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Economia

Auxílio Brasil pagará 13º salário aos beneficiários?

Milhões de beneficiários do novo programa social do governo federal ainda não sabem se terão direito ao abono natalino.

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Trabalhadores de todo o Brasil esperam com ansiedade a liberação do 13º salário, benefício que geralmente é depositado em duas parcelas. Essa quantia extra é uma salvação para as contas de fim de ano ou, em alguns casos, para fazer aquela viagem e realizar um sonho da família.

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Além dos cidadãos que trabalham com carteira assinada, o benefício também é um direito dps segurados do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Mas e os inscritos no Auxílio Brasil, também têm direito ao 13º salário?

Apesar de serem esperadas diversas mudanças com o fim do Bolsa Família e a entrada do novo programa, o abono natalino não é uma delas. Por enquanto, a liberação segue apenas sendo tema de propostas que tramitam no Congresso Nacional, mas ainda sem confirmação.

Em 2019, o governo editou uma Medida Provisória (MP) para conceder a parcela extra para as famílias inscritas no programa social. Infelizmente, o chamado “13º do Bolsa Família” não foi repetido no ano seguinte.

Somente em Pernambuco, o governo do estado confirmou que os beneficiários do Auxílio Brasil serão contemplados com um salário adicional no fim do ano. O cronograma não foi divulgado, mas a expectativa é que os pagamentos tenham início em fevereiro de 2022.

Calendário do Auxílio Brasil

Sem novidades sobre o 13º, a liberação do Auxílio Brasil segue ocorrendo de acordo com o dígito final do NIS (Número de Identificação Social). O cronograma também continua o mesmo do antigo programa social.

Confira a seguir o calendário de novembro e dezembro do programa:

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Economia

Novas regras do INSS para aposentadoria de autônomos, domésticos e MEIs

Mudanças nas regras dizem respeito à entrada de contribuições pagas em atraso no cálculo para conseguir a aposentadoria.

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aposentadoria para quem começou a trabalhar antes de 1998

Alterações nas regras da aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão afetar autônomos, domésticos e microempreendedores individuais (MEIs). As novas regras preveem que contribuições pagas em atraso só serão contabilizadas quando o cidadão estiver na qualidade de segurado.

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Até então, eram desconsiderados apenas os recolhimentos feitos em atraso a partir do dia 1º de julho de 2020, por quem queria se aposentar sob a regra do pedágio de 50% ou regras anteriores à reforma da Previdência. A partir de agora, a mudança vale para “todos requerimentos de benefícios pendentes de análise, independentemente da data do recolhimento”.

O trabalhador está na qualidade de segurado durante o período em que realiza contribuições à Previdência. Caso saia dessa proteção, ele terá seus pagamentos desconsiderados pelo INSS.

A regra também invalida os recolhimentos realizados em atraso pelo autônomo que tiver cumprido todos os requisitos para se aposentar ou que já tiver morrido. Ou seja, só entram na conta as contribuições feitas até a data da verificação do direito.

“Os recolhimentos com data de pagamento posterior à data da análise do direito não integrarão o cálculo de tempo de contribuição nessa regra, mesmo que se refiram a competências anteriores”, explica o INSS.

“Todos os recolhimentos em atraso realizados até a data de entrada do requerimento serão considerados, inclusive para cômputo no tempo total calculado para a verificação do direito às regras de transição aplicadas nas aposentadorias por idade, tempo de contribuição, do professor e especial”, completa.

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Automobilística

6 práticas rotineiras que fazem você gastar mais gasolina sem saber

Atitudes comuns tomadas por grande parte dos motoristas pode aumentar o consumo de combustível e pesar no bolso.

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Os preços dos combustíveis não param de subir, e quem mais sofre com isso é o consumidor final. Embora o governo venha tentando adotar medidas para reduzir os valores, o custo da gasolina nas bombas continua registrando altas e assustando os donos de veículos.

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Nesse cenário, vale a pena adotar estratégias para reduzir o consumo de combustíveis. Muitas delas estão ligadas a práticas do dia a dia que fazem você gastar mais sem perceber. Veja mais detalhes a seguir.

6 práticas que aumentam o consumo de gasolina

1 – Carregar muito peso

Cada veículo tem uma capacidade de peso diferente, e essa informação é muito importante. Carregar mais do que o manual do carro indica aumenta o consumo de combustível, por isso, não deixe de conhecer e respeitar os limites do seu.

2 – Rodar na reserva

Esquecer de encher o tanque é muito comum, mas andar sempre na reserva não é indicado para quem quer economizar. Quanto menos gasolina no tanque, mais espaço fica disponível e mais o combustível evapora.

3 – Calibrar pneus quentes

Andar em um carro calibrado exige menos do motor, mantendo seu consumo de combustível no nível normal. Contudo, calibrar os pneus quando eles ainda estão quentes pode deixar a calibragem abaixo do ideal pouco tempo depois, já que o ar quente se expande. Por isso, sempre espere eles enfriarem antes do processo.

4 – Abastecer com preço muito abaixo do mercado

Todo mundo está de olho nos preços da gasolina para encontra promoções e abastecer o tanque gastando menos. Mas algumas ofertas “milagrosas” costumam envolver combustíveis adulterados que danificam o motor e são consumidos com mais rapidez.

5 – Dirigir em ponto morto

Ao contrário do que muitos acreditam, colocar o carro na “banguela” em uma descida não economiza gasolina, e inclusive pode aumentar o consumo. Dirigir em ponto morte estraga a transmissão do carro e pode até causar acidentes.

6 – Desligar o ar-condicionado na estrada

É um fato que o ar-condicionado aumenta o gasto com combustível, mas desligar o aparelho nem sempre é a melhor solução. Em uma estada, por exemplo, rodar com os vidros abertos empurra o veículo para trás e faz com que ele precise de mais força para se locomover. Sendo assim, prefira ligar o ar quando estiver dirigindo na rodovia.

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Economia

Vale-alimentação: Mudanças preocupam empresas; entenda o porquê

As alterações devem deixar o uso dos vales mais flexível.

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VALE ALIMENTAÇÃO

As regras para o vale-alimentação e vale-refeição podem sofrer mudanças nos próximos meses. As alterações devem deixar o uso dos vales mais flexível, permitindo a compra de itens que não compõem a alimentação das famílias.

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Com as mudanças, os trabalhadores que recebem os benefícios podem usar o vale para a compra de bebidas, pagamento de outros tipos de contas e até mesmo para pagar serviços de streaming.

Vale-refeição e alimentação

O vale-refeição e também o alimentação fazem parte do Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT), criado em 1976. É uma política do governo que incentiva que as empresas ajudem na alimentação dos trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos por mês.

Com a possibilidade de mudança, os restaurantes se preocupam com a queda no faturamento. Isso porque dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostram que 90% do faturamento dos pequenos negócios são dos vales.

As mudanças podem ser mais vantajosas para os trabalhadores. Isso porque eles terão mais opções de restaurantes, assim como a oportunidade de fazer a portabilidade do crédito. Ou seja, a proposta deve abrir o mercado das empresas de vale.

De acordo com o secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Dalcolmo, o trabalhador pode pagar refeições mais baratas por ter mais opções que aceitem os vales.

A proposta é também permitir que mais empresas fornecedoras dos vales participem do processo. Segundo Dalcolmo, apenas quatro empresas tomam conta do mercado hoje no Brasil.

Pelas mudanças nos vales, as empresas não vão poder ter vantagens no pagamento dos valores contratados. Ou seja, sem descontos no valor da contratação do fornecedor dos vales. Além disso, as empresas vão ter 18 meses para se adequarem às mudanças.

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