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Finanças

Nubank aprova cartão de crédito com limite de apenas R$ 0,18 para cliente

Cliente relatou ter recebido limite máximo de valor irrisório, de apenas R$ 0,18 no cartão Nubank. Fintech ainda não se pronunciou para esclarecer a situação.

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Cartão Nubank

O Nubank é uma das principais fintechs do país, além de estar crescendo cada vez mais no exterior. Ao todo, já são mais de 25 milhões de clientes que possuem o cartão de crédito roxinho. Ao solicitar o cartão, o usuário é submetido à análise de crédito, e nem sempre a instituição consegue oferecer um limite inicial satisfatório.

Em geral, os clientes com baixa avaliação recebem limite entre R$ 50 e R$ 500, mas este valor pode aumentar de acordo com a frequência de uso do cartão e o pagamento das faturas em dia. Contudo, recentemente, um cliente chamou a atenção por ter recebido um limite de valor irrisório, de apenas R$ 0,18.

O relato do caso foi feito em um grupo no Facebook, chamado de Família Nubank #nulovers, no qual usuários do roxinho relatam suas experiências com a fintech. “A Nubank me concedeu um cartão de crédito, mas com esse grande limite (de R$ 0,18). O que devo fazer?”, questionou o cliente, que anexou uma captura da tela do aplicativo à publicação mostrado o novo limite máximo.

Nas respostas, outros clientes tentavam entender o ocorrido. Afinal, esse realmente seria o limite de crédito disponível para o cliente na praça, ou trata-se de um erro do sistema? Até o momento, o Nubank não se pronunciou para esclarecer o caso.

Contudo, o mais provável é que realmente tenha sido um erro no sistema de análise de crédito da fintech que resultou no limite de crédito extremamente baixo. Desta forma, é possível que o problema seja corrigido e que, em breve, o cliente receba um aumento de limite.

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Finanças

Ação do Itaú e Visa vai sortear carros e distribuir mais de 200 prêmios de R$ 500

Compras de qualquer valor utilizando os cartões de crédito definidos pela promoção são consideradas para o sorteio.

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Promoção "Toda Compra é uma Chance"

A parceria entre Itaú Unibanco e Visa gerou a campanha Toda Compra é Uma Chance. A ação vai sortear três Jeep Renegade automáticos e 250 prêmios de R$ 500 aos seus clientes com cartões de crédito.

A campanha se estende até o dia 13 de maio de 2021. Qualquer pagamento efetuado nos cartões Itaucard, Itaú Personnalité  e Credicard que possuírem a bandeira Visa e forem cadastrados no programa Vai de Visa concorrerão ao sorteio.

Os cartões virtuais também podem participar da promoção. Contudo, devem estar devidamente cadastrados no programa de pontos Vai de Visa. Para ter chances em dobro, o cliente deve fazer compras on-line ou utilizar a tecnologia de pagamento por aproximação.

O objetivo da ação é incentivar o uso de cartão de crédito, independentemente da quantia envolvida na transação. A expectativa dos idealizadores da promoção é que os prêmios oferecidos, além da segurança e conveniência, façam com que os usuário optem mais pelo crédito no momento de pagar.

Confira mais detalhes no site oficial da ação (promocoes.visa.com.br/site/itau/itau-todo-dia).

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Finanças

Elo Diners Club: Novo cartão da Elo tem pontuação turbinada e benefícios especiais

Novo cartão contará com a plataforma Elo Flex, na qual o cliente escolhe de quatro a seis benefícios para personalizar seu Elo Diners Club.

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Elo Diners Club

Com o lançamento do novo Elo Diners Club, a empresa conclui a reformulação do seu portfólio de alta renda. O cartão é uma evolução do Elo Nanquim Diners Club, lançado em 2018. 

O cartão chega ao mercado com benefícios melhorados, como acesso ilimitado e gratuito a salas VIP para titular e acompanhante, além de seguro viagem com cobertura para despesas médicas e hospitalares. Além disso, o Elo Diners Club passa a contar com Elo Flex, plataforma de personalização de benefícios que representa um upgrade no segmento de alta renda da empresa. 

