Conecte-se conosco

Empresas

Cias&Cifras | Eletrobras (ELET6): projeto clone para privatização

Cias&Cifras | Eletrobras (ELET6): projeto clone para privatização

Publicado

em

Ações da Eletrobras

Por: Junior Alves

Em nova tentativa de agilizar a privatização da Eletrobras, o governo quer que um senador apresente um “projeto clone” da proposta enviada pelo Executivo ao Congresso no ano passado.

De acordo com o Estadão, a estratégia busca inverter a ordem de tramitação do texto, começando pelo Senado para depois seguir para a Câmara, porque o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já disse que prefere deixar as discussões sobre o tema para 2021.

Técnicos, no entanto, argumentam que um senador apresentar o PL enviado pelo Executivo é inconstitucional, algo que pode até mesmo parar na Justiça, atrasando ainda mais o cronograma.

Oi (OIBR3): Piemonte interessados nas torres

O grupo de investimentos Piemonte Holding está analisando se avança em seus planos para disputar ativos da Oi que serão leiloados.

Segundo o Valor, depois de fazer uma oferta vinculante pelos centros de dados da operadora em recuperação judicial, a Piemonte volta sua atenção agora para a unidade produtiva isolada de torres.

A UPI está com preço mínimo fixado em R$ 1,06 bilhão.

A infraestrutura digital é composta por centros de dados, cabos de fibra óptica e torres. Por isso, a Piemonte está avaliando proativamente os ativos de torres, disse o fundador e CEO do grupo, Alessandro Lombardi.

O empresário destacou que esses ativos precisam de investimentos pesados, mas que são interessantes.

Para barrar Gafisa (GFSA3), Tecnisa (TCSA3) se articula

As incorporadoras Tecnisa e Gafisa tornaram mais claras, na terça-feira, suas estratégias para um confronto que promete se arrastar nos próximos meses e não deve ser pacífico.

De acordo com o Valor, no dia 19, a Tecnisa divulgou que recebeu proposta de fusão por parte da concorrente.

A posição da incorporadora fundada por Meyer Nigri é que seja rejeitada a proposta de fusão, assim como as que serão levadas pela Gafisa a votação em assembleias – elevação de 20% para 30% do limite de ações para disparo da “poison pill”, aumento de capital de até R$ 500 milhões e destituição do conselho de administração.

Produtores de celulose de olho em Santos

Os novos contratos de arrendamento, de 25 anos, deverão gerar, juntos, em torno de R$ 400 milhões de investimentos.

As áreas, localizadas na região do Macuco, na margem direita do porto, costumavam abrigar o terminal de contêineres do grupo Libra, que encerrou sua operação em Santos.

O critério de seleção do vencedor será pelo maior valor de outorga, que será paga à autoridade portuária, a Santos Port Authority.

IPO da CSN (CSNA3) mineração e a liquidez da empresa

Com a abertura de capital da unidade de mineração, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) pode ganhar fôlego para projetos ainda engavetados.

A companhia fechou o segundo trimestre com dívida líquida de R$ 33,12 bilhões e a sua meta é chegar ao fim de 2021 com dívida de R$ 23 bilhões.

PETR3 PETR4 divulga teaser da venda de sua participação no Polo Alagoas

A Petrobras e o mercado aberto

Em meio à abertura do refino, a Petrobras se prepara para lidar com a concorrência no setor.

Diz o Valor que a estatal criou este ano uma diretoria dedicada exclusivamente à área de logística e comercialização e começa a traçar os planos para o horizonte pós-2021, ano em que a petroleira espera concluir a venda de oito de suas refinarias.

Um exemplo desse movimento se deu na refinaria Reduc, em Duque de Caxias (RJ), cujo sistema de escoamento de diesel S10, até então segregado, foi recentemente ligado ao Terminal Aquaviário da Baia da Guanabara.

A conexão permitiu à petroleira exportar o produto, por meio de cabotagem, até o Porto de Paranaguá (PR), numa região abastecida pela Repar.

Proposta da Aneel para distribuidoras e o TCU

A proposta da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para tratar as perdas das distribuidoras em razão do novo coronavírus terá um grande aliado.

O Tribunal de Contas da União (TCU) considera acertada a ideia de reequilibrar a concessão – e não o contrato em si. Para o órgão de controle, não há, na prestação de nenhum serviço público, garantia de recomposição às bases iniciais do contrato, nem de manutenção dos níveis de ganhos.

Mercado financeiro estremecido com picuinhas presidenciais

O mercado financeiro anda preocupado com as picuinhas entre o presidente da República e seus ministros.

