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Lojas Americanas e B2W confirmam fusão e nascimento da gigante americanas s.a.

Já nasce com R$40 bi em GMV

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Cartão Americanas

A Lojas Americanas e a B2W confirmaram na noite desta quinta-feira (10) a fusão e nascimento da gigante americanas s.a.

O movimento se deu via Assembleias Gerais Extraordinárias de ambas as empresas. Com a combinação de 100% das operações, a nova companhia irá acelerar a evolução dos negócios, oferecendo a melhor plataforma de inovação tecnológica, impulsionando o engajamento e maximizando a experiência para os clientes, fornecedores, sellers, merchants, parceiros e times.

Lojas Americanas

americanas s.a.

De acordo com documento encaminhado ao mercado, a americanas s.a. já nasce gigante, com R$ 40 bi em GMV (em 2020), um time de mais de 34 mil associados; uma base de 48 milhões de clientes ativos; mais de 1.700 lojas de diferentes formatos em 765 cidades; uma plataforma digital completa que conecta compradores e vendedores; uma fintech com mais de 19 milhões de downloads e aceitação em mais de 3 milhões de estabelecimentos; e uma plataforma de fulfillment e logística, com capilaridade nacional e frota multimodal ecoeficiente.

O novo Conselho de Administração composto pelos membros ficou assim: Eduardo Saggioro Garcia (presidente); Carlos Alberto da Veiga Sicupira; Claudio Moniz Barreto Garcia; Paulo Alberto Lemann; Mauro Muratório Not (independente), Sidney Victor da Costa Breyer (independente) e Vanessa Claro Lopes (independente).

Diretoria nomeada

Ainda de acordo com o documento, o Conselho de Administração nomeou a diretoria composta por quatro sócios com experiência em diferentes posições estratégicas em Lojas Americanas e B2W Digital.

A nova companhia será liderada por Miguel Gutierrez, diretor-presidente e diretor de relações com investidores; Anna Saicali atuará como CEO da plataforma de inovação e fintech; Timotheo Barros será o CEO da plataforma física e CFO; e Marcio Cruz atuará como CEO da plataforma digital.

Desta forma, a nova Companhia tem ativos únicos: 1) gente, com uma forte cultura de dono, histórico de inovação constante, execução eficiente e disciplina; 2) base de 48 milhões de clientes ativos; e 3) plataformas de negócios que se potencializam para maximizar a experiência do cliente.

Esta estrutura robusta consiste na soma dos objetivos, compromissos e conquistas de Lojas Americanas e B2W, e se traduz no propósito de “Somar o que o mundo tem de bom para melhorar a vida das pessoas”.

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Empresas

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

De “Ba2“ para “Ba1”

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A agência de classificação de risco Moody’s concedeu upgrade à nota de crédito da Petrobras, conforme documento encaminhado ao mercado pela petroleira.

De acordo com a companhia, a Moody’s elevou sua nota de crédito em 1 nível, de “Ba2“ para “Ba1”, com perspectiva estável.

Também disse que a agência também elevou o rating intrínseco da companhia em 1 nível, de “ba2” para “ba1”.

E acrescentou que com este upgrade a Petrobras é classificada um nível acima do governo brasileiro, o que, segundo a Moody’s, decorre do perfil de crédito superior da companhia, incluindo a comprovada resiliência em condições econômicas e de negócios adversas.

Petrobras

Ainda de acordo com o documento, o Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras Rodrigo Araujo Alves considera que “o upgrade mostra o reconhecimento da Moody’s aos esforços para melhorar nossas finanças e otimizar operações. Lembrando que em 2015 tínhamos uma dívida superior a US$ 130 bilhões, desconsiderando arrendamentos. Se os incorporarmos, estamos falando de mais de US$ 150 bilhões de dívida bruta. No 2T21, esse número foi reduzido para US$ 64 bilhões, o que representa uma redução da ordem de US$ 90 bilhões, equivalente ao valor de mercado de várias empresas de grande porte. Toda essa trajetória é sustentada por uma estratégia consistente, um portfólio resiliente e ações para tornar a Petrobras uma empresa cada vez mais forte”.

Moody’s

A Moody’s destacou que a decisão pela elevação da nota da Petrobras foi baseada principalmente no histórico de melhorias em seu desempenho operacional e financeiro, que resultaram em sólidas métricas de crédito. Adicionalmente, a agência considera que a disciplina operacional e financeira continuarão a favorecer a geração de caixa e a estrutura de capital e que outros fatores como a boa liquidez, o perfil confortável de amortizações e o amplo acesso a mercados de capitais globais também foram importantes para o upgrade.

