Conecte-se conosco

Economia

Eletrobras: Governo cria estatal para cuidar da Eletronuclear e Itaipu

Decreto de Bolsonaro sai na DOU hoje

Publicado

em

Eletrobras anuncia quatro novos nomes indicados para concorrer ao Conselho

O governo federal criou uma nova estatal para cuidar da Eletronuclear e Itaipu Binacional. Esse movimento indica que a privatização da Eletrobras avançou em Brasília.

O movimento se deu via decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro, e a medida será publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13).

Trata-se da ENBpar (Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional), vinculada ao ministério de Minas e Energia, que tem por objetivo assegurar o controle da União a operação de usinas nucleares, além de Itaipu.

Isso porque a legislação impede a privatização desse tipo de atividade.

Eletrobras adia para 15 de março divulgação de balanço de 2020

Eletrobras

De acordo com nota emitida pelo Palácio do Planalto, a empresa pública será responsável também pela administração da conta corrente Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) e a gestão dos contratos de comercialização da energia gerada pelos empreendimentos contratados no âmbito do Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica).

Cabe rewssaltar que o Executivo provisionou R$ 4 bilhões no Orçamento de 2021 para dar início à execução do plano e criar uma estatal para reunir parte das operações da empresa após a venda.

Estes recursos serão demandados para compor a participação da União no capital da nova empresa e, segundo técnicos que participam das discussões, poderia bancar ao menos parte das obras da usina de Angra 3, paralisadas desde 2015.

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Saque FGTS 2021: Benefício libera em média R$ 757; Confira as datas completas

Entre janeiro e agosto deste ano, foram realizados 10,2 milhões de saques, o equivalente a R$ 8,1 bilhões em retiradas.

Publicado

em

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) libera em média R$ 787,01 para cada trabalhador que aderiu à sistemática do saque-aniversário. Entre janeiro e agosto deste ano, foram realizados 10,2 milhões de saques, o equivalente a R$ 8,1 bilhões em retiradas.

Leia mais: IOF sobe 36% e crédito fica mais caro; Veja simulações com as novas alíquotas

O trabalhador que aderir ao saque-aniversário poderá retirar anualmente uma parte do dinheiro acumulado na conta do FGTS. O valor do saque varia conforme a faixa de saldo. A mudança para esta modalidade é opcional.

No entanto, vale destacar, aquele que optar por esse modelo deixa de sacar integralmente o dinheiro do fundo em caso de demissão sem justa causa. Somente a multa de 40% paga pelo empregador é mantida no saque-aniversário.

Calendário

O saque-aniversário está disponível para resgate por diferentes grupos de beneficiários. Desde o último dia 1º de setembro, nascidos neste mês adquiriram o direito de sacar o benefício. Aniversariantes de julho e agosto também podem sacar.

Isso porque o período de saques do calendário começa no primeiro dia útil do mês de nascimento do trabalhador e termina no último dia útil do segundo mês subsequente. Caso o cidadão não retire o dinheiro neste período, o montante retorna para a conta do FGTS.

Nascidos em Início do pagamento Data-limite para sacar valor
Janeiro 4 de janeiro de 2021 31 de março de 2021
Fevereiro 1º de fevereiro de 2021 30 de abril de 2021
Março 1º de março de 2021 31 de maio de 2021
Abril 1º de abril de 2021 30 de junho de 2021
Maio 3 de maio de 2021 31 de julho de 2021
Junho 1º de junho de 2021 31 de agosto de 2021
Julho 1º de julho de 2021 30 de setembro de 2021
Agosto 2 de agosto de 2021 31 de outubro de 2021
Setembro 1º de setembro de 2021 30 de novembro de 2021
Outubro 1º de outubro de 2021 31 de dezembro de 2021
Novembro 1º de novembro de 2021 31 de janeiro de 2022
Dezembro 1º de dezembro de 2021 28 de fevereiro de 2022

Outra forma de receber o saque-aniversário é através da antecipação de saldo a receber. O trabalhador contrata um empréstimo no qual o banco cede até três anos de pagamento da modalidade. Em troca, é cobrada uma taxa pequena para a liberação do dinheiro antes do prazo.

