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WhatsApp: Quem não aceitar os novos termos terá a conta bloqueada?

Mensageiro havia anunciado a suspensão do uso do aplicativo para usuários que não aderissem aos seus termos de serviço.

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Há alguns meses, o WhatsApp exigia que os usuários aceitassem sua nova política de privacidade, caso contrário a conta seria bloqueada. No entanto, o mensageiro volto atrás na sua decisão e deixou de pedir a obrigatoriedade na adesão.

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Agora, mesmo aqueles que não aceitaram os chamados “Termos de Serviço” continuarão usufruindo de todas as funcionalidades oferecidas pela ferramenta, sem limitações. Além disso, vale destacar, as eventuais punições para quem rejeitou as condições do mensageiro também já foram suspensas.

Por outro lado, segundo informações divulgadas pelo site WABetaInfo, a não aceitação dos termos de privacidade do WhatsApp pode afetar quem utiliza contas de perfis empresariais no aplicativo.

O que acontece é que, contas profissionais que usarem provedores de nuvem do Facebook deixarão de receber mensagens de usuários/clientes. Tal medida pode comprometer o atendimento de contas de perfis que utilizam o mensageiro como forma de SAC, por exemplo.

O que diz o WhatsApp

O mensageiro informou que, apesar da suspensão das punições, segue orientando seus usuários a aceitarem a atualização, principalmente quando forem utilizar algumas funcionalidades opcionais, a exemplo aquela que permite entrar em contato com uma empresa que esteja recebendo suporte do Facebook.

“A publicação do WhatsApp Beta Info diz que o WhatsApp está trabalhando em ferramentas para cumprir tais promessas e garantir que deixará qualquer pessoa, que ainda não tenha realizado o aceite, faça isso quando quiser usar um recurso relacionado à atualização em questão pela primeira vez”, declarou o portal WABetaInfo, especializado no aplicativo.

Até o momento, o WhatsApp não se pronunciou acerca das restrições impostas para quem possui perfis empresariais. Neste sentido, resta aguardar as próximas declarações da empresa sobre esta conjuntura.

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InCor solicita permissão para testar vacina em spray contra Covid em humanos

Vacina em spray contra a covid-19 registrou resultados positivos nos testes pré-clínicos, afirmam cientistas.

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O Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor) solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permissão para testar em humanos sua potencial vacina em spray contra a Covid-19. A entidade recebeu o pedido na última quinta-feira, 21, e deve avaliar a liberação dos imunizante 100% brasileiro.

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Os cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), responsável pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor), afirmam que a vacina em formato inédito teve resultados promissores nos testes pré-clínicos.

Em nota, o InCor disse que os animais que foram imunizados “apresentam altos níveis de anticorpos IgA e IgG e também uma resposta celular protetora”.

Além de usar componentes derivados do vírus encapsulados por nanopartículas, o imunizante é inédito no mundo porque tem uma forma de administração diferente (via nasal).

Testes em humanos

Se forem liberados pela Anvisa, os testes da vacina em spray contra a Covid-19 começarão em janeiro de 2022, com um total de 280 participantes. Essas pessoas serão divididas em sete grupos, dos quais seis receberão doses diferentes entre si para descobrir a melhor dosagem, enquanto o sétimo receberá apenas placebo.

“Estamos esperançosos com os resultados clínicos desta vacina em spray, pois todos os testes que nos propusemos a fazer têm nos mostrado importantes conquistas no combate ao vírus”, disse Jorge Kalil, pesquisador chefe do estudo e diretor do Laboratório de Imunologia do .

As Fases 1 e 2 do estudo clínico terão duração de até três mês, período no qual será avaliada a segurança da potencial vacina, a resposta imune desencadeada e o números de doses ideal.

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Tecnologia

Começa a venda do iPhone 13 no Brasil

Muitos modelos já se esgotaram e as lojas estão sem previsão de reposição. O preço do novo iPhone 13 passa de R$ 15 mil

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Nesta sexta-feira (22) o Brasil começou a venda oficial do iPhone 13. A procura foi tanta que alguns modelos se esgotaram já nas primeiras horas.

O preço passa dos R$ 15 mil. O tempo de espera pelo aparelho também é alto: chega a cinco semanas para quem comprou durante a pré-venda. Mesmo com a economia ainda abalada pela queda nas vendas do comércio por conta da pandemia, a expectativa é boa para os últimos três meses do ano.

A Apple pode registrar cerca de US$ 120 bilhões de receita. E nem a falta de chips na indústria mundial consegue frear os bons números.

Condições de pagamento

Para garantir mais vendas, as lojas têm facilitado as formas de pagamento: em até 30 parcelas. Bom também para quem procura o modelo anterior. O iPhone 12 teve redução de 10% no preço.

Modelos do iPhone 13

O novo iPhone 13 veio em quatro modelos: Mini, 13, Pro e Pro Max. Além disso, os novos celulares já contam com conexão 5G.

A novidade do novo aparelho da Apple é o sistema operacional iOS 15.  O novo iPhone 13 tem as duas câmeras traseiras alinhadas, com resolução de 12 MP nas linhas Pro e Pro Max.

Agora, na hora das fotos, o sistema de câmeras permite a captação de 47% mais luz, trazendo mais brilho até em ambientes mais escuros. Outra novidade é o modo cinema para vídeos, que permite focar e desfocar ao movimentar a câmera.

As baterias também prometem durar mais: dá para ver até 28 horas de vídeos. Além disso, o novo iPhone 13 é resistente à seis metros de profundidade, por até 30 minutos.

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Motorista pode criar recurso para multas através de aplicativo

Empresa de tecnologia desenvolveu ferramenta para criar recursos em apenas um minuto. Documento deve ser encaminhado às autoridades para julgamento.

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O Zul+ e a Doutor Multa se uniram para auxiliar os motoristas em casos de multas injustas. A função vai permitir a criação de um recurso de multa “ideal”. Ela deve ser utilizada em casos em que a infração cometida não é de própria autoria ou é injusta.

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Recurso ideal

Segundo a autotech Zul+, a iniciativa surgiu a partir de dados coletado de seus usuários. Entre as diversas opções oferecidas no app, o recurso de multas estava sempre entre as primeiras. A partir daí surge a parceria com o site especializado no assunto: Doutor Multa.

O recurso desenvolvido se torna prático e seguro para criar o recurso e contestar a infração. O tempo para criar o documento leva em torno de um minuto. Pois é, em apenas um minuto, o motorista conseguirá ter o recurso ideal em mãos.

O CEO da Zul+, André Brunetta, emitiu um comunicado a imprensa para falar do assunto. O recurso será realizado através do aplicativo e depois enviado por e-mail ao usuário. A fase seguinte consiste em o motorista levar o documento à autoridade competente.

“Neste ano, percebemos que nossos usuários estavam muito confusos quanto ao recebimento de multas registradas em 2020, quando o envio das notificações estava suspenso. Com esse cenário, passamos a pensar em oferecer uma solução simples que ajudasse nossos usuários a se defender de uma infração independentemente da gravidade […]. E o time do Doutor Multas foi fundamental para integrar essa nova funcionalidade ao app mais completo para quem dirige hoje no Brasil”, explicou.

Para viabilizar o recurso, mais de 50 especialistas em Direito do Trânsito estarão a postos. O objetivo da empresa é ampliar o serviço e oferecer envio e acompanhamento do processo no futuro.

Recurso é direito

“Esperamos que até o final do ano, nossa plataforma se torne referência no Brasil para quem deseja se defender contra uma infração de trânsito indevida”, pontuou Brunetta.

Todos os motoristas têm direito de recorrer de uma decisão de infração. O Detran.SP fez uma pesquisa recente e mostrou que 23% dos recursos são ganhos. Na ocasião, foram analisados 788 recursos nas Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (JARIS). Destas, 182 tiveram êxito em suas solicitações.

É importante levar em consideração os prazos estabelecidos para o processo:

– Defesa de autuação: 30 dias;

– Primeira estância: 30 dias a partir do dia da notificação da penalidade;

– Segunda estância: 30 dias contados a partir da publicação ou notificação da Jari ao condutor.

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