Ações, Units e ETF's
Inovadora, B3 (B3SA3) passa a aceitar COE pela primeira vez
Para bolsa brasileira, iniciativa contribui para diversificar carteira de investidores
Depois de reforçar seu pioneirismo, ao lançar o primeiro ETF de criptoativos do país, a B3 (B3SA3) agora passou a aceitar o registro de operações de derivativos de balcão e Certificados de Operações Estruturadas (COE) referenciadas em ativos vinculados a critptoativos negociadas em bolsa regulada, Exchange-traded Fund (ETF) sobre criptoativos ou ETFs sobre índice de criptomoedas. O detalhe importante é que esse novo tipo de ativo-subjacente “poderá ser solicitado por qualquer participante do Balcão B3”.
Interesse cresce – Não concidentemente, a instituição tomou tal iniciativa em “momento de cada vez mais interesse do investidor brasileiro por esse tipo de ativo”. Exemplo disso é o ETF de Cripto HASH 11, lançado em abril e que chegou a ser o sexto mais negociado na bolsa em julho. Desde então, outros três ETFs em criptomoedas entraram no mercado e estão disponíveis aos investidores. Ao admitir produtos referenciados em ativos digitais, a B3 entende estar contribuindo para oferecer ao mercado opções para diversificação da carteira.
Evolução contínua – “A disponibilização desses novos produtos é mais uma etapa na evolução do mercado brasileiro em relação aos criptoativos e reforça o papel da B3 de contribuir cada vez mais com esse mercado”, afirmou o diretor de Produtos de Balcão e Novo Negócios da B3, Fabio Zenaro, ao observar que “o investidor tem se mostrado extremamente interessado nesse tipo de investimento, investindo diretamente em criptoativos ou indiretamente, como é o caso das ETFs de cripto lançados recentemente”.
Outra vantagem lembrada por Zenaro é quanto possibilidade de o investidor realizar, no caso dos derivativos ou visando diversifica seu portfólio, por meio de maior exposição às criptomoedas – no caso do COE – ambos em um ambiente regulado.
Para melhor entendimento, COEs são investimentos que abrangem elementos, tanto de renda fixa quanto variável, cujo diferencial se traduz por uma composição baseada em cenários de ganho e risco, selecionados segundo o perfil de cada investidor.

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