Continue lendo

Economia

IOF sobe 36% e crédito fica mais caro; Veja simulações com as novas alíquotas

Saiba como fica uma operação de crédito para pessoas físicas e jurídicas após aumento recente na alíquota do IOF.

Publicado

em

Crédito: Afixcode

O aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em 36% foi aprovado nesta sexta-feira, 17, pelo presidente Jair Bolsonaro. Com a mudança, o governo quer garantir mais arrecadação para financiar o Auxílio Brasil, programa que vai substituir o Bolsa Família.

Leia mais: Alíquota do IOF subiu 36%: entenda o que muda no seu bolso

As novas alíquotas incidem sobre operações de crédito, como empréstimos e financiamentos. De acordo com o decreto, esses valores terão validade até o dia 31 de dezembro. Veja como fica:

  • Pessoas jurídicas: aumento da alíquota diária de 0,0041% (anual de 1,50%) para 0,00559% (anual de 2,04%).
  • Pessoas físicas: aumento da alíquota diária de 0,0082% (anual de 3,0%) para 0,01118% (anual de 4,08%);
  • Pessoas Jurídicas do Simples Nacional (Como MEIs): sem alterações, a alíquota diária segue em 0,00137%.

Simulações

Em uma operação de crédito como era até então, com IOF a 3% ao ano, uma pessoa física pagaria 12 parcelas mensais de R$ 1.129,56, resultando em R$ 13.554,72. Com a nova alíquota, de 4,08% a.a., as mesmas 12 parcelas passam a ser de R$ 1.141,41, enquanto o total vai a R$ 13.696,92.

Para empresas, um empréstimo pago em 12 parcelas mensais de R$ 4.652,76 totalizaria R$ 55.833,12 com a alíquota antiga (1,5% a.a.). Já com a alíquota nova de 2,04% ao ano, as parcelas mensais passam a ser de R$ 4.677,51, com total de R$ 56.130,12.

Os cálculos foram feitos pelo Estadão com base em dados da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac).

Continue lendo

Economia

Pix com limite de R$ 500 por mês? Entenda proposta

Mesmo reconhecendo os benefícios do sistema de pagamentos, representantes do órgão pedem por mais segurança aos usuários durante as transações.

Publicado

em

Pix

O Procon-SP sugeriu ao Banco Central (BC) que apurasse o valor máximo utilizado pela maioria dos usuários no Pix e que o órgão limitasse as movimentações a R$ 500 até que sejam implementados mecanismos de segurança do novo sistema de pagamentos. A proposição foi feita durante reunião desta quarta-feira, 15, realizada para discutir as fraudes cometidas no Pix.

Leia mais: Golpes com Pix: Especialistas dão sugestões como 2º celular, botão do pânico e ‘amigo autenticador’

Apesar de reconhecer as vantagens trazidas pelo sistema de pagamentos do BC, e entender que não se pode “travar o avanço tecnológico”, Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP, acredita que os consumidores precisam de mais segurança na hora de utilizar o Pix.

“Nós iremos responsabilizar os bancos pelas perdas que o consumidor sofrer com esses golpes”, declara o diretor. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, prejuízos decorrentes do serviço prestado são de responsabilidade do fornecedor.

Estorno de valores

Uma das propostas apresentadas por Capez trata da possibilidade de fazer o estorno de valores caso as transações tenham sido realizadas para contas bancárias recém-criadas. A ideia é assegurar que o envio do dinheiro foi feito para um cliente real e não um “laranja”.

“Na abertura de novas contas, durante pelo menos 30 dias, que seja permitido o estorno e bloqueio da movimentação até que se confirme que se trate de um cliente idôneo e não de um laranja”, afirma Capez.

Criado em novembro de 2020, o Pix é o sistema de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central. Desde sua implementação, a plataforma vem sendo bastante utilizada pelos brasileiros. Por outro lado, o serviço também tem sido alvo de golpes por meio do WhatsApp e usado como ferramenta em sequestros relâmpagos.

Para se ter uma ideia, desde janeiro a agosto deste ano, o Procon-SP recebeu cerca de 2.500 reclamações envolvendo o Pix. Desse total, só entre os meses de julho e agosto foram mais de mil. Os motivos mais comuns das reinvindicações incluem venda enganosa, produto ou serviço não contratado, compra/saque não reconhecido, SAC sem resposta/solução e devolução de valores/reembolso.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS