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Política

Qual será o futuro fiscal do Brasil?

O Futuro Fiscal do brasil está em jogo no ano de 2022, uma vez que esse é um ano eleitoral. Confira!

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O ano de 2022 é um ano eleitoral e será decisivo para saber como será o desdobramento da política fiscal de 2023. De fato, a indefinição referente a política fiscal a ser implementada pelo próximo governo que irá assumir a presidência do Brasil é um dos principais pontos de incerteza nos cenários econômicos para o mercado.

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Nesse sentido, acredita-se que a maior parte das expectativas estão na direção de uma desaceleração da inflação e da atividade, no entanto, os profissionais da área ainda reconhecem uma certa “incerteza” acima do normal acerca das projeções, até porque a a perspectiva é de um cenário completamente polarizado, no qual o atual presidente da república, Jair Bolsonaro (PL), está perdendo na corrida eleitoral para o ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com uma diferença de 21 pontos percentuais.

Nesse sentido, de acordo com o economista-chefe da Vinland Capital, grande vencedora da 16.ª edição do Prêmio Broadcast Projeções, referente ao ano de 2021, Aurélio Bicalho, “se tivermos uma política fiscal conservadora, alinhada ao teto de gastos e com contenção das despesas, pode haver espaço para a inflação cair mais rápido e ancorar as expectativas“.

Essa discussão está sendo amplamente feita devido ao alto índice inflacionário que o Brasil vem passando, sendo assim, Bicalho afirmou que vem discutindo esse assunto seriamente com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Tivemos uma inflação de desabastecimento, na pandemia, e agora há uma inflação de energia. Não podemos deixar uma inflação verde acontecer“, enfatizou.

Inclusive, umas das soluções propostas por ele é a ideia do uso do biometano. De acordo com ele, no Brasil, o mercado de carbono já nasceu e não precisa depender de uma aprovação de um determinado Projeto de Lei (PL) acerca do tema no Congresso, para, efetivamente, funcionar. “Fizemos o decreto baseado na lei de mudança do clima, que já citava a criação de um mercado de carbono“, explicou.

Geógrafo e pseudo escritor (ou contrário), tenho 23 anos, gaúcho, amante da sétima arte e tudo que envolva a comunicação

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