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Política

Auxílio emergencial: Guedes discute parcelas de R$ 250 para retomada do benefício

Pagamento do auxílio emergencial no valor de R$ 250 está condicionado a aprovação de uma PEC de Guerra.

Publicado

em

Rodrigo Pacheco e Paulo Guedes

Paulo Guedes, ministro da Economia, afirmou nesta quinta, 11,  que o auxílio emergencial pode voltar a ser pago no valor de R$ 250. “As camadas protetivas que eram R$ 600, caíram para R$ 300, agora podem descer digamos pra R$ 250”, afirmou ao comentar que Saúde e Economia precisam se recuperar juntas.

O ministro uniu a fala ao comentário de que recebeu pedidos de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), novos presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente, além do próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para que o auxílio emergencial voltasse a ser distribuído para a população.

Guedes participou de uma conversa on-line juntamente com Mansueto Almeida, ex-secretário do Tesouro Nacional e atual economista-chefe do BTG Pactual, onde o assunto do auxílio emergencial foi recorrente. Contudo, o ministro voltou a condicionar os novos pagamento a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de Guerra.

O ministro afirmou que, sem a PEC, o pagamento do auxílio era impossibilitado por medidas como o teto de gastos e a regra de ouro. Guedes ainda disse que o governo federal vai “anunciar algumas novidades” nos próximos dias.

Ele ainda elogiou a implantação do Bolsa Família: “Você quer acabar com a pobreza? Dá o dinheiro na mão do pobre e ele decide o que fazer. E foi o que o PT fez com o Bolsa Família. Um belíssimo programa, e foi um sucesso”, avaliou. Guedes, porém, fez a ressalva de que programas sociais desse tipo devem vir acompanhados de responsabilidade fiscal.

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