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Economia

Zro Bank lança banco digital com pagamentos via Telegram

A novidade é parte de uma estratégia da fintech para popularizar seus serviços e aumentar a base de clientes.

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Zro bank

A Zro Bank anunciou o lançamento do seu banco digital que permite pagamentos através do aplicativo Telegram. A funcionalidade aceita recebimentos em reais e bitcoins. A instituição financeira é mais uma fintech que está apostando alto nas soluções de criptomoedas no Brasil.

No primeiro momento, a Zro Bank vai oferecer os serviços financeiros tradicionais já conhecidos no mercado com taxas gratuitas, como Transferência Eletrônica Disponível (TED), pagamento de contas e depósito em conta corrente via boleto. Os únicos recursos que acarretam cobrança aos usuários são relacionados à movimentação de bitcoin na blockchain, por exemplo, em casos de transferências de criptomoedas para fora da carteira digital.

Futuramente, a empresa visa fornecer uma lista de ativos para movimentação, incluindo dólar, euro e ouro, além de outras moedas digitais. A Zro Bank conta com um aplicativo disponível para download em Android e iOS.

Telegram

O método utilizado pela empresa integra um chat no aplicativo de mensagens Telegram, para que os usuários possam transferir recursos de maneira ágil, como se estivessem conversando com outra pessoa. Com isso, o banco visa permitir que essa associação crie grupos no chat com propósitos financeiros, tornando as cobranças e pagamentos ainda mais rápidos. 

De acordo com Marcos Carnut, diretor técnico da Zro Bank, o banco digital é um dos poucos que oferece a compra de criptomoedas. “O aplicativo irá servir como uma carteira digital, onde o usuário poderá converter seu saldo em reais para criptomoedas e armazená-las em um ambiente seguro, sem precisar se preocupar com questões de segurança. Desta forma, a sua experiência de movimentação desses ativos será ainda melhor”, disse em entrevista ao Valor Investe. 

Apesar da novidade ter sido recentemente anunciada, a fintech já está pensando em outras soluções financeiras. A empresa planeja disponibilizar um cartão de débito físico e virtual, auxiliando os correntistas a realizarem compras de maneira simplificada.

Além disso, a Zro Bank, em parceria com a Visa, deve lançar um cartão de crédito exclusivo com cashback em bitcoins. Afinal, segundo a fintech, seu objetivo é popularizar os serviços financeiros da instituição e aumentar sua base de consumidores a pelo menos 100 mil pessoas até o final de 2020.

Para isso, conta o PIX, tecnologia do Banco Central que deve ser lançada em novembro. A Zro Bank já anunciou que está aprovada para aderir ao novo sistema. 

A novidade de transferências de recursos através do Telegram foi inspirada em um modelo da China. No país asiático, os consumidores realizam transações semelhantes via aplicativo WeChat. 

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Economia

20 milhões ainda poderão sacar auxílio emergencial em janeiro

Último calendário de saques do auxílio de R$ 600 e R$ 300 vai de 15 a 27 de janeiro.

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Auxílio Emergencial

A Caixa Econômica Federal encerrou os depósitos do auxílio emergencial em dezembro de 2020, tendo sido feitos na conta poupança social digital. Neste mês, serão finalizados os saques dos benefícios, cujo calendário vai de 15 a 27 de janeiro de 2021. 

Este é o último cronograma de pagamentos do programa social do governo federal, criado em 2020 para amenizar os impactos da pandemia de Covid-19. Serão pagas as parcelas do auxílio de R$ 600 e do auxílio de R$ 300. 

De acordo com a Caixa, os nascidos entre julho e dezembro poderão fazer as retiradas em espécie até a data limite, em 27 de janeiro. Cerca de 20,4 milhões de pessoas serão contempladas com o dinheiro, totalizando quase metade dos 40 milhões aprovados no último calendário.

Nesta sexta-feira, 15, receberam os nascidos em julho. Já na segunda-feira, 18, serão os aniversariantes de agosto que irão sacar as quantias. Nos próximos dias 20, 22, 25 e 27 os nascidos entre setembro e dezembro, respectivamente, farão as retiradas em espécie. 

