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Petrobras (PETR4) ajuda e Ibovespa fecha sessão em alta

O índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,27%, a 115.225,38 pontos, de acordo com dados preliminares

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A Petrobras (PETR4) mostrou resiliência ao longo do dia e ajudou o Ibovespa a fechar em alta na sessão desta terça-feira (23).

O índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 2,27%, a 115.225,38 pontos, de acordo com dados preliminares.

Papéis preferencias (PN, que dão preferência por dividendos) da estatal subiram 12,17%. Ordinários (ON, com direito a voto em assembleias) outros 8,96%. Esse desempenho ajudou o Ibovespa a não acompanhasse a vermelhidão lá fora, trazida por temores de inflação batendo às portas dos Estados Unidos. Com esse risco no radar global, foi mais um dia em que os rendimentos dos títulos americanos roubaram atratividade de ações vendidas nos principais mercados.

Petrobras (PETR4) ajuda e Ibovespa fecha sessão em alta

Bolsa de valores de São Paulo

Ibovespa – volume financeiro

O volume financeiro das negociações de ações componentes da carteira teórica foi alto, mas não tanto quanto foi no pregão passado. Depois do recorde absoluto de mais de R$ 54,3 bilhões, ficou nos R$ 39,5 bilhões, 51% acima da média diária de R$ 26,1 bilhões de 2021. No caso das ações da Petrobras, o giro financeiro fez sombra ao da véspera. Contra os R$ R$ 13,7 bilhões anteriores, foram movimentados nesta sessão R$ 10 bilhões.

Segundo o Valor Econômico, o desempenho positivo dos papéis nesta terça-feira não implica que tenham ido embora os temores de interferência de Bolsonaro em favor de caminhoneiros na empresa. Mas, sim, que o mergulho de quase 30% dos dois últimos pregões tenha sido exagerado.

Sobram desconfianças, é verdade. O presidente adotou o velho discurso do “petróleo é nosso”, gasto por outros presidentes intervencionistas – casos de Vargas, Lula e Dilma. E Silva e Luna, por sua vez, tem falado em priorizar “questões sociais”. Mas, ao fim ao cabo, o que se tem de concreto são apenas… desconfianças mesmo. Oficialmente, ao menos até aqui, a política de preços da companhia não mudou. Até segunda ordem, seguirá acompanhando as flutuações do câmbio e do petróleo no mercado internacional.

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Vale anuncia pagamento de R$22,5 bi em dividendos em março

O valor total entregue aos investidores deve somar R$ 22,5 bilhões

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O conselho de administração da Vale aprovou a distribuição do total de R$ 4,26 por ação (aproximadamente US$ 0,77 por ADR) na remuneração aos acionistas com relação ao desempenho da companhia no segundo semestre do ano passado.

Segundo o Valor Econômico, o valor total entregue aos investidores deve somar R$ 22,5 bilhões, equivalente a quase 85% do lucro líquido anual obtido por ela em 2020.

Vale (VALE3) anuncia pagamento de R$22,5 bi em dividendos em março

Vista de mina da Vale em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG)

VALE: dividendos

Em termos percentuais, o dividendo distribuído representa um retorno com dividendo (dividend yield) próximo a 4,5%, quando se considera o preço de fechamento da ação da mineradora ontem, de R$ 95,71.

Conforme a empresa, a continuação da política de dividendos visa devolver aos acionistas uma parcela “relevante” da geração de caixa da companhia, em um padrão previsível e alinhado com o pilar estratégico da companhia de disciplina na alocação de capital.

Dos R$ 4,26 que serão pagos aos acionistas, R$ 3,426 por ação serão na forma de dividendos, e, portanto, isentos de Imposto de Renda, e R$ 0,835 por ação como juros sobre o capital próprio (JCP). Nesta segunda parcela incide 15% de IR na hora do recebimento.

O pagamento da remuneração ocorrerá em 15 de março e a data de corte para os detentores de ações no Brasil será o dia 4, enquanto a data de referência para quem tem recibos de ações na bolsa de Nova York o dia 8.