Segundo o Valor, ao desautorizar, ontem, o ministro Paulo Guedes, o chefe do Executivo abalou a confiança de investidores e reacendeu especulações sobre seu apoio ao comandante da economia.

Bolsonaro explicitou a divergência que impediu o lançamento do programa Renda Brasil.

A proposta formulada por Guedes e sua equipe previa a unificação de programas como o abono salarial, o seguro defeso e o Farmácia Popular.

Isso reforçaria em R$ 20 bilhões os R$ 32 bilhões destinados atualmente ao Bolsa Família. Assim, o benefício médio aumentaria sem comprometer o teto de gastos e outras despesas.

O Congresso e a Lei de Recuperação Judicial e Falências

A Câmara dos Deputados aprovou ontem, numa rápida votação conduzida pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com apoio de todos os partidos, a reforma da Lei de Recuperação Judicial e Falências, que visa modernizar a legislação, ampliar os dispositivos de recuperação extrajudicial e outros pontos não menos importantes.

Entre as mudanças na atual lei, de 2005, está a permissão para que empresas que pedirem ou tiveram aceito pedido de recuperação judicial possam parcelar suas dívidas com a Fazenda Nacional em até 120 meses (dez anos).

O parcelamento seria uma forma de permitir a empresa reorganizar suas despesas.

Risco inflacionário à vista

Os ruídos em torno da fragilidade fiscal brasileira e a percepção de uma recuperação da atividade econômica mais acelerada fizeram com que o mercado passasse a precificar uma inflação mais forte nos últimos dias.

O fôlego extra visto na inflação projetada pelas NTN-B – a chamada inflação implícita – vem no momento que os investidores veem os títulos indexados ao IPCA como proteção, enquanto os juros futuros têm observado pressões de alta cada vez mais intensas diante dos riscos relacionados às contas públicas.

Dados da Renascença mostram que a inflação medida pela NTN-B para agosto de 2022, por exemplo, está em torno de 3,4%. Um mês atrás, estava abaixo de 3%. Já a NTN-B para maio de 2023 indica, no momento, uma inflação próxima de 3,8%, em um nível bem acima do centro da meta para esse ano (3,25%).

Bacem acusa quadro fiscal

O Banco Central (BC) subiu nesta semana o tom de alerta sobre a gravidade do quadro fiscal.

Em ocasiões diferentes, o presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, e o diretor de organização do sistema financeiro e resolução, João Manoel Pinho de Mello, usaram praticamente a mesma expressão para destacar a importância do equilíbrio das contas públicas.

No início da semana, Campos já havia feito o mesmo raciocínio de maneira quase literal.

“Neste momento, o Banco Central não é o piloto, é o passageiro. O piloto é o fiscal”, disse. O presidente do BC alertou ainda para o risco de o país voltar para uma “situação antiga”, com novas demandas e anseios por mais despesas públicas.

Ações, Units e ETF's

PicPay se prepara para oferta inicial de ações na Bolsa

Fintech teve crescimento impulsionado em 2020, em razão da pandemia de Covid-19, que estimulou o uso de serviços financeiros digitais.

Publicado

em

PicPay

Diante do contexto competitivo no setor bancário, o PicPay aquece para ingressar na lista de companhias de tecnologia que devem abrir capital em 2021. A carteira digital foi difundida no Brasil por possibilitar transferências instantâneas entre contas de bancos distintos e vem constantemente atualizando as suas soluções financeiras.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a fintech ainda não formalizou o contrato com o sindicato responsável pela estruturação de sua oferta. Entretanto, a empresa já deu início aos acordos.

O PicPay expandiu aceleradamente em 2020, principalmente depois do começo do isolamento social, imposto pela pandemia de Covid-19. Como consequência, foram impulsionados os serviços financeiros digitais. 

A carteira digital foi fundada em 2012 por um trio de empreendedores de Vitória, no Espírito Santo. Em 2019, a companhia foi comprada pelo Banco Original, da J&F, que também gere a JBS.

Continue lendo

Empresas

MRV lsnçs incorporadora Sensia, voltada a consumidor com renda de até R$ 11 mil

Empresa estreia seus trabalhos em Campinas (SP), mas tem planos de se expandir por mais cinco locais do país.

Publicado

em

Imóvel

A MRV Engenharia se prepara para entrar em um novo segmento no mercado. O lançamento da Sensia, novo negócio voltado para clientes de classe média, com residências de R$ 300 a R$ 500 mil. O lançamento ocorre em janeiro e começa em Campinas (SP), mas já estão sendo estudados projetos para mais 4 lugares, que são: Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS). 

