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Servidores do Banco Central aprovam a continuidade da greve

A manutenção da paralisação, que iniciou em primeiro de abril, contou com a aprovação de 80% dos presentes.

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Na última terça-feira (14), o Sindicato Nacional de Funcionários do Banco do Brasil (Sinal) informou que os servidores do órgão estão de acordo com a permanência da greve por tempo indeterminado. A manutenção da paralisação, que iniciou em primeiro de abril, contou com a aprovação de 80% dos presentes, conforme informações dadas por Fábio Faiad, presidente do Sinal.

Veja também: Servidores do Banco Central entram em greve e Valores a Receber é adiado

A greve no Banco Central segue mesmo com o Governo Federal tendo confirmado que os servidores não contaram com reajustes salariais em 2022, algo que Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, já teria avisado aos servidores do órgão em uma reunião com os sindicatos no início do mês de junho.

Após o aviso, a categoria minorou a requisição do aumento salarial em 2022 de 27% para 13,5%,, conforme as informações do Sinal. A categoria pediu um bônus por produtividade, assim como os servidores da Receita Federal estavam requisitando.

Além disso, foi requisitada ao Ministério da economia, comandado pelo ministro Paulo Guedes, uma proposta de pauta não salarial dos servidores do Banco Central com algumas exigências, como o aumento da exigência de ensino superior no próximo concurso público para todos os cargos, assim como a classificação da carreira como típica de estado.

O movimento de greve dos servidores do Banco Central está prejudicando os serviços e as divulgações do órgão. O Comitê de Política Monetária (Copom) de junho está acontecendo sem antes o órgão ter divulgado suas expectativas do mercado no boletim Focus, e possui variáveis relevantes para o modelo de inflação do colegiado.

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