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Criptomoedas

Gemini e Mastercard lançam cartão com recompensas em criptomoeda

Empresas fazem parceria para criar cartão de crédito que concede até 3% de recompensa em bitcoin e outras criptomoedas.

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Nova geração de cartões de crédito dá bitcoins ao invés de milhas aéreas

A Gemini e a Mastercard fecharam uma parceria para lançar um cartão de crédito inédito que oferece recompensas em criptomoedas. Com o produto, que será lançado primeiro nos Estados Unidos, o usuário poderá receber até 3% de recompensas em bitcoin (BTC) ou em outras moedas digitais.

Segundo um porta-voz da Gemini, esse é o primeiro acordo da Mastercard com uma empresa de cripto para lançamento de um cartão. A operadora irá atuar como rede exclusiva para o produto, que poderá ser usado em todas as lojas que aceitam a bandeira Mastercard.

O limite será disponibilizado de acordo com uma análise de crédito que vai considerar pontos como renda e score de crédito do solicitante. Ainda não há detalhes sobre as taxas de juros para eventuais atrasos no pagamento da fatura.

As recompensas em bitcoin ou em mais de 30 criptomoedas serão liberadas para compras feitas em dólar, na proporção de até 3% para refeições, 2% para mantimentos e 1% para outros produtos. A Gemini também informou que elas serão disponibilizadas logo após a conclusão da operação, ou seja, em “tempo real”.

Leia mais: Nova geração de cartões de crédito dá bitcoins ao invés de milhas aéreas

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Criptomoedas

China torna ilegais todas as transações com criptomoedas no país

Comércio e mineração de bitcoins e outras moedas digitais passam a ser consideradas atividades ilegais no país.

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A China voltou a declarar guerra contra as criptomoedas nesta sexta-feira, 24. A partir de agora, o país considera “atividade ilegal” a mineração de moedas digitais em todo o país, bem como seu comércio. Em maio, o Conselho de Estado da China havia prometido uma medida como essa.

Veja também: Jogos de azar podem ser legalizados com reforma do IR; Arrecadação será de R$ 50 bi

As instituições financeiras, empresas de pagamento e de internet que operam no país também estão proibidas de facilitar a negociação de bitcoins e outras criptomoedas.

Além do Banco Popular da China, outras dez agências governamentais enviaram um comunicado conjunto detalhando as novas medidas para conter o comércio de criptoativos.

O governo “reprimirá resolutamente a especulação com moeda virtual, e atividades financeiras relacionadas, além de mau comportamento, de modo a salvaguardar as propriedades das pessoas e manter a ordem econômica, financeira e social”, explicou o BC em seu site.

Após o anúncio, a bitcoin registrou queda de 5%.

O governo chinês vem adotando uma política de repressão às criptomoedas há algum tempo. Em junho, o BC do país fechou uma empresa de software que estava sob suspeita de envolvimento com o comércio de moedas digitais. Uma semana depois, as autoridades fecharam ‘minas’ e pediram aos bancos que impeçam transações ligadas a elas.

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Criptomoedas

FinbyCoin chega ao mercado de criptomoedas e abre ICO

88 milhões de tokens a USD 2,00 cada

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Veja como declarar Bitcoin e outros ativos digitais no IR 2021

A Finby, primeira plataforma de cofinanciamento e crédito colaborativo descentralizado, informou a abertura do seu processo de ICO (Oferta Inicial de Moedas), a Finbycoin.

O ICO é uma prática comum do mercado de criptomoedas, similar ao IPO do setor financeiro. Na prática, é quando alguém oferece aos investidores novas unidades de criptomoedas ou cripto-token, e nesse caso em específico, representa uma oportunidade de fazer parte de um ecossistema desde sua fase inicial.

Conforme a empresa, na terceira etapa do processo de ICO, a Finbycoin tem 88 milhões de tokens a USD 2,00 cada moeda, totalizando USD 75 milhões e até 175% de deságio.

“Em março de 2021, a moeda começou a USD 1,00. O valor de listagem, quando for ao mercado em fevereiro de 2022, é que se mantenha dentro do seu planejamento natural e esteja a USD 3,50”, explica o CEO da Finby, Marcos Lecasi.

FinbyCoin

De acordo com Lecasi, a fintech é o primeiro ecossistema em Blockchain do mundo que realiza sonhos, e a Finbycoin vem tanto para usuários, atendendo a demanda de mercado, quanto para empresas em um mercado que já existe.

“A Finby proporciona ao ecossistema uma solução completa, por isso, consideramos que ela tem dois lados. O mercado tem uma demanda no consórcio tradicional que não sofre nenhuma alteração há pelo menos 60 anos, e o sistema Finby,  junto com a moeda veio para mudar essa situação”, explica.

A Finby é uma fintech que nasceu com o propósito de realizar sonhos e desburocratizar o acesso ao cofinanciamento de bens e serviços, conectando empresas e pessoas, sem a cobrança de taxas e juros. E para garantir transparência e segurança nas transações, a startup conta com parceria de uma das empresas de tecnologia mais conhecida mundialmente.

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Criptomoedas

Banco Inter divulga estudo sobre gerações de criptomoedas

No estudo, banco coloca a Bitcoin como pioneira e a Cardano como destaque na terceira geração de criptomoedas.

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O Banco Inter disponibilizou um estudo onde aborda as gerações de criptomoedas no mercado, destacando o Bitcoin como pioneira e a Cardano como destaque da terceira geração. No texto, a equipe do Inter Research faz comparações com as gerações X, Y e Z, que classificam perfis de investidores.

Veja também: Crise da Evergrande faz criptomoedas caírem até 18%; Como fica o Bitcoin?

O material destaca o Bitcoin como a mais importante moeda digital da primeira geração, pontuando que ela “tem se mostrado bastante resiliente nos últimos 12 anos desde seu surgimento”.

Embora tenha alta volatilidade no mercado, o banco acredita que a moeda digital cumpriu sua função principal. Além disso, os pesquisadores avaliam que ela ainda é uma das mais seguras do mundo.

“Os desenvolvedores do Bitcoin foram pioneiros ao criar um sistema de pagamentos descentralizado, isto é, que não dependesse da confiança em terceiros, e sim de poder computacional gerado pela rede como um todo”, diz o relatório.

Segunda geração

O estudo aponta que a segunda geração das criptomoedas pode ser representada pelo ether. Ele também menciona o papel fundamental dos contratos autônomos (ou “smart contracts”), que executam automaticamente diversas funções pré-estabelecidas.

“Um exemplo seria permitir que você envie recursos para seu amigo se, e apenas se, hoje for quarta feira. Apesar de extremamente simplista, este exemplo demonstra bem qual era objetivo dos idealizadores da segunda plataforma mais famosa, a Ethereum”, acrescenta.

No que diz respeito ao “problema do oráculo”, o banco cita a Chainlink como rede capaz de atravessar essa barreira.

Terceira geração já existe?

Os especialistas do Inter afirmam que já existe uma terceira geração de criptomoedas. Para eles, a Cardano poderá ser pioneira em aplicações em blockchain.

“Cardano é mais maleável e permite mudanças no protocolo de forma mais simples e menos burocrática”, avaliam.

A Polkadot (DOT) também é apontada como destaque da terceira geração de criptomoedas. No fim do material, os pesquisadores afirmam que as próximas gerações deverão trazer mais inovações ao mercado.

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