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Finanças

Open banking vai ajudar quem tem nome sujo a conseguir crédito; Entenda

Novo sistema desenvolvido pelo Banco Central permitirá que as avaliações foquem nas transações do consumidor ao invés das negativações.

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Estar na posição de “mau pagador” no Brasil é sinônimo de dor de cabeça. Nestes casos, o consumidor fica restrito em relação ao acesso às linhas de crédito disponíveis no mercado, como os empréstimos, financiamentos e cartões de crédito. No entanto, a implementação do open banking pode flexibilizar a situação dos inadimplentes.

Leia mais: Banco Central anuncia datas para “smart Pix” e Open Banking

O open banking é o novo sistema desenvolvido pelo Banco Central (BC). Ele permite o compartilhamento das informações bancárias dos consumidores entre as instituições financeiras. Para isso acontecer, o próprio cliente deve definir quais dados serão compartilhados, bem como o tempo no qual as informações ficarão disponíveis.

Restrições ao SPC e Serasa

Um dos pontos de destaque do novo sistema impõe que a restrição ao crédito não faça parte da lista de informações que podem ser compartilhadas no open banking. O motivo está na exclusão dos birôs de crédito (como SPC e Serasa) da nova ferramenta.

“Só podem participar do open banking as instituições reguladas pelo Banco Central. Os birôs não são instituições financeiras, nem instituições de pagamento, por isso estão fora desse novo sistema”, declarou Leonardo Enrique, head de open banking da Serasa Experian, considerado um dos principais bancos de dados de restrição ao crédito no Brasil.

Por outro lado, o open banking não vai mudar em nada a atuação dos órgãos de proteção e os bancos e instituições financeiras continuarão analisando o histórico financeiro do consumidor antes de conceder crédito.

Medida vai facilitar a oferta de crédito

Segundo o especialista da Serasa, dada a transparência das informações bancárias através do open banking, o consumidor negativado não será marcado apenas pela inadimplência. Uma análise mais densa da sua capacidade de pagamento permitirá que ele amplie suas chances de conseguir dinheiro emprestado.

“O open banking oferece mais uma camada de informações que as instituições financeiras vão ter para analisar aquele cliente. Ele traz a oportunidade de olhar a capacidade financeira da pessoa como um todo. Ela pode estar com o nome sujo, mas tem uma movimentação bancária satisfatória, por exemplo, para ter acesso àquele crédito que solicita”, finalizou Enrique.

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Ações, Units e ETF's

Ibovespa fecha em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos

Dow Jones +0,18%, aos 35.741,15; S&P 500 +0,47%, aos 4.566,48; Nasdaq +0,90%, aos 15.226,71; Dólar -1,27%, a R$ 5,5557

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O Ibovespa fechou a sessão desta segunda-feira (25) em alta de 2,28%, aos 108.714,55 pontos, e com volume financeiro marcando R$ 37,8 bilhões.

De acordo com o BTG Pactual, tentando se reerguer do tombo provocado pela confirmação do rompimento do teto de gastos, o Ibov contou com o exterior positivo e forte desempenho das ações de Petrobras.

Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,18%, aos 35.741,15, e o S&P 500 avançou 0,47%, aos 4.566,48. Ambos renovaram recordes neste dia. A Nasdaq também fechou em alta, sendo 0,90%, aos 15.226,71 pontos, por conta dos balanços das ações de tecnologia.

Já o dólar encerrou em baixa de 1,27%, a R$ 5,5557, depois de oscilar entre R$ 5,5377 e R$ 5,6596.

Foto divulgação

Ibovespa: Ações

Das ações do dia, destaque para Petrobras que recebeu aditivo após rumores de privatização por parte do governo. O ativo PETR4 subiu 6,84% (R$ 29,04) e o PETR3 subiu 6,13% ( R$ 29,61).

Isso porque o ministério da Economia estuda a possibilidade de, por meio de um projeto de lei, abrir mão de ações ordinárias e ações preferenciais que a União tem na petroleira.

Assim, o volume de venda seria o necessário para que fizesse com que a União deixasse de ser a acionista majoritária da estatal.

Acontece que mesmo sem a maioria das ações, o governo manteria a prerrogativa de indicar o presidente da Petrobras e vetar operações das quais discorde.

Ibovespa: entre altas e baixas

Confira as 3 maiores altas do Ibovespa de hoje, segundo a Eleven Financial:
📈#PETR4 +6,84% (R$ 29,04)
📈#CVCB3 +6,14% (R$ 18,15)
📈#PETR3 +6,13% (R$ 29,61)

Confira as 3 maiores baixas do Ibovespa de hoje:
📉#SUZB3 -2,52% (R$ 51,47)
📉#YDUQ3 -1,32% (R$ 22,35)
📉#BRFS3 -1,27% (R$ 21,73)

Em relação aos juros, após os ajustes, o DI para janeiro de 2022 subiu a 8,308%; para janeiro de 2023 a 11,130% (10,866%); para janeiro de 2024 a 11,505% (11,325%); para janeiro de 20225 a 11,640% (11,507%); para janeiro de 22027 a 11,800% (11,814%); para janeiro de 2029 a 11,910% (11,993%) e para janeiro de 2031 a 11,990% (12,053%).

Commodities

Do lado das commodities, os preços dos contratos para janeiro do Brent, a referência global, terminaram o dia em alta de 0,62%, a US$ 85,17 por barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos para dezembro do WTI, a referência americana, ficaram estáveis, fechando com o mesmo valor da última sexta-feira (22), US$ 83,76 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).

