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Finanças

PicPay: vale a pena, mesmo com as taxas?

Com a popularização da carteira digital, muitas pessoas estão na dúvida se realmente compensa utilizar os serviços. Confira se é vantajoso abrir uma conta.

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em

Conta PicPay

O PicPay é um serviço que cresce cada dia mais. Com várias opções de pagamento, transferências e transações, o app é simples e fácil de usar. Mas é preciso conhecer todas as suas taxas e tarifas, por isso, separamos várias informações sobre a plataforma para você decidir se compensa utilizar os serviços, ou não.

Sendo a maior carteira digital do país, com mais de 30 milhões de usuários, o PicPay se tornou uma das grandes alternativas para os brasileiros pagarem contas e fazer transferências. O serviço foi desenvolvido por uma fintech brasileira em 2012 e o objetivo principal era criar praticidade para as operações cotidianas, como pagamentos e recargas de celular.

Como funciona o PicPay?

O aplicativo está disponível para Android e iOS. Para realizar o cadastro, são solicitadas informações básicas, como:

  • CPF;
  • E-mail;
  • Telefone;
  • Senha.

Após isso, você pode complementar as informações com os dados do seu endereço, CEP e bairro. 

Depois do cadastro, você pode adicionar dinheiro na carteira digital de três formas: via TED, boleto bancário ou cartão de débito virtual do Caixa Tem, no caso do auxílio emergencial. Com isso, você também pode adicionar seus cartões de crédito para realizar pagamentos diretamente no app pelo QR Code, sem precisar utilizar dinheiro ou a versão física do cartão. 

Dentre as vantagens do PicPay, a praticidade é a maior delas. Pagar contas e boletos sem precisar utilizar o dinheiro em espécie é uma das grandes funcionalidades no aplicativo. Além disso, ferramentas gratuitas e de rápida absorção são os destaques da plataforma.

Como o aplicativo é o maior do Brasil nesse segmento, existem muitas parcerias com estabelecimentos e máquinas de cartões de crédito, o que facilita ainda mais a praticidade e segurança do cliente. 

Quais são as taxas do aplicativo?

As principais taxas da ferramenta estão envolvidas diretamente com algumas transações, que são elas: 

  • Pagamento de boletos;
  • Uso de cartões cadastrados; 
  • Saques.

Qual é o limite de pagamento?

No mês, o cliente pode realizar até R$ 800 reais em pagamentos, após isso, o PicPay cobra juros de 1,99% sobre o valor excedente. Os pagamentos podem ser via QR Code, envio de dinheiro para outros usuários, ou parcelamento de compras. 

Para envio de dinheiro a outros usuários, o PicPay não cobra taxas, a não ser que você exceda o limite de R$ 800 reais. Sobre receber dinheiro, a plataforma também não cobra nenhum tipo de juros. Para os negócios, é cobrado um percentual de 2,99% por receita com o QR Code. 

Também não é cobrada a taxa de operação via pagamentos por boleto. Mas se você preferir a modalidade do cartão de crédito, terá que pagar uma taxa de 2,99% sobre o valor.

Para transferências de mesma titularidade, ou para terceiros, não existe nenhum tipo de taxa a ser cobrada. Porém, quem transfere do Caixa Tem (auxílio emergencial) para o PicPay, tem uma pequena taxa de 1,99% sobre o valor. 

Já o parcelamento de boletos realizado pelo cartão de crédito possui uma tarifa de 3,49% do valor sobre cada parcela, além dos juros. Para saques da conta, a partir do segundo, é cobrado uma taxa de R$ 6,90, o primeiro saque é gratuito. 

Também é possível incluir saldo na carteira digital com cartão de débito, mediante taxa de 1,99% por transação. Por fim, usuários do PicPay Empresas pagarão 0,99% por recebimento através do Pix, a partir de janeiro de 2021.

Vale a pena usar o PicPay?

Se você procura comodidade e praticidade para realizar suas operações, o aplicativo é uma ótima escolha, pois nele é possível fazer transações sem pegar filas enormes, no conforto da sua casa. Cada vez mais, a carteira digital toma conta do dia a dia dos brasileiros, por isso vale a pena ficar de olho no custo benefício que o PicPay traz.

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Bancos

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

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Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

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Finanças

Entenda o que é amortização e saiba como calcular

Com a amortização, o valor das parcelas é constituído por um valor fixo mais encargos, que são calculados de acordo com o saldo devedor.

