Economia
Ibovespa opera com leve alta aplacada por exterior ainda frágil
Às 11:09, o índice subia 0,08%, para 97.068,72 pontos.
O Ibovespa mostrava uma melhora discreta nesta terça-feira, impulsionado por um exterior um pouco menos frágil, com as atenções ainda voltadas para a visita do chair do Federal Reserve ao Congresso dos EUA, e para a ata do Copom na cena local.
Às 11:09, o índice de referência avançava 0,08%, para 97.068,72 pontos. O volume financeiro era de 4,5 bilhões de reais.
O Ibovespa chegou a tocar máxima de 97.684,16 pontos, mirando em uma recuperação após o fechamento da véspera, quando encerrou na mínima desde julho.
Depois de uma noite de bastante volatilidade, os ativos de risco estão abrindo a manhã em tom um pouco menos negativo, mas ainda com claros sinais de fragilidade, disse o estrategista Dan Kawa, da TAG Investimentos.
“No Brasil, seguimos a mercê da situação global, com as nossas peculiaridades apenas deteriorando mais o nosso cenário. O ambiente, por ora, é de incerteza e poucos (ou nenhum) avanços na importante agenda de reformas para o país”.
Em Wall Street, os índices também começaram o dia em alta sustentada pela recuperação de ações de tecnologia, mas as dúvidas sobre novos estímulos fiscais seguiram pesando nos negócios. O S&P 500 subia 0,26%.
Hoje será a primeira das três visitas marcadas nesta semana para que Jerome Powell vá ao Capitólio falar sobre as medidas de emergência que o Fed adotou para conter o impacto da pandemia de Covid-19 na economia dos EUA.
De acordo com trecho do discurso, o presidente dos EUA, Donald Trump, dirá que a ONU “precisa responsabilizar a China por suas ações” relacionadas à pandemia do coronavírus na Assembleia-Geral das Nações Unidas. Jair Bolsonaro também falou na ocasião.
Na cena doméstica, o Banco Central indicou na ata do Copom que as condições para sua sinalização de que a taxa Selic não deve subir seguem de pé e reforçou considerar adequado manter a chamada prescrição futura como instrumento de política monetária adicional.
O Secretário do Tesouro, Bruno Funchal, afirmou que o país não possui margem para errar na gestão das contas públicas no pós-pandemia, e que o aumento recente dos prêmios de risco na curva de juros é um alerta nesse sentido.
Destaques da manhã
No setor de mineração, VALE ON caía 0,45%, GERDAU PN perdia 0,15% e USIMINAS PNA recuava 0,83%.
CSN ON ganhava 3,08%, após perdas na véspera, quando o tom negativo nos mercados globais obstruiu o anúncio sobre IPO de sua unidade de mineração.
PETROBRAS PN e PETROBRAS ON avançavam 0,72% e 0,52%, respectivamente, impulsionadas pela alta dos preços do petróleo e pela retirada do caso em análise em julgamento do STF sobre a privatização de refinarias pela Petrobras.
O setor de bancos estava todo no azul: ITAÚ UNIBANCO PN tinha alta 1%, BRADESCO PN saltava 0,96%, BANCO DO BRASIL ON ganhava 1,33%, BTG PACTUAL UNIT subia 1,82% e SANTANDER BRASIL UNIT valorizava-se 1,25%.
CIELO ON registrava ganho de 1,45%, revertendo perdas na véspera, enquanto STONECO e PAGSEGURO (em Nova York) tinham alta de 1,67% e 0,59%, respectivamente.
SUZANO ON despencava 2,08% e KLABIN UNIT perdia 0,89%.
Em dia ruim para ações de varejistas, B2W ON caía 3,9%, MAGAZINE LUIZA ON perdia 0,82% e VIA VAREJO ON recuava 0,11%.

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