A partir do dia 5 de março os papéis serão negociados sem o direito a este dividendo e JCP.

3TRI20

A mineradora reportou lucro líquido de R$ 739 milhões no quarto trimestre, ante prejuízo líquido de R$ 1,56 bilhão um ano antes, refletindo um histórico desempenho da unidade de ferrosos guiado por preços mais altos que foi minimizado por despesas pelo desastre de Brumadinho (MG).

Segundo a Reuters, a empresa assinou em fevereiro um acordo de R$ 37,69 bilhões para reparação de danos coletivos causados pelo rompimento de barragem da mineradora em 2019 em Brumadinho, com autoridades de Minas Gerais, encerrando ações coletivas na Justiça.

Vale: o acordo

O acordo impactou o resultado do quarto trimestre em R$ 3,872 bilhões, informou a Vale na noite de quinta-feira, ao relatar o balanço do ano 2020.

Além disso, a empresa realizou provisões adicionais para descaracterização de barragens de US$ 617 milhões.

Também afetou o resultado a realização de US$ 1,5 bilhão em baixas contábeis, principalmente relacionado a ativos de carvão e níquel.

Considerando todas as unidades da companhia, o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou US$ 4,24 bilhões entre outubro e dezembro, alta de 20% ante o mesmo período de 2019.

Veja VALE3 na Bolsa:

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BRF registra lucro líquido de R$902 mi no 4º trimestre, alta de 30%

No acumulado do ano o lucro líquido somou R$ 1,39 bilhão, elevação de 14,6%

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A processadora Brasil Foods (BRFS3) reportou lucro líquido de R$ 902 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 30% em relação a igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, no acumulado do ano o lucro líquido somou R$ 1,39 bilhão, elevação de 14,6%. Já a receita líquida saltou 23,5%, para R$ 11 bilhões. No acumulado, o indicador subiu 18%, para R$ 33 bilhões.

Brasil Foods (BRFS3) reporta lucro líquido de R$902 mi no 4º tri, alta de 30%

BRF: balanço

Segundo a empresa, o Ebitda ajustado, que mede o resultado operacional, foi de R$ 5,2 bilhões em 2020, alcançando uma margem de 13,1%, evolução de 110,7% quando comparado ao início da reestruturação.

No trimestre, o Ebitda ficou em R$ 1,5 bilhão, alta de 12,3%.

Para a companhia, essa evolução é reflexo direto da solidez da governança corporativa, gestão operacional e comercial eficiente, disciplina financeira, fortalecimento da cultura da companhia e expansão da capacidade de inovação.

A empresa também evoluiu na gestão da sua dívida, saindo de uma alavancagem líquida de 5,12x em 2018, com dólar a R$ 3,80 para um índice de 2,73x com a moeda americana a R$ 5,20.

O prazo médio da dívida passou de 3 anos em 2018 para 9,9 anos em 2020. A receita em inovação no Brasil mais do que dobrou, saltando de 2,7% em 2018 para 5,6% em 2020.

BRF: Lorival Luz

CEO Global, Lorival Luz disse considerar que a companhia está fundamentada para um crescimento sustentável. “Estamos muito orgulhosos dos resultados apresentados ao término deste primeiro ciclo de transformação, pois eles reforçam a nossa disciplina e excelência para executar a estratégia, nossa capacidade de inovar e, principalmente, a força do nosso time e da nossa cultura”.

O volume de aves caiu 4%, enquanto o de suínos e outros despencou 15,8% no Brasil.

A receita líquida atingiu um número recorde de R$ 20,985 bilhões, crescimento de 20,0% em comparação com o ano de 2019.

No segmento internacional, a BRF reforçou sua expansão geográfica e fechou o ano com 44 novas habilitações.

A companhia apresentou receita líquida de R$ 17,24 bilhões, com aumento de 15,7% em relação a 2019. Já o Ebitda ajustado de R$ 2,10 bilhões caiu 9,3% no ano, e a margem ficou em 12,2% (-3,4 p.p.).