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Dívidas

Muitas vezes, as empresas precisam recorrer a empréstimos, seja para pagar dívidas, adquirir matérias-primas e mercadorias ou mesmo para investir no crescimento do negócio. Contudo, os juros sobre a operação podem acabar elevando muito o valor total do empréstimo, prejudicando as finanças da empresa.

Uma opção para reduzir o valor dessa dívida é a amortização. Trata-se da flexibilização desse pagamento, que será realizado de forma parcelada, em valores fixos, durante um determinado período. Desta forma, a cada mês o saldo devedor fica menor, ou seja, é amortizado.

A amortização é calculada a partir do valor principal da dívida, ou seja, o valor que foi originalmente emprestado ou financiado, e as parcelas incluem encargos como taxas e juros. Atualmente, um dos métodos mais utilizados para a amortização de dívidas é o Sistema de Amortização Constante (SAC).

O SAC é muito comum em financiamentos de longo prazo, principalmente de imóveis. Neste método, o valor das parcelas é reduzido, à medida que a dívida é paga. Como a amortização é constante, o devedor irá pagar mensalmente o mesmo valor do principal da dívida.

Contudo, o valor dos juros varia de acordo com o saldo devedor, isto é, no que ainda falta pagar. Por isso, as parcelas são maiores no início do financiamento, e com o tempo ficam mais baratas.

Para calcular o valor da amortização, basta dividir o valor total da dívida pelo número de parcelas, e em seguida, somar os juros. Considere como exemplo um empresário que tomou um empréstimo no valor de R$ 100 mil, parcelado em 60 meses, com juros de 0,68%.

  • Valor constante da amortização: R$ 100 mil ÷ 60 meses = R$ 1.666,67;
  • 1ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 680 de juros (R$ 100 mil x 0,68%) = R$ 2.346,66;
  • 2ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 668,66 de juros (R$ 100 mil – R$ 1.666,67, valor da parcela paga, x 0,68%) = R$ 2.335,33;
  • 3ª parcela: R$ 1.666,67 de amortização + R$ 657,33 de juros (R$ 100 mil – R$ 3.333,34, valor das parcelas pagas, x 0,68%) = R$ 2.324,00;

E assim por diante. Depois dos 60 meses, o valor total de juros pago será de R$ 20.739,99.

Para escolher o método de amortização mais adequado para você ou sua empresa, é necessário estar atento ao prazo para pagamento da dívida, ao impacto dessa dívida no seu orçamento e suas condições financeiras, a fim de evitar prejuízos no futuro.

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Finanças

Nubank seleciona primeiros 3 mil colombianos para receber cartão de crédito sem anuidade

Projeto do Nubank na Colômbia pretende criar produtos únicos baseados nas necessidades observadas na fase de testes.

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Cartão Nubank

O Nubank está selecionando aleatoriamente 3 mil colombianos para receber cartões de crédito sem taxa de administração, com custo zero para emissão do plástico e isento de juros em todas as compras pagas em uma parcela. A fintech busca prestar um serviço financeiro simples e com cobranças justas. 

Catalina Bretón, gerente geral do Nu Colômbia, explicou que a seleção será feita a partir de um universo de 250 mil peticionários do cartão que estão na lista de espera: “Quando lançamos no Brasil, havia 10 mil na lista de espera. No México temos 50 mil e na Colômbia, um país menor, temos esse número que nos enche de entusiasmo ”, disse Bretón em entrevista à Semana. 

Segundo a gerente do banco que vai operar 100% através do aplicativo, “a Colômbia ansiava por serviços financeiros mais simples, transparentes, justos e humanos”.

O projeto do cartão para os primeiros selecionados foi feito a partir da escuta do próprio povo colombiano: “Não se trata de copiar a experiência de outro país e colar aqui”, ressalta Bretón. Por isso, na etapa inicial, conhecida como fase Beta, os usuários vão ajudar a “co-criar” os serviços ao consumidor do país. 

Os cidadãos selecionados vão receber um código de convite que chegará ao e-mail cadastrado. “Isso vai acontecer a qualquer momento, a partir desta quarta-feira, 24 de fevereiro.” Depois, o usuário deve baixar a versão mais atualizada do aplicativo da fintech e efetuar o registro. 

Dessa forma, o cliente pode começar a escolher as melhores opções para seu controle financeiro, incluindo prazos, valor máximo de crédito necessário, entre outros. 

Atualmente, o Nubank tem 35 milhões de usuários com atuação em três países e escritórios em seis nações. 

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