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Criptomoedas

Valor do bitcoin dispara, passa de 10% e supera US$ 38.000

Depois de meses de pouco aumento, criptomoeda surfa na onda de diversas notícias positivas dos últimos dias.

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O valor do bitcoin atingiu níveis inéditos em um mês. Nesta segunda-feira, 26, às 6h10 (horário de Brasília), a criptomoeda ganhava 11% nos US$ 38.289. O momento é propício, sobretudo após gigantes da tecnologia demonstrarem novo interesse pelo dinheiro eletrônico.

Elon Musk, cofundador e CEO da Tesla, declarou que o grupo poderá aceitar mais uma vez criptomoeda como forma de pagamento. A gigante Amazon também analisa utilizar as tecnologias do setor, como apontam informações da imprensa especializada.

Leia mais: Musk volta atrás e diz que provavelmente aceitará bitcoin como pagamento!

Até o momento, não há razão fundamental para explicar o motivo desse crescimento. Isso porque, há seis dias atrás, o bitcoin estava sendo negociado abaixo de US$ 30 mil. Porém, durante a sessão asiática, ele teve um saldo de cerca de 15%, atingindo US$ 39.681. O valor é o mais alto desde a metade do mês de junho.

Depois de meses de pouco aumento, o bitcoin surfa na onda de diversas notícias positivas dos últimos dias. Na semana passada, por exemplo, Elon Musk declarou que sua empresa espacial SpaceX tem bitcoins, assim como já acontece com a Tesla.

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Criptomoedas

Alta do mercado eleva preço de criptomoedas, que superam desempenho do bitcoin

Anúncio do FED sobre encerramento de parte de seu programa de estímulos financeiros impulsiona cotações de moedas digitais.

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Na última quinta-feira, 23, as criptomoedas voltaram a subir, na esteira de outros mercados globais. Na véspera, o banco central dos Estados Unidos anunciou políticas monetárias mais rigorosas para o país, sinalizando o fim de parte do seu programa de estímulo financeiro.

Leia mais: China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

O bitcoin e o ether chegaram a ser negociados em alta de 1%, enquanto ADA, SOL e LUNA dispararam entre 6 e 25%. O AVAX, o token nativo da blockchain Avalanche, saltou 24% e era vendido a 79,58, segundo dados da Messari.

O desempenho das altcoins superou o do bitcoin, mas os ativos também tiverem quedas mais expressivas durante o aumento do volume de vendas do início desta semana. A volatilidade acentuada nos preços mantém o bitcoin no posto de porto seguro do mercado, em especial por conta de sua posição consolidada e maior capitalização.

“A alta volatilidade presente em moedas menos conhecidas faz com que elas se tornem, de certa forma, um investimento mais arriscado, portanto, elas tendem a cair ou subir mais do que o bitcoin, dependendo do movimento do mercado”, explica Mati Greenspan, CEO da Quantum Economics.

Anúncio do FED

Na última quarta-feira, o FED dos EUA anunciou que pretende encerrar parte do programa de estímulo financeiro criado durante a pandemia. Jerome Powell, presidente da instituição, antecipou que o programa de flexibilização quantitativa (QE) deverá ser implementado até meados de 2022.

Para Matthew Lam, analista de pesquisa na Aspen Digital, o ambiente de juros baixos e QE no país aumenta o apelo do bitcoin como proteção contra a inflação.

“Nós acreditamos que o bitcoin continua a ganhar apelo institucional como um ativo de proteção e o fim da QE no próximo ano provavelmente não será um fator importante para elevar os preços do bitcoin”, avalia Lam.

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Criptomoedas

China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

Comércio e mineração de bitcoins e outras moedas digitais passam a ser consideradas atividades ilegais no país.

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A China voltou a declarar guerra contra as criptomoedas nesta sexta-feira, 24. A partir de agora, o país considera “atividade ilegal” a mineração de moedas digitais em todo o país, bem como seu comércio. Em maio, o Conselho de Estado da China havia prometido uma medida como essa.

Veja também: Jogos de azar podem ser legalizados com reforma do IR; Arrecadação será de R$ 50 bi

As instituições financeiras, empresas de pagamento e de internet que operam no país também estão proibidas de facilitar a negociação de bitcoins e outras criptomoedas.

Além do Banco Popular da China, outras dez agências governamentais enviaram um comunicado conjunto detalhando as novas medidas para conter o comércio de criptoativos.

O governo “reprimirá resolutamente a especulação com moeda virtual, e atividades financeiras relacionadas, além de mau comportamento, de modo a salvaguardar as propriedades das pessoas e manter a ordem econômica, financeira e social”, explicou o BC em seu site.

Após o anúncio, a bitcoin registrou queda de 5%.

O governo chinês vem adotando uma política de repressão às criptomoedas há algum tempo. Em junho, o BC do país fechou uma empresa de software que estava sob suspeita de envolvimento com o comércio de moedas digitais. Uma semana depois, as autoridades fecharam ‘minas’ e pediram aos bancos que impeçam transações ligadas a elas.

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FinbyCoin chega ao mercado de criptomoedas e abre ICO

88 milhões de tokens a USD 2,00 cada

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Veja como declarar Bitcoin e outros ativos digitais no IR 2021

A Finby, primeira plataforma de cofinanciamento e crédito colaborativo descentralizado, informou a abertura do seu processo de ICO (Oferta Inicial de Moedas), a Finbycoin.

O ICO é uma prática comum do mercado de criptomoedas, similar ao IPO do setor financeiro. Na prática, é quando alguém oferece aos investidores novas unidades de criptomoedas ou cripto-token, e nesse caso em específico, representa uma oportunidade de fazer parte de um ecossistema desde sua fase inicial.

Conforme a empresa, na terceira etapa do processo de ICO, a Finbycoin tem 88 milhões de tokens a USD 2,00 cada moeda, totalizando USD 75 milhões e até 175% de deságio.

“Em março de 2021, a moeda começou a USD 1,00. O valor de listagem, quando for ao mercado em fevereiro de 2022, é que se mantenha dentro do seu planejamento natural e esteja a USD 3,50”, explica o CEO da Finby, Marcos Lecasi.

FinbyCoin

De acordo com Lecasi, a fintech é o primeiro ecossistema em Blockchain do mundo que realiza sonhos, e a Finbycoin vem tanto para usuários, atendendo a demanda de mercado, quanto para empresas em um mercado que já existe.

“A Finby proporciona ao ecossistema uma solução completa, por isso, consideramos que ela tem dois lados. O mercado tem uma demanda no consórcio tradicional que não sofre nenhuma alteração há pelo menos 60 anos, e o sistema Finby,  junto com a moeda veio para mudar essa situação”, explica.

A Finby é uma fintech que nasceu com o propósito de realizar sonhos e desburocratizar o acesso ao cofinanciamento de bens e serviços, conectando empresas e pessoas, sem a cobrança de taxas e juros. E para garantir transparência e segurança nas transações, a startup conta com parceria de uma das empresas de tecnologia mais conhecida mundialmente.

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