Política
Reforma tributária: o que vai ficar mais caro?
Muitos brasileiros desconhecem o exato valor dos impostos que pagam. Atualmente, o país está debatendo uma reforma tributária visando simplificar o sistema de tributação, tomando como exemplo uma abordagem adotada por quase todas as nações: o Imposto sobre Valor Agregado, que é a consolidação de diversos tributos em um único.
A Reforma Tributária é uma reestruturação significativa no sistema de arrecadação de impostos e taxas de um país. Seu objetivo principal é aprimorar a eficiência, equidade e transparência do sistema tributário, tornando-o mais justo, simples e eficaz.
Porém, devido a essa decisão, alguns serviços ofertados aos consumidores podem ficar um tanto quanto mais caros. Confira quais estão na mira da Reforma Tributária e como isso pode afetar seu bolso.
Foto: Gazeta do Povo
Quais serviços podem encarecer com a Reforma Tributária?
O governo federal fortalece que a reforma não resultará em um aumento geral da carga tributária no país. Isso porque qualquer incremento em um setor serão compensados por reduções em outros.
Conforme a proposta, produtos essenciais da cesta básica, por exemplo, estarão isentos de tributos, o que pode levar a uma diminuição de preços nessa categoria.
Da mesma forma, medicamentos serão beneficiados com uma redução de 60% na carga tributária, tornando-os mais acessíveis.
Porém, serviços considerados não essenciais, conforme a proposta, poderão enfrentar um aumento significativo nesta carga tributária. Isso significa uma triplicação em valores de serviços como: streaming, entrega de comida e aplicativos de transporte.
A reforma tributária pode resultar em um aumento nos custos de alguns serviços em geral. Isso ocorre porque setores com cadeias produtivas mais curtas terão acesso reduzido aos créditos tributários e poderão ser submetidos a uma alíquota de IVA dual, que pode ser fixada em 25%, valor superior às atuais alíquotas de 9,25% do PIS/COFINS.
Giovana Frey, especialista em tributos da Becomex, considera a reforma tributária uma boa ideia, destacando que a carga de impostos no Brasil é alta e simplificar o processo, tornando-o mais transparente, representa um importante passo. A questão negativa foi a pressa para a aprovação do texto, sem levar opiniões de economistas.
Além disso, segundo Frey, os serviços prestados diretamente ao consumidor tendem a enfrentar aumento nos custos, devido à aplicação de uma alíquota maior do que a atual, e a falta de possibilidade de tomada de crédito efetiva, como acontece com as indústrias.

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