Felipe Maffei, diretor de produtos e inovação da Elo, comenta: “Estamos lançando no mercado um produto ainda mais sofisticado para o público de alta renda, unindo os benefícios mais requisitados pelos clientes a outros diferenciados e inovadores no mercado de cartões”

A opção estará disponível em duas cores, sendo off-white ou preta. Entre os principais benefícios estão:

  • Pontuação turbinada de 3.3 pontos por dólar gasto em aquisições internacionais; 
  • Pontos que nunca expiram;
  • Acesso gratuito e ilimitado a salas VIP LoungeKey no Brasil e no mundo;
  • Acesso a sala VIP Elo no Aeroporto de Congonhas;
  • Transfer Aeroporto.

Além dos benefícios fixos, cada usuário conta com uma cesta de quatro a seis vantagens adicionais para personalização na plataforma Elo Flex. São mais de 30 opções em categorias como viagem, seguros, pet, vida, educação, casa, entretenimento, auto, entre outros. 

A transição do Elo Nanquim Diners Club para o novo Elo Diners Club no Banco do Brasil acontecerá a partir de junho de 2021. Os atuais usuários que já têm esse cartão podem usufruir da plataforma Elo Flex. 

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Bancos

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

A S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional da instituição financeira em um degrau, de “brAA-” para “brAA”

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Banco PAN

A Caixa Econômica Federal enviou pedidos de proposta a bancos de investimentos para alienar sua participação no Banco Pan (BPAN4).

Na mesma data, em resposta à iniciativa da Caixa, o Pan divulgou fato relevante na mesma data, afirmando ter recebido informação da Caixa Participações S.A. – CAIXAPAR, braço de participações da Caixa em empresas, a respeito da avaliação da transação e do processo de seleção das instituições financeiras participantes.

Segundo a XP Investimentos, após a vendas de suas ações preferenciais no último mês de agosto, a Caixa se tornou acionista do Banco Pan por meio de 49,2% das suas ações ordinárias, as quais são vinculadas a um acordo de acionistas com o BTG Pactual, acionista majoritário, que possui direito de preferência em qualquer operação que o banco estatal queira fazer.

“Ressalta-se que os estudos ainda encontram-se em caráter inicial, não havendo qualquer tomada de decisão acerca da efetiva realização da operação, que está sujeita à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”, destacou a XP.

Caixa estuda vender ações ordinárias do Banco Pan, diz gestora

Banco Pan: rating

Após elevar o rating do Banco Inter (BIDI11), a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings decidiu elevar a nota de longo prazo na escala nacional do Banco Pan (BPAN4) em um degrau, de “brAA-” para “brAA”, e manteve a nota na escala global em “B+”. A perspectiva de ambos os ratings é estável.

A decisão, de acordo com a S&P, foi tomada diante da migração bem-sucedida do banco para as operações digitais, a menor dependência da receita de empréstimos e o foco em crédito consignado e financiamento de veículos.

Segundo a agência de rating, considerando que o crédito consignado e o financiamento de veículos são produtos de crédito de menor risco e representam 91% do total de empréstimos da instituição, o desempenho financeiro dela foi “mais resiliente e mais forte do que o de seus pares com ratings semelhantes, apesar do choque econômico decorrente da pandemia”.

“Nos últimos anos, o Banco Pan vem expandindo suas operações digitais, ao mesmo tempo em que se distancia do segmento de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e se concentra no crédito consignado e financiamento de veículos. Como resultado, o banco vem reportando resultado operacional superior ao de seus pares, enquanto sua rentabilidade aumentou nos últimos anos”, diz trecho do comunicado.

A transformação digital do banco foi bastante elogiada pela agência. Para ela, apesar de o negócio de empréstimos ainda ser a principal ferramenta de monetização de clientes, o Banco Pan está “constantemente lançando novos recursos e desenvolvendo parcerias, potencializando produtos de varejo como cartões de crédito, contas correntes e empréstimos pessoais”, e isso vendo gerando bons frutos.

A S&P destacou ainda que o esforço do Banco Pan em reduzir sua dependência de financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) – que controla a instituição com o BTG Pactual desde 2011, quando o antigo dono, Silvio Santos, vendeu a instituição para liquidar uma dívida de quase R$ 4 bilhões que contraiu com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e cobrir dois rombos no banco.

Veja BPAN4 na Bolsa:

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