A receita líquida dos frangos Halal, destinados aos países mulçumanos, totalizou R$ 1.924 bilhão, alta de 32,1%, favorecida pela desvalorização cambial do real versus o dólar.

Veja BRFS3 na Bolsa:

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Grupo Fleury registra lucro líquido de R$139,5 mi no 4º tri, alta de 149%

No acumulado do ano o lucro da companhia somou R$ 257 milhões, queda de 17,7%

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Fleury (FLRY3) reporta lucro líquido de R$139,5 mi no 4º tri, alta de 149%

O Grupo Fleury (FLRY3) registrou lucro líquido de R$ 139,5 milhões no quarto trimestre do ano passado, alta de 148,7% em relação a igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, no acumulado do ano o lucro da companhia somou R$ 257 milhões, queda de 17,7%.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 52,8% no comparativo trimestral, para R$ 298,1 milhões, enquanto o montante anual foi de R$ 837,5 milhões, queda de 4,9% em relação a 2019.

A margem Ebitda trimestral ficou em 32,1%, alta de 5 pontos percentuais. Já no acumulado do ano houve queda, de 30,3% em 2019 para 28,2% no ano passado.

Fleury (FLRY3) reporta lucro líquido de R$139,5 mi no 4º tri, alta de 149%

Fleury: receitas

A receita líquida subiu 28,9% no comparativo anual, para R$ 928,2 milhões no último trimestre. No acumulado do ano, a receita do Fleury somou R$ 2,9 bilhões, avanço de 2,3%.

A receita bruta entre outubro e dezembro alcançou o recorde de R$ 1 bilhão, montante que representa alta de 28,5% em relação ao mesmo período de 2019. Já no comparativo anual, a alta foi de 2,1%, para R$ 3,2 bilhões.

A companhia afirma que a retomada do volume de atendimentos e exames eletivos se manteve em patamares elevados no quarto trimestre. O número de atendimentos orgânicos chegou a 1,6 milhão, alta de 17,6% no comparativo trimestral.

Segundo o Fleury, os números são resultado da maior realização de procedimentos eletivos e da “contínua e relevante contribuição dos testes para covid-19” realizados pela companhia.

A receita bruta dos exames de covid-19 se manteve em patamares semelhantes aos registrados no terceiro trimestre, representando 11,1% da receita bruta total da companhia.

A receita bruta orgânica nas unidades de atendimento do grupo avançou 26,2% entre os trimestres, para R$ 825,4 milhões. A maior alta registrada foi da marca Fleury, que avançou 24%, seguida pela marca a+ São Paulo, com alta de 20,9% na receita de atendimento. As marcas regionais tiveram crescimento de 28,8%, enquanto o faturamento das marcas do Rio de Janeiro avançou 17,1%.

Fleury: segmentos

O segmento de genômica registrou alta de 24,3% na receita bruta, para R$ 18,5 milhões no último trimestre. O Fleury destaca o lançamento da marca Sommos DNA, realizado em dezembro.

Os atendimentos em unidades hospitalares e laboratórios de referência, no chamado B2B, cresceram 40,7% no período, somando receita de R$ 175,1 milhões.

Os valores não repassados por planos de saúde, as chamadas glosas, avançaram 5,6% no comparativo trimestral. O montante foi de R$ 9,9 milhões, o que representa 1% da receita bruta. No quarto trimestre de 2019, o indicador era de 1,36%.

O custo dos serviços prestados cresceu 22,7% em relação ao quarto trimestre de 2019, para R$ 621,8 milhões. O custo de pessoal e serviços médicos, que somou R$ 279,3 milhões, representou 30,1% da receita líquida da companhia.

A geração de caixa operacional do Fleury cresceu 33% no comparativo trimestral, para R$ 272,3 milhões ao fim de dezembro. O nível de alavancagem, medido pela razão entre a dívida líquida e o Ebitda, foi de 1,1 vez. No quarto trimestre do ano anterior, o indicador era de 0,9 vez.

Veja FLRY3 na Bolsa:

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