A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

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Bancos

Bradesco e Enel X fecham acordo para construção de 9 usinas de energia solar

Geraçao distribuída

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Crédito: Veja

O Bradesco e a Enel X firmaram contrato para o desenvolvimento e construção de nove usinas fotovoltaicas de geração distribuída nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Goiás.

De acordo com a instituição financeira, com capacidade instalada total de 11 MWpm as plantas serão responsáveis por gerar energia limpa para mais de 300 agências do Bradesco nos três estados.

Também disse que o acordo foi estabelecido pelo prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação do prazo contratual.

E acrescentou que o projeto de geração distribuída da Enel X para o Bradesco reafirma o compromisso sustentável de ambas as empresas, uma vez que vai evitar a emissão anual de cerca de 12 mil toneladas de CO², o que corresponde à neutralização que seria obtida a partir do plantio de cerca de 86 mil árvores.

Bradesco

Ainda de acordo com a instituição financeira, as plantas estão sendo instaladas nos municípios de Quixeré, no Ceará; Buriti Alegre, em Goiás; e Seropédica e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Ao todo, serão 18.550 painéis solares, distribuídos em uma área total de 246.431 metros quadrados. A previsão é que as usinas iniciem as operações em junho de 2022.

“Em 2020, assumimos o compromisso de, a partir do fim do mesmo ano, ter 100% das operações do Bradesco abastecidas por energia de fontes renováveis. Com esse objetivo já conquistado, nos tornamos uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar a transição”, explica Adelmo Romero Perez Junior, Diretor do Departamento de Patrimônio do Bradesco. Essa parceria reafirma a preocupação do banco com as mudanças climáticas e está em linha com o esforço de se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

​“O acordo com o Bradesco demonstra a competitividade deste modelo de negócio. A construção de usinas solares de geração distribuída é um dos focos da Enel X no Brasil e nos ajuda em nossa missão de auxiliar empresas de todos os portes e segmentos a atingirem suas metas de descarbonização, em linha com a relevância e a urgência da agenda ESG”, afirma Francisco Scroffa, Responsável da Enel X no Brasil. “Oferecemos aos nossos clientes soluções tecnológicas que garantem uma gestão inteligente e sustentável do consumo energético, com foco no controle de custos, previsibilidade e redução de riscos”.

Geração distribuída

A Enel X, por meio da linha de negócios e-Industries, oferece o serviço de geração distribuída para empresas, permitindo que geradores privados realizem a troca da energia produzida com a rede elétrica.

Por meio desta e de outras soluções integradas em energia, é possível reduzir a conta de energia de forma significativa e contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico ao utilizar uma fonte renovável de energia, auxiliando clientes comerciais e industriais na jornada da transição energética.

Após a instalação, a economia é imediata e os painéis duram por mais de 25 anos. Ao todo, a Enel X possui cerca de 13,2 MWp em sistemas de geração distribuída solar instalados no Brasil.

Contexto de mercado

O Brasil está na lista dos dez países que mais instalaram sistemas de energia solar no mundo em 2020 e em primeiro lugar na América Latina com 3,15 gigawatts em novos empreendimentos no ano passado. Dessas instalações, 80% são consideradas de pequeno porte, com placas solares em telhados para o atendimento da demanda de clientes residenciais e pequenas empresas. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos próximos dez anos, a mini e a microgeração distribuídas podem ultrapassar 40 gigawatts (GW) no Brasil.

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Economia

Pronampe registra queda de inadimplência em agosto

Recuo foi de 0,9% em relação a julho e de 3% para igual mês de 2020

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Crédito: AIC contadores

Criado em regime de emergência, durante a pandemia, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) observou queda na inadimplência do segmento em agosto. Estudo elaborado pelo Serasa Experian aponta que o número de pequenas e médias empresas em situação de inadimplência no mês passado era de 5,33 milhões, contingente 0,9% abaixo do registrado em julho e 3% menor  do que agosto de 2020.

Socorro oportuno – Na avaliação de técnicos do Pronampe, o bom resultado reflete o ‘socorro’ prestado pelo governo federal, que destinou, no ano passado, cerca de R$ 5 bilhões para manter a liquidez de empresas em dificuldades decorrentes da crise econômica provocada pela sanitária.

Micro e pequenas – Linha de crédito concebida pelo governo federal, o Pronampe atende microempresas com faturamento anual até R$ 360 mil e pequenas empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

Limite de 30% – Pela sistemática do programa, os empréstimos por ele concedidos podem corresponder até 30% da receita bruta anual registrada em 2019, além de atendimento a negócios em funcionamento por um período inferior a um ano, limitados à metade do capital social ou a 30% da média do faturamento mensal.

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