Saúde
Cérebro mais jovem: Vitamina D pode ajudar na luta contra a demência
Novo estudo mostra que o uso de vitamina D pode ser um grande aliado no combate à demência. Saiba tudo sobre essa boa notícia.
A vitamina D pode ser um grande aliado contra a demência, prevenindo ou retardando seu aparecimento em pessoas idosas. Isso é o que um estudo combinado entre três instituições no Reino Unido revelou.
Mais de 12 mil pessoas foram analisadas e grande parte delas fazia uso constante de suplementação com vitamina D. Os resultados dessa pesquisa foram publicados agora em março pela revista Alzheimer & Dementia.
Previamente, outros estudos já haviam demonstrado os benefícios da vitamina D no funcionamento regular do cérebro e como a sua carência no organismo pode causar um envelhecimento precoce mais acentuado.
O estudo ainda é inconclusivo, porém já define pontos de partida para novas pesquisas relacionando a vitamina D na alimentação e na suplementação com as funções cerebrais.
Houve, entre as pessoas analisadas, menor incidência de demência entre as mulheres que realizavam a suplementação com a vitamina D, quando em comparação com os homens que também faziam.
Também ficou demonstrado que quem já apresentava sinais de comprometimento cognitivo, mesmo que ainda leves, apresentava menores efeitos com a suplementação da vitamina.
A quantidade dosada por cada indivíduo não foi controlada, mas, com base nessa pesquisa, estudos clínicos podem ser conduzidos para a comprovação final e a definição da dosagem ideal para cada pessoa.
O próximo passo é analisar como se dão os resultados em diferentes níveis de comprometimento das funções cognitivas levando em consideração idade e gênero. Já existem outras pesquisas semelhantes sendo conduzidas e parecem caminhar para a mesma conclusão.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50 milhões de pessoas no mundo têm algum nível de demência e, dessas pessoas, cerca de 60% e 70% têm Alzheimer.
Estima-se que, com o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população nos próximos anos, esse número pode chegar a quase 80 milhões de pessoas com demência na próxima década e próximo a 140 milhões até 2050.
A definição da suplementação e de sua dose segura deve ser indicada por um médico, já que o excesso de vitamina D pode ocasionar cálculos renais e problemas cardíacos, além de dificuldade de absorver nutrientes pela alimentação.

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