Quanto ao ouro, ao final da sessão, na Comex, o contrato futuro para dezembro subiu 0,6%, fechando a US$ 1.806,80 a onça-troy.

Coronavírus

Levantamento do consórcio de imprensa mostra que o Brasil registrou no domingo (24) 113 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 605.682 desde o início da pandemia.

Assim, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 337 — abaixo da marca de 400 pelo 13º dia seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -23% e a aponta tendência de queda pelo quarto dia.

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Finanças

Vivo e Itaú lançam cartão de crédito sem anuidade e com cashback

Agora é possível ter cashback de compras realizadas em qualquer estabelecimento comercial. Veja como solicitar o cartão de crédito.

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Um novo cartão de crédito foi lançado em parceria inovadora entre Itaú Unibanco e Vivo. A união das empresas foi feita para lançar um cartão sem anuidade e com todas as vantagens do cartão Platinum. O produto também oferece cashback e pode vir com as bandeiras Visa e Mastercard. Ele pode ser adquirido nas lojas físicas ou pelo site da Vivo ou do próprio banco Itaú.

Leia mais: Nu Invest vai lançar função inovadora de subscrição móvel

Benefícios – Cartão Vivo/Itaú

Através desse cartão, o cliente poderá parcelar suas compras na loja Vivo em até 24 vezes sem juros. Além das parcelas estendidas, o produto oferecer um cashback (dinheiro de volta) de 0,5% em qualquer compra.

O cartão tradicional Gold Vivo Itaucard também oferece cahshback. Apesar de ser de 10%, não vale para qualquer compra, é necessário que seja feita em lojas Vivo do Brasil. Está aí uma das grandes diferenças: ter cashback de compras feitas em qualquer estabelecimento.

Para ter acesso ao cartão, a empresa faz uma análise de crédito do cliente. A renda mínima necessária é de R$ 800,00 por mês para ter direito ao produto. A Vivo ainda informou que a primeira compra contará com benefício.

O cliente terá o limite do cartão dobrado para poder utilizar apenas na primeira vez que for comprar. Ou seja, se o seu limite for de R$ 1.5 mil, na primeira compra será possível gastar R$ 3 mil.

Como solicitar

Para pedir um cartão Platinum da Vivo/Itaú é bem simples. Basta entrar no site da operadora ou na página do Itaú Unibanco e acessar a área de solicitação do produto.

Então clique nessa aba de solicitação e informe seus dados pessoais. A plataforma deve pedir nome complete, e-mail, CPF e número de celular.

Se não quiser fazer a solicitação digital pelo site da Vivo ou do itaucard, não tem problema. Também é possível conquistar o cartão se dirigindo até uma loja física da Vivo na sua cidade. Leve seus documentos pessoais, faça o cadastro, solicite e aguarde a análise de crédito. Se tudo estiver certo, seu cartão será emitido.

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Bancos

Estoque total de crédito vai a R$4,428 tri sem setembro, diz BC

O levantamento também está separado por setores, como Habitaçao e outros

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O estoque total de crédito marcou R$ 4,428 trilhões em setembro ante agosto, informou o Banco Central (BC).

De acordo com a autoridade monetária, trata-se do total de operações de crédito do sistema financeiro e representa alta de 2,00% no período.

Também disse que em setembro ante agosto, houve alta de 1,0% no estoque para pessoas físicas e elevação de 2,3% no estoque para pessoas jurídicas.

E acrescentou que o estoque de crédito livre avançou 2,4% em setembro, enquanto o de crédito direcionado apresentou alta de 1,5%.

Estoque total de crédito

Ainda de acordo com o BC, no crédito livre houve alta de 2,0% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque avançou 2,9% no período.

O banco informou, também, que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 52,4% para 52,9% na passagem de agosto para setembro.

Habitação e veículos

Os dados mostram que o estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 1,2% em setembro ante agosto, totalizando R$ 789,219 bilhões.

O estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física, por sua vez, subiu 1,1% em setembro ante agosto, para R$ 235,444 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 12,5%.

Setores

A autoridade monetária destacou que o saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária subiu 3,0% em setembro, para R$ 38,355 bilhões.

Já o saldo para a indústria avançou 1,3%, para R$ 744,379 bilhões. O montante para o setor de serviços teve alta de 2,1%, para R$ 1,091 trilhão.

No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 100,3%, aos R$ 19,062 bilhões.

Setor não financeiro

Conforme o levantamento, o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 1,2% em setembro ante agosto, para R$ 13,076 trilhões. O montante equivale a 156,3% do PIB do Brasil.

Já o crédito ampliado inclui, entre outras, as operações de empréstimos feitas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as operações com títulos públicos e privados. A medida permite uma visão mais ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando, ao abarcar não apenas os empréstimos bancários.

No caso específico de empresas, o saldo do crédito ampliado cresceu 3,1% em setembro ante agosto, para R$ 4,514 trilhões. O montante equivale a 54,0% do PIB.

BNDES

Também disse que o saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas teve alta de 0,8% em setembro ante agosto, somando R$ 378,166 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 3,8%.

Em setembro, houve avanço de 2,5% nas linhas de financiamento agroindustrial do BNDES, alta de 0,8% no financiamento de investimentos e queda de 1,9% no saldo de capital de giro.

Concessões

Em se tratando de concessões dos bancos, estas, no crédito livre, subiram 3,2% em setembro ante agosto, para R$ 387,5 bilhões. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o avanço foi de 18,6% e, nos 12 meses até setembro, a alta foi de 12,9%.

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