A nova incorporadora tem grandes chances de fazer sucesso no mercado, com a demanda do negócio, os preços atrativos e os juros mais baixos. A Sensia vem com a proposta de ajudar os consumidores com renda de R$ 7 a R$ 11 mil mensais, a conseguirem a casa própria. 

Dentre os planos da incorporadora, estão as torres de 250 unidades, com valor de aproximadamente R$ 344 mil e fachadas onde o cliente possa customizar, para deixar com a sua própria identidade. Em 2021, é esperado um lucro de R$ 500 milhões e no ano de 2023 é planejado o alcance de 3 mil novas unidades, com rendimento de R$ 1 bilhão. 

Eduardo Fischer, copresidente do grupo, afirmou ao Broadcast que está muito otimista. “Se tivermos a competência como sociedade e fizermos o que precisa ser feito para manter a taxa de juros baixa, esse mercado vai explodir. Investimos mais pesado agora porque enxergamos que essa bandeira tem um grande potencial de crescimento. Nos últimos seis meses, pisamos no acelerador e estamos atentos especialmente à construção do landbank (estoque de terrenos)”, concluiu. 

Além da Sensia, a MRV possui outros negócios. A Urba é uma loteadora focada em condomínios fechados para baixa renda. Além disso, a empresa também tem parceria com o Minha Casa Minha Vida (MCMV), a subsidiária norte-americana AHS e a Luggo, empresa focada na locação de imóveis. 

Continue lendo

Empresas

XP Empresas alcança R$ 50 bi em ativos sob custódia

Unidade foi criada há cerca de um ano com foco em companhias com receita anual entre 50 milhões e 1 bilhão de reais por ano.

Publicado

em

A XP Inc somou em dezembro por volta de 50 bilhões de reais em investimentos sob custódia de empresas e pretende dobrar sua rede de atendimento a esse segmento em 2021, movimento que integra sua meta de alcançar cerca de 100 bilhões de reais nos próximos 18 meses.

Segundo o chefe da XP Empresas, Rodrigo Moreira, os planos fazem parte de estratégia da XP para diversificar a base de clientes, ainda muito centralizada em pessoas físicas.

A unidade foi criada há cerca de um ano com foco em companhias com receita anual entre 50 milhões e 1 bilhão de reais por ano, e atendeu no começo companhias de pessoas que já eram clientes pessoa física na XP. Em 2020, a divisão passou a oferecer crédito, além de derivativos de balcão e soluções de câmbio.

Contudo, com consequências econômicas o aumento da taxa de poupança entre as famílias, efeitos da pandemia, um movimento parecido ocorreu no meio empresarial, levando várias das empresas que conseguiram sobreviver à recessão a também engordarem o caixa e a procurarem melhores ferramentas de gestão para esses recursos do que as oferecidas nos bancos.

Tal tendência foi inédita no país, onde a taxa de poupança das empresas, assim como das pessoas, sempre foi historicamente baixa. Mas a pandemia trouxe a percepção da necessidade de aumentar o caixa, o que ficou mais acessível com o corte do custos de capital, com a Selic a 2% ao ano, afirmou Moreira.

“Mas em quase 100% das vezes, os grandes bancos oferecem que as empresas apliquem recursos do caixa em CDB; mas a maturidade delas sobre gestão de caixa tem crescido e elas estão procurando por alternativas melhores”, disse o executivo.

Esse quadro está dando vazão para os planos de tentar diversificar as fontes de captação, explicou a XP.

Atualmente, por volta de 60% dos investimentos financeiros no Brasil são de pessoas físicas, com as empresas ficando com pelos outros 40%. Considerando a origem de foco no varejo desde seu surgimento, a XP tinha cerca de 90% dos ativos sob custódia derivados de pessoas físicas, quando seu braço para empresas começou a operar.

Daí em diante, acrescentou Moreira, a captação oriunda de empresas tem girado em torno de 20% do total da XP, mas cresceu um pouco em relação ao total, visto que neste ano também têm sido fortes as entradas de recursos por parte das pessoas físicas.

A XP, que tem hoje uma base de 35 mil empresas clientes – um aumento de 70% em 12 meses, espera dobrar seu atendimento especializado a empresas para 250 de seus 659 escritórios no fim de 2021.

“Vejo potencial para podermos dobrar nossos ativos de empresas sob custódia em 18 meses”, finalizou o executivo.

Continue lendo

MAIS ACESSADAS