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Economia

Nubank lança os fundos Nu Ultravioleta com novas opções de investimento

Aplicações são geridas por casas consolidadas e famosas, como a Verde Asset, Bogari, Absoluto Parnters, Constellation e a SPX.

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O Nubank anunciou recentemente uma nova modalidade de cartão de crédito, o Nubank Ultravioleta. A novidade inaugura a categoria premium do banco digital, que conta com bandeira Mastercard Black. Além disso, o Ultravioleta conta com 1% de cashback em todas as transações, que passa a render 200% do CDI.

Além do cartão de crédito, o banco digital também anunciou recentemente o lançamento dos primeiros produtos financeiros presentes na plataforma Easynvest By Nubank. São eles o Nu Ultravioleta Ações e Nu Ultravioleta Multimercado.

Leia mais: Banco do Brasil: Leilão coloca na praça mais de duas mil ofertas em julho

Como funcionam os fundos?

Os dois fundos de investimento – aplicados em cotas de fundos – são geridos por casas consolidadas e famosas, como a Verde Asset, Bogari, Absoluto Parnters, Constellation e a SPX.

O valor mínimo de aplicação nos fundos Nu Ultravioleta é de R$ 100. Sem taxa de administração, o investidor terá de arcar apenas com os custos de implementação das gestoras, que está em média a 1,5% ao ano.

“Se o cliente fosse investir nessas casas diretamente, o aporte mínimo poderia chegar até R$ 50 mil ou nem teriam acesso, porque alguns deles estão fechados para novos investimentos neste momento”, esclarece o Nubank, em comunicado divulgado à imprensa.

Cotas

Em suma, com o Nu Ultravioleta, o investidor pode:

  • Investir a partir de R$ 100 em produtos normalmente até então considerados restritos para quem aplicava grandes quantias;
  • Ficar isento da cobrança da taxa de administração;
  • Ter acesso a uma estratégia de portfólio sofisticada.

Vale destacar ainda que um fundo opera como um pacote com vários investimentos dentro. Quem aplica nele está comprando cotas a um determinado preço. Neste caso, quanto mais dinheiro uma pessoa aplica, mais cotas ela passa a ter acesso.

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Commodities

GNA inicia construção de sua segunda termelétrica

Com conclusão prevista para 2024, GNA II terá capacidade instalada de 1,67 gigawatts

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Crédito: Energia hoje

Joint venture formada por BP, Siemens, SPIC Brasil e Prumo Logística, a Gás Natural Açu (GNA), acaba de receber autorização da Prefeitura de São João da Barra (RJ) para dar início às obras para construção, em outubro próximo, de sua segunda termelétrica no Porto do Açu (GNA II), cuja operação deverá começar somente em 2024.

Turbinas a vapor – Composta por três turbinas movidas a gás natural e uma a vapor, a GNA II terá capacidade instalada de 1,67 gigawatts (GW), o suficiente para atendimento de aproximadamente 7,8 milhões de moradias.

BNDES financia – Do total de investimentos previstos (R$ 5 bilhões), caberá ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a maior parte do financiamento, cerca de R$ 3,93 bilhões.

Siemens constrói – Já a construção de usinas e o fornecimento de equipamentos (turbinas a gás e a vapor, e caldeiras de recuperação de calor) serão de responsabilidade da Siemens Energy, também encarregada de fornecer serviços de operação e manutenção para as unidades. O gás natural, por sua vez, será importado e fornecido pela BP.

Atrair indústrias – Sem contar as usinas de que dispõe, a GNA possui licença ambiental que a habilita a dobrar a capacidade instalada de geração, por meio da construção da GNA III e IV. O respectivo plano de expansão contempla, ainda, a criação de uma unidade de processamento de gás natural (UPGN) e um gasoduto terrestre (em fase de licenciamento) que permitirá a conexão do Porto do Açu com a malha de transporte. A iniciativa tem por finalidade atrair indústrias para a região portuária, transformada agora em um novo eixo de gás no Estado do Rio de Janeiro.

GNA I – Com capacidade de produzir 1,33 GW de energia, a primeira termelétrica da empresa, a GNA I, entrou em operação há duas semanas. Considerado estratégico pelo governo do Rio, em razão da crise hídrica, o empreendimento deve reforçar o atendimento à demanda do Sudeste/Centro-Oeste, a maior do país, e onde os reservatórios de hidrelétricas apresentam o nível mais baixo de volume de água.

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Empresas

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

De “Ba2“ para “Ba1”

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A agência de classificação de risco Moody’s concedeu upgrade à nota de crédito da Petrobras, conforme documento encaminhado ao mercado pela petroleira.

De acordo com a companhia, a Moody’s elevou sua nota de crédito em 1 nível, de “Ba2“ para “Ba1”, com perspectiva estável.

Também disse que a agência também elevou o rating intrínseco da companhia em 1 nível, de “ba2” para “ba1”.

