fraco

Ibovespa – Dólar

O dólar (USDBRL) reverteu a queda de mais cedo e fechou em alta contra o real nesta quarta-feira, movimento ditado inicialmente pela tomada de fôlego da moeda no exterior a partir do fim da manhã e intensificado à tarde por novas declarações do presidente Jair Bolsonaro entendidas como ameaça de intervenção na Petrobras (PETR4) e críticas à vacinação.

O dólar à vista subiu 0,79%, a 5,6456 reais na venda. A moeda oscilou entre 5,5491 reais (-0,94%), por volta de 11h45, e máxima de 5,6557 reais (+0,97%), já na última hora de negócios no mercado à vista.

Bolsonaro afirmou nesta quarta que o aumento do preço do gás anunciado pela Petrobras nesta semana, de 39%, é “inadmissível” e, apesar de dizer que não irá interferir na estatal, afirmou que a política de preços da empresa pode mudar.

Ele também disse que a pandemia está sendo usada politicamente “para derrubar o presidente” e criticou o foco na busca de uma vacina.

As falas do mandatário rememoram temores de intervenção na Petrobras, que em fevereiro teve seu presidente demitido por Bolsonaro, o que causou expressiva reação negativa nos mercados. A saída posterior de André Brandão do comando do Banco do Brasil e a troca de membros do conselho em ambas as empresas reforçaram o mal-estar.

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