Serão contemplados aproximadamente 3,4 milhões de aniversariantes de julho e igual quantidade dos nascidos em agosto. Os grupos que sopram as velinhas em setembro e outubro somam 3,5 milhões cada um. Já as turmas de novembro e dezembro registram cerca de 3,3 milhões cada uma.

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Economia

Conheça 22 benefícios que você poderá receber após o fim do auxílio emergencial

CadÚnico é a ferramenta usada pelo governo federal para implementação de programas sociais.

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Cadastro Único

Os depósitos do auxílio emergencial foram finalizados em dezembro de 2020. No entanto, ainda neste mês há um calendário de saques do benefício, que vão até 27 de janeiro de 2021. Até então, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não sinalizou a prorrogação do programa social. 

Diante disso, as pessoas que estiverem em condição de vulnerabilidade social e necessitarem de recursos financeiros para o sustento de seus familiares deverão ir atrás de outros meios. 

Com o intuito de amenizar os impactos econômicos impulsionados pela pandemia de Covid-19, uma série de programas tem sido disponibilizada pelo governo federal. E o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) vem sendo um dos instrumentos para a implementação desses programas assistenciais no Brasil. 

Por meio dele, o Estado consegue mensurar a realidade socieconômica de cada região. Isso porque constam informações de escolaridade, renda, trabalho, situação da residência, entre outros. 

Confira a seguir 22 benefícios sociais que os cidadãos podem receber por meio do CadÚnico:

  1. Água para Todos;
  2. Aposentadoria para Pessoas de Baixa Renda;
  3. Benefícios Assistenciais;
  4. Benefício de Prestação Continuada (BPC);
  5. Bolsa Estiagem;
  6. Bolsa Família;
  7. Carta Social;
  8. Carteira do Idoso;
  9. Crédito Instalação;
  10. Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
  11. Identidade Jovem (ID Jovem);
  12. Isenção de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos e processos seletivos;
  13. Programa Brasil Alfabetizado;
  14. Programa de Apoio à Conservação Ambiental (Bolsa Verde);
  15. Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)
  16. Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais/ Assistência Técnica e Extensão Rural;
  17. Programa Minha Casa Minha Vida / Programa Casa Verde e Amarela;
  18. Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF);
  19. Programa Nacional de Reforma Agrária;
  20. Programa Cisternas;
  21. Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE);
  22. Telefone Popular.

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Economia

Brasileiro pagará mais IR em 2021: inflação alta e defasagem de 113% na tabela pesam

Sem correção da tabela, brasileiros podem esperar um aumento sobre o tributo neste ano.

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Imposto de Renda 2021

Os brasileiros devem pagar mais Imposto de Renda em 2021. Isso porque, além da inflação acumulada em 2020, que chegou a 4,52%, há ainda uma defasagem de 113,09% na tabela do IR desde 1996. Tais fatores indicam um aumento sobre o tributo neste ano, caso não seja feita a correção da tabela. A informação é baseada em um estudo realizado pelo Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco).

Segundo os cálculos do sindicato, a inflação oficial, que é medida a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumula 346,69% desde 1996 até o ano passado. Por outro lado, o reajuste nas faixas de cobrança do IR no mesmo período foi de 109,63%. Desta forma, a defasagem na tabela chegou a 113,09%.

Vale ressaltar que os dados são considerados desde 1996 porque somente a partir deste ano a tabela teve seus valores computados em real, moeda vigente no país desde 1994. A contar daí, a correção superou a inflação apenas em cinco ocasiões, nos anos de 2002, 2005, 2006, 2007 e 2009.

A tabela do IR está desatualizada desde 2015. Nas eleições presidenciais de 2018, a correção da tabela foi uma das promessas de campanha do então candidato Jair Bolsonaro (sem partido), o que não ocorreu até o momento. Na última semana, o presidente voltou a mencionar a não correção, alegando que o país está “quebrado”, e por isso não é possível “fazer nada”.

Em 2019 e 2020, a faixa para isenção do Imposto de Renda foi de até R$ 1.903,98 mensais. Durante a campanha, Bolsonaro disse que pretendia aumentar a faixa de isenção para cinco salários mínimos (equivalente a R$ 4.770 na época). Após assumir o mandato, o presidente passou a defender a isenção do IR para renda de até R$ 3.000 por mês.

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