E acrescentou que com este upgrade a Petrobras é classificada um nível acima do governo brasileiro, o que, segundo a Moody’s, decorre do perfil de crédito superior da companhia, incluindo a comprovada resiliência em condições econômicas e de negócios adversas.

Petrobras

Ainda de acordo com o documento, o Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras Rodrigo Araujo Alves considera que “o upgrade mostra o reconhecimento da Moody’s aos esforços para melhorar nossas finanças e otimizar operações. Lembrando que em 2015 tínhamos uma dívida superior a US$ 130 bilhões, desconsiderando arrendamentos. Se os incorporarmos, estamos falando de mais de US$ 150 bilhões de dívida bruta. No 2T21, esse número foi reduzido para US$ 64 bilhões, o que representa uma redução da ordem de US$ 90 bilhões, equivalente ao valor de mercado de várias empresas de grande porte. Toda essa trajetória é sustentada por uma estratégia consistente, um portfólio resiliente e ações para tornar a Petrobras uma empresa cada vez mais forte”.

Moody’s

A Moody’s destacou que a decisão pela elevação da nota da Petrobras foi baseada principalmente no histórico de melhorias em seu desempenho operacional e financeiro, que resultaram em sólidas métricas de crédito. Adicionalmente, a agência considera que a disciplina operacional e financeira continuarão a favorecer a geração de caixa e a estrutura de capital e que outros fatores como a boa liquidez, o perfil confortável de amortizações e o amplo acesso a mercados de capitais globais também foram importantes para o upgrade.

A companhia está listada na bolsa brasileira (B3) sob o ticker PETR4.

Veja o documento:

Moody’s concede upgrade à nota de crédito da Petrobras

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Bancos

Bradesco e Enel X fecham acordo para construção de 9 usinas de energia solar

Geraçao distribuída

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Crédito: Veja

O Bradesco e a Enel X firmaram contrato para o desenvolvimento e construção de nove usinas fotovoltaicas de geração distribuída nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Goiás.

De acordo com a instituição financeira, com capacidade instalada total de 11 MWpm as plantas serão responsáveis por gerar energia limpa para mais de 300 agências do Bradesco nos três estados.

Também disse que o acordo foi estabelecido pelo prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação do prazo contratual.

E acrescentou que o projeto de geração distribuída da Enel X para o Bradesco reafirma o compromisso sustentável de ambas as empresas, uma vez que vai evitar a emissão anual de cerca de 12 mil toneladas de CO², o que corresponde à neutralização que seria obtida a partir do plantio de cerca de 86 mil árvores.

Bradesco

Ainda de acordo com a instituição financeira, as plantas estão sendo instaladas nos municípios de Quixeré, no Ceará; Buriti Alegre, em Goiás; e Seropédica e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Ao todo, serão 18.550 painéis solares, distribuídos em uma área total de 246.431 metros quadrados. A previsão é que as usinas iniciem as operações em junho de 2022.

“Em 2020, assumimos o compromisso de, a partir do fim do mesmo ano, ter 100% das operações do Bradesco abastecidas por energia de fontes renováveis. Com esse objetivo já conquistado, nos tornamos uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar a transição”, explica Adelmo Romero Perez Junior, Diretor do Departamento de Patrimônio do Bradesco. Essa parceria reafirma a preocupação do banco com as mudanças climáticas e está em linha com o esforço de se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

​“O acordo com o Bradesco demonstra a competitividade deste modelo de negócio. A construção de usinas solares de geração distribuída é um dos focos da Enel X no Brasil e nos ajuda em nossa missão de auxiliar empresas de todos os portes e segmentos a atingirem suas metas de descarbonização, em linha com a relevância e a urgência da agenda ESG”, afirma Francisco Scroffa, Responsável da Enel X no Brasil. “Oferecemos aos nossos clientes soluções tecnológicas que garantem uma gestão inteligente e sustentável do consumo energético, com foco no controle de custos, previsibilidade e redução de riscos”.

Geração distribuída

A Enel X, por meio da linha de negócios e-Industries, oferece o serviço de geração distribuída para empresas, permitindo que geradores privados realizem a troca da energia produzida com a rede elétrica.

Por meio desta e de outras soluções integradas em energia, é possível reduzir a conta de energia de forma significativa e contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico ao utilizar uma fonte renovável de energia, auxiliando clientes comerciais e industriais na jornada da transição energética.

Após a instalação, a economia é imediata e os painéis duram por mais de 25 anos. Ao todo, a Enel X possui cerca de 13,2 MWp em sistemas de geração distribuída solar instalados no Brasil.

Contexto de mercado

O Brasil está na lista dos dez países que mais instalaram sistemas de energia solar no mundo em 2020 e em primeiro lugar na América Latina com 3,15 gigawatts em novos empreendimentos no ano passado. Dessas instalações, 80% são consideradas de pequeno porte, com placas solares em telhados para o atendimento da demanda de clientes residenciais e pequenas empresas. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos próximos dez anos, a mini e a microgeração distribuídas podem ultrapassar 40 gigawatts (GW